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Oito de Dezembro de 1980, o dia em que o sonho acabou…


No dia 10 de abril de 1970, o mundo tremeu e chorou. Não era nenhum atentado, explosão nuclear, invasão ou início de alguma nova guerra.

Neste dia, o então Beatle Paul McCartney lançava oficialmente seu disco solo “McCartney”. Nele estava inserida uma auto-entrevista em que deixava claro que os Beatles não mais existiam.

O dia 10 de abril de 1970, entrou para a história como data oficial do fim da banda britânica “The Beatles”.


Os Beatles revolucionaram e marcaram gerações, coisa que não se repetiu até hoje.

Esta banda de rock formada em Liverpool, Inglaterra, no final da década de 1950, por John Lennon (guitarra e vocal), Paul McCartney (baixo e vocal), George Harrison (guitarra e vocal) e Ringo Starr (bateria e vocal), obteve uma fama, popularidade e notoriedade até hoje inéditas para uma banda musical, e tornou-se a banda de maior sucesso e de maior influência do século XX e quem sabe, de toda a história da música pop.

Os “garotos de Liverpool”, como eram chamados na época, não tiveram apenas impacto na música, mas também influenciaram as roupas, os cortes de cabelo e o comportamento dos jovens daquela geração. Foi então cunhado o termo beatlemania.

Os Beatles foram aclamados pelo público e a crítica, vendendo mais de um 1,5 bilhões de álbuns em todo o mundo.


Mas mesmo com o fim da banda, fãs espalhados por todo o mundo nutriam uma “fantasia”, uma “esperança” de que em algum momento “os quatro de Liverpool” poderiam voltar a tocar juntos. Se não para sempre, pelo menos um disco, um concerto, um show.

Na noite de 8 de dezembro de 1980, o sonho realmente acabou.
Quando “John Winston Lennon” voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no edifício Dakota, em frente ao Central Park, foi abordado por um rapaz que durante o dia havia lhe pedido um autógrafo em um LP “Double Fantasy” em frente ao Dakota.

Lennon dando autografo, minutos antes de ser assassinado por este fã na foto!!!

Este “dito” fã dos Beatles e de John, que prefiro não declinar seu nome, acabou atirando e matando John Lennon com um revólver calibre 38.
Não, o sonho não acabou. Lennon, como George, Paul e Ringo, lapidaram na história da humanidade uma mensagem de “paz e amor” que jamais será esquecida.

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