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Nem o iPhone 5 salva Apple do pior mês de sua história

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Apesar de ter lançado o iPhone 5 há apenas algumas semanas, o mês de outubro já é o pior da história da Apple desde novembro de 2008. Nos últimos 30 dias, ações da empresa registraram queda superior a 11%, o que equivale a perdas de mais de US$ 60 bilhões. O valor de mercado da Apple era superior a US$ 600 bilhões no início do mês e hoje é de aproximadamente US$ 560 bilhões.

Apple cadastra usuários brasileiros com interesse em comprar iPhone 5

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Aparentemente, a espera pelo iPhone 5 no Brasil está cada vez mais próxima de acabar. Nesta sexta-feira (26), a Apple disponibilizou em seu site oficial a opção do usuário se cadastrar para ser avisado quando o novo iPhone chegar por aqui.

Na hora de cadastrar o e-mail, é preciso escolher o país de origem (a opção Brasil já está marcada, mas há um espaço vazio para preenchimento de outro lugar, se for o caso).

A justificativa para o recolhimento dessa informação é que assim a empresa pode “compreender mais sobre os clientes” e que dessa forma é possível garantir que “a comunicação por e-mail esteja no idioma correto e com informações relevantes para o local onde o usuário vive”.

Quando o iPhone 5 foi lançado, em setembro deste ano, a Apple divulgou que o gadget chegaria a cem países até o fim deste ano. No entanto, ela não liberou quais os países que estariam na lista.

Depois de se cadastrar, é só aguardar o e-mail da empresa avisando sobre o iPhone 5

O aparelho de última geração da Apple possui espessura de 7,6 milímetros (18% mais fino que o iPhone 4S) e pesa 112 gramas (20% mais leve que seu antecessor). A tela do iPhone 5 é de 4 polegadas (resolução de 1136×640) e continua utilizando a tecnologia Retina.

Apesar de ser compatível com a rede 4G americana, o aparelho foi homologado pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sem o recurso, a pedido da própria Apple. Isso indica que, por aqui, os usuários do iPhone 5 vão ter que se contentar com a internet móvel 3G.

Apple pode lançar rádio online para concorrer com Pandora

 

Segundo reportagem publicada na agência de notícias Bloomberg, a Apple estaria planejando lançar o seu próprio serviço de rádio online para competir com o Pandora, principal site do tipo.

Ainda de acordo com a matéria, a empresa de Cupertino já está negociando a divisão de lucros com grandes gravadoras como Universal, Warner e Sony. Rumores também apontam que a plataforma seria sustentada por meio de anúncios como comerciais com artistas destas gravadoras.
Caso realmente seja confirmada, a rádio online da Apple poderia conquistar usuários da Pandora, já que os lançamentos são sempre oferecidos com certo atraso e existe um limite de faixas que podem ser “puladas”.
A previsão é que o serviço seja lançado no início do ano que vem, entre os três primeiros meses.

Apple vai colocar tecnologia «mãos livres» nos automóveis

Auto Foco

A Apple, um dos maiores fabricantes mundiais de computadores, smartphones e sistema de entretenimento, vai dar um passo importante como fornecedor da indústria automóvel através da oferta da sua tecnologia «mãos livres» a diversos construtores.

A empresa fundada por Steve Jobs irá integrar o seu assistente de comando de voz Siri, tecnologia lançada com o iPhone 4S, em diversos modelos de automóveis no prazo máximo de um ano. Segundo o «Automotive News», a empresa já acordo assinado com a General Motors, Honda e Toyota para além do interesse de outras cinco marcas: Audi, BMW, Chrysler, Jaguar, Land Rover e Mercedes-Benz.

O Siri terá um interface com os automóveis denominado «Eyes Free» que permitirá aos condutores fazer chamadas telefonicas, ditar mensagens de texto, solicitar instruções de navegação e outras funções com um simples toque de botão no volante e sem desviar os olhos da estrada.

A Apple anunciou por outro lado acordo com o gigante dos sistemas de navegação TomTom que vai permitir à marca californiana prescindir do serviço Google Maps passando a oferecer os seus próprios mapas e sistema de navegação nos seus dispositivos.

No Brasil, nome “iPad” não pertence à Apple

Com sua chegada ao Brasil aguardada para esta sexta-feira (3), o tablet da Apple pode ter problemas por aqui. Isso porque seu nome já foi patenteado por outra empresa.

Segundo o colunista Lauro jardim, em 2007, a empresa Transform trancou o nome “iPad” para um de seus desfibriladores cardíacos, o “i-PAD Fast“. Para contornar a situação, a Apple já entrou em contato com o Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi) com um pedido de cancelamento de registro em mãos.

Redação Adnews

Apple decreta o fim do DVD

Lembram do disquete? Aposto que Steve Jobs lembra. Também aposto que ele  lembra de quando o matou.

Por Nick Bilton

Foi em 1998, para ser preciso, e a arma do crime foi o novo iMac, um computador que não tinha o leitor de disquete que era padrão nos computadores da época.

No mês passado, Jobs assinou a sentença de morte para outra peça de tecnologia: os discos ópticos como DVDs e CDs.

Para essa execução, sua arma escolhida foi o novo MacBook Air, com uma ajuda extra da loja do Itunes, é claro.

Durante o anúncio da nova linha MacBook Air, Jobs disse que esses computadores eram laptops da próxima geração. Isso foi reiterado nos comerciais dos computadores, em que uma narração em off os chama de “a próxima geração de Macbooks”.

Versão do MAC em 1984

Em outras palavras, não esperem um slot de DVD em seu próximo laptop Mac, ou em seu próximo computador desktop, aliás.

A Apple espera substituir esses discos por um iCloud branco felpudo em que software, vídeo e seu próprio conteúdo pessoal esvoaçam em torno no ar como gaivotas felizes numa praia.

A Apple tem muita coisa em jogo com sua iniciativa rumo a essa nova era de computação.

O desastroso lançamento do Mobile Me, que oferece armazenamento online e sincronização entre dispositivos, foi um dos maiores fiascos da empresa nos últimos anos. Embora o serviço funcione relativamente bem agora, ele ainda é muito caro, ao preço de US$ 100 por ano, e o software de armazenamento iDisk é muito mais lento  que produtos de
terceiros como ZumoCast e Box.net.

Para aumentar a pressão, a Apple também está enfrentando o Google, uma companhia que cresceu basicamente na computação em nuvem e construiu alguns serviços bem-sucedidos para esta nova era de software.

Nada disso é novo para Steve Jobs. Na semana passada, um relatório observou que o centro de processamento de dados de 500 mil metros quadrados e US$ 1 bilhão em que a companhia vem trabalhando há anos está ficando pronto para entrar em operação. E Peter Oppenheimer, diretor financeiro da Apple, disse recentemente que o centro de
processamento de dados abriria “a qualquer momento”.

Quando o centro na Carolina do Norte estiver pronto, as pessoas podem esperar todo tipo de serviço baseado em nuvem em seus computadores Mac.

Fotos e música poderiam começar a fluir entre computadores sem a necessidade de fios incômodos, e pode-se até imaginar um tempo em que o sistema operacional de seu computador não é simplesmente um desktop, mas um “cloudtop”, onde todo tipo de arquivo salvo em sua máquina é automaticamente emitido para o espaço virtual, tornando-se acessível em iPads, iPhones e outros dispositivos Apple.

Mas a companhia ainda não está com pressa de mudar cada um e todos para a computação em nuvem. A Apple quer fazer a coisa certa desta vez, e os consumidores provavelmente verão essas mudanças ocorrerem lentamente.

Uma coisa é certa, porém: preparem-se para guardar todos os velhos DVDs e CDs numa caixa junto com seus videoteipes e disquetes.


Anatel autoriza venda do iPhone 4 no Brasil

A  Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) deu sinal verde para a venda do iPhone 4, a mais nova versão do smartphone da Apple, no Brasil. O órgão publicou a homologação do aparelho nesta segunda-feira (23), o que indica que o produto já pode ser comercializado no Brasil, mas ainda não há data certa para que isso aconteça.

Durante o processo de homologação é verificado se o celular atende às especificações em quesitos como emissão de radiação, proteção acústica e elétrica, segurança das baterias e também se o aparelho funciona nas redes brasileiras.

A  Apple informou que, apesar da homologação, não há previsão para o lançamento no Brasil. A expectativa é que isso aconteça até setembro. O novo iPhone é mais fino – tem 9,3 milímetros de espessura -, com uma borda de aço inoxidável, uma bateria útil para até 10 horas de vídeo, 40 horas de música e 7 horas de uso de telefone com conexão 3G e o renovado sistema operacional iOS4.

Responsável por iPhone 4 demitido da Apple

Mark Papermaster (foto), executivo da Apple responsável pelo desenvolvimento do iPhone, deixou a empresa de Steve Jobs. Uma fonte ligada à empresa disse ao The New York Times que o executivo foi demitido após uma série de erros em produtos.

Lançado em junho deste ano, o iPhone 4 apresentava um problema na recepção de sinal quando segurado de uma certa forma, o que resultou em uma crise na empresa.

+ Leia mais: Apple nomeia novo diretor após crise do iPhone 4

Com a reputação da empresa ameaçada, a Apple concedeu uma rara entrevista à imprensa para esclarecer o assunto. O presidente da companhia, Steve Jobs, afirmou que não havia nada de errado com o aparelho.

Bob Mansfield, vice-presidente para desenvolvimento do Macintosh, deve substituir Mark Papermaster. Mansfield já participou do desenvolvimento de várias tecnologias usadas no iPhone.

A Apple confirmou a saída do executivo ao jornal, mas não informou se ele foi demitido ou se saiu espontaneamente.

Papermaster começou a trabalhar na Apple em novembro de 2008, após ter trabalhado por 25 anos na IBM.

O novo iPhone 4G

O presidente da fabricante de eletrônicos americana Apple, Steve Jobs, apresentou hoje (7), em San Francisco, o iPhone 4, a nova geração de seu telefone multifuncional, cujas versões precedentes mobilizaram o setor.

“Demos o maior salto desde o primeiro iPhone”, declarou Jobs durante a apresentação do aparelho em uma conferência que reuniu a comunidade de designers de projetos de informática da Apple.

O iPhone 4 “estará à venda em 24 de junho em Inglaterra, França, Alemanha, Japão e Estados Unidos”, anunciou Jobs.

O presidente da marca afirmou ainda que o aparelho de 16 GB custará US$ 199, enquanto que o de 32 GB será vendido por US$ 299.

Jobs, que tem o costume de apresentar pessoalmente os novos aparelhos do grupo Apple, afirmou que o iPhone 4 conta com mais de 100 novas funções, entre elas uma câmera frontal que permite realizar vídeoconferências, seja com outros iPhones ou com um computador Macintosh.

O novo aparelho também conta com uma câmera de melhor qualidade, uma bateria com mais tempo de duração e uma tela com melhor resolução (128 pixels por centímetro), segundo Jobs.

“Há um número mágico de 300 pixels por polegada (118 pixels por centímetro) que é o limite da retina humana. Nós estamos além desse limite”, declarou.

Jobs disse ainda que a nova bateria permite ter 40% mais tempo de conversas que a versão anterior.Em relação ao tamanho do novo telefone, Jobs disse que o iPhone 4 – de 9,3 milímetros de espessura – é 24% mais fino que o modelo anterior, o iPhone 3G. “É realmente fino”, exclamou.

“É um dos desenhos mais bonitos. A comparação mais próxima é a bela câmera Leica”, disse.

A câmera fotográfica do iPhone 4 tem uma definição de 5 megapixels, contra apenas 3 da versão anterior.

Durante a conferência, o presidente da Apple ironizou o fato de diversos designers já conhecerem o modelo do iPhone 4 “porque algumas fotos passearam por aí”.

O site especializado Gizmodo revelou em abril o protótipo do novo aparelho, depois que um jovem engenheiro da Apple perdeu o desenho em um bar.

O projeto foi encontrado por um jovem de 21 anos que o vendeu ao site.

A Apple lançou seu primeiro iPhone em 2007 e desde então vendeu mais de 50 milhões de aparelhos.

Navegador da Opera já está no iPhone

O Opera foi liberado pela Apple para o iPhone nesta terça-feira, 13.

A companhia é a primeira a ser autorizada a distribuir um navegador na App Store, que até agora só disponibilizava versões do navegador da Apple.

A liberação demorou três semanas, o triplo do tempo normal, informa a Reuters.

De acordo com analistas ouvidos pela agência de notícias, foi uma decisão difícil para Apple, que sabe que navegação na Internet é crucial para o sucesso do iPhone.

A companhia de Steve Jobs teria sido intimidada pela disputa anterior do Opera com a Microsoft, que terminou com a Microsoft obrigada a oferecer uma tela de seleção de navegador em 200 milhões de computadores europeus.
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O navegador da Opera promete velocidades de download até seis vezes mais rápidas que o da Apple, e uma redução de até 90 por cento no tráfego de dados.

Analistas afirmam que o acesso ao iPhone teria pouco impacto direto nos negócios da Opera, mas que esta é uma vitória importante em termos de marca.

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