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Ambev abre inscrições para Programa Trainee Industrial 4,3 mil de salário

Interessados em carreira de engenheiro industrial ou mestre cervejeiro serão selecionados

A Ambev abriu inscrições para a terceira edição do Programa de Trainee Industrial. Com cerca de 20 mil inscritos em 2011, a companhia vai selecionar, até 1º de maio, estudantes universitários interessados em uma carreira de engenheiro industrial ou mestre cervejeiro. Não há limite de vagas e o treinamento total tem duração de até 18 meses. Uma vez aprovados no processo seletivo, os trainees tornam-se imediatamente funcionários.

Estudantes de todo o país, formados desde o segundo semestre de 2010 ou que irão se formar em julho deste ano nos cursos de engenharia, química, farmácia, agronomia, biologia, ciências da alimentação e biotecnologia podem se inscrever pelo site. Entre os critérios analisados, estão: habilidade para gerenciamento de pessoas, interesse por desenvolvimento de novas tecnologias, negociação, capacidade de liderança, visão empreendedora, disponibilidade para viagens e mudanças de cidade, estado ou país, e inglês fluente.

Após o término das inscrições, os candidatos passarão por um teste online de português, inglês e raciocínio lógico; dinâmicas de grupo – que ocorrerão por todo o país – e farão entrevistas individuais. O treinamento começa em agosto e o salário inicial é de R$ 4.300,00 mais benefícios, como assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida, previdência privada, vale refeição, vale transporte, 14º salário, entre outros.

A partir do segundo semestre, a companhia volta a abrir vagas, dessa vez para o Programa Trainee, que seleciona estudantes para todas as demais funções da companhia. Em 2011, o Programa Trainee contou com quase 74 mil inscrições.

http://www.traineeambev.com.br/ambev2011/2011/07/11/inscreva-se-no-programa-trainee-ambev-2012/

Budweiser será relançada no Brasil com novo design

Prestes a ser relançada no mercado brasileiro, a versão lata de Budweiser tem novo design

O aguardado relançamento da Budweiser no Brasil deve acontecer ainda neste mês de agosto. A informação foi confirmada pela Ambev, dona da marca, durante a divulgação oficial de resultados trimestral e semestral da empresa, nesta quinta-feira 11.

No comunicado distribuído pela manhã, a companhia de bebidas apresentou lucro líquido de R$ 4 bilhões para os seis primeiros meses do ano, um crescimento de 21,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O ebitda chegou a R$ 5,7 bilhões, 10,9% a mais do que no primeiro semestre de 2010. Já o volume total de vendas teve queda orgânica de 0,3% em comparação ao período entre janeiro e junho do ano passado.

Os resultados se referem ao desempenho da empresa em três grandes regiões operacionais: (América Latina Norte, América Latina Sul e Canadá).

No mercado brasileiro, a queda no volume de cervejas para o período foi de 1,1%. A retração foi ainda maior quando considerados apenas os resultados do segundo trimestre: queda de 2,6%. Segundo o relatório da empresa, o resultado foi “impactado por uma base de comparação elevada (devido à Copa do Mundo de 2010), pelo desaquecimento da indústria e pelo aumento da carga tributária federal”.

A média de market share da companhia no mercado brasileiro em cerveja, para o 2° trimestre, foi de 69%.

Jonas Furtado/M&M

Ronaldo: o maior salário em carteira

O Corinthians paga 650.000 reais mensais a Ronaldo, ou 8,4 milhões de reais por ano (fora o que ele recebe dos patrocinadores). Uma remuneração desse calibre é comum para os grandes craques – mas nunca na carteira de trabalho. Ronaldo ganha quatro vezes o salário de Dunga, de quem depende para voltar à seleção.

Atualmente, por meio de seu grupo, o R9, Ronaldo mantém contratos com três companhias. O mais recente foi assinado em 2007 com a multinacional suíça Lato, do ramo farmacêutico e de cosméticos. O acordo torna Ronaldo seu garoto-propaganda na Europa até dezembro deste ano.

Já a Ambev mantém um vínculo bem mais antigo com o jogador. O contrato foi assinado em setembro de 1994, quando Ronaldo estourou no futebol ao conduzir o Cruzeiro à conquista do Campeonato Mineiro daquele ano. Com 23 gols, ele também foi o artilheiro da competição.

O acordo baseia-se em uma cota de diárias que a Ambev tem com o jogador a cada ano. Essas diárias podem ser usadas para a promoção de um produto ou um evento, por exemplo, como quando Ronaldo praticamente parou a Guatemala, em 2003, ao comparecer à inauguração de uma fábrica da Ambev no país. O apelo do atacante era tanto que, em apenas três meses, a empresa já possuía 40% do mercado local de cervejas.

Lauro Jardim e Exame

InBev compra cervejaria americana e se torna a maior do mundo

Apesar de toda a turbulência econômica, da queda nas ações e dos rumores de que não conseguiria o financiamento necessário, a InBev anunciou nesta terça-feira, 18, a conclusão da compra da cervejaria americana Anheuser-Busch, um negócio de US$ 52 bilhões.

A nova empresa se torna a maior fabricante de cerveja do mundo, e passa a se chamar Anheuser-Busch InBev. O brasileiro Luiz Fernando Edmond, presidente da AmBev ( foto), é quem vai comandar as operações da companhia nos Estados Unidos.

A InBev pagou US$ 70 para cada ação da Anheuser. Os papéis desta companhia pararam de ser negociados no fechamento do pregão de segunda-feira, pondo fim aos 150 anos de independência do grupo.

A nova companhia terá ações negociadas na Bolsa de Bruxelas. O grupo terá mais de 200 marcas, incluindo Budweiser, Stella Artois e Beck.

A conclusão do acordo vem cinco meses após a InBev fazer sua primeira oferta, que foi rejeitada pela Anheuser como baixa demais. Esta procurou sua parceira mexicana, a Grupo Modelo, para discutir uma forma de se proteger da InBev e anunciou planos para cortar custos. Depois, no entanto, a fabricante norte-americana aceitou ser vendida, quando a InBev aumentou a oferta em US$ 5 por ação.

Marcílio Souza, da Agência Estado

AmBev lança chope sem álcool

A AmBev, além de buscar lucro, se esforça para incentivar o consumo responsável de bebidas alcoólicas. A empresa já doou mais de 60 mil bafômetros para governos estaduais e municipais e patrocinou a elaboração de um guia que ensina pais a falar sobre o uso de álcool com seus filhos. Desde 2001, há programas de conscientização dos clientes sobre os riscos da bebida em todos os eventos patrocinados por suas marcas e as peças publicitárias da cervejaria costumam incluir mensagens mais enfáticas que o protocolar slogan “Se beber, não dirija”, exigido pelo governo.

Mas no mercado, poucos acham que a AmBev não sentirá o baque da Lei Seca. O banco Credit Suisse estima queda de até 6% nos volumes de cerveja vendidos pela AmBev e aposta que ela será mais prejudicada que suas concorrentes porque tem maior presença em bares e restaurantes. Os números divulgados pela Nielsen nesta semana indicam que essa é mesmo a tendência. De junho para julho, a participação de mercado da AmBev caiu 0,7 ponto percentual, para 66,7%, – enquanto Schincariol, Petrópolis e Femsa avançaram.

Ao contrário dos donos de bares e restaurantes, não passa pela cabeça dos executivos da AmBev bombardear a nova legislação ou entrar com uma ação de direta inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal para tentar derrubar a Lei Seca. A reação da empresa começará a ganhar corpo nos próximos dias, quando será a lançado o primeiro chope totalmente sem álcool do Brasil.

Com a marca Liber e pesados investimentos em marketing, o chope inicialmente estará presente em bares e restaurantes de São Paulo e Rio de Janeiro. As equipes de vendas da AmBev já rastrearam os estabelecimentos ideais para começar a oferecer o produto e seus funcionários têm recebido treinamento para tirar o chope sem álcool da forma adequada.

O chope será produzido em Jacareí, a 75 km de São Paulo, na mesma fábrica onde a cerveja Liber já é produzida em lata ou garrafa long neck. A marca é a única totalmente sem álcool do país. Suas concorrentes passam por um processo de fermentação bastante rápido, mas suficiente para que sobrem pequenas quantidades de álcool que podem ser percebidas pelo bafômetro com a ingestão da bebida em grandes quantidades. Já a Liber é produzida como qualquer outra cerveja pilsen, mas o álcool é totalmente retirado  ao final do processo. A tecnologia para a “dealcoolização” foi importada da Interbrew após a fusão da cerveja belga com a AmBev.

Apesar de processo exclusivo de produção, desde o lançamento em 2004 a Liber nunca pôde ser considerada um sucesso de vendas. Todas as cervejas com baixíssimo teor alcoólico juntas possuem cerca de 0,75% do mercado brasileiro. As marcas da AmBev – Liber e Kronenbier– possuem juntas cerca de 60% desse minifúndio. Até agora a maior parte do público consumidor da Liber a escolhia por motivos religiosos, de saúde ou em locais onde o consumo já era proibido – como estádios de futebol de alguns estados.

Executivos da AmBev acreditam, no entanto, que a Liber pode ir muito mais longe com a Lei Seca e se tornar uma boa opção para as pessoas que vão ao bar com amigos, não querem se sentir deslocados mas também não podem beber porque vão dirigir para casa.

Até agora, os resultados foram animadores. As vendas da Liber cresceram 66% em julho na comparação com o mesmo mês do ano passado e incentivaram a AmBev a fazer um marketing mais agressivo do produto. A empresa comprou placas de propaganda em estádios de futebol e vinhetas publicitárias durante as transmissões de seis rodadas do Campeonato Brasileiro nos canais Globo e SporTV. A empresa não revela o investimento nem as metas de vendas da Liber. O gerente de marketing da marca Sergio Eleutério, afirma, porém, que cervejas sem álcool já respondem por 6% das vendas em países como a Espanha – onde a Lei Seca é respeitada.

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