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Restart elimina a população do Amazonas

“Tem alguma cidade onde vocês não tocaram e gostariam (de tocar)?”, pergunta a repórter a Thomas, o baterista da colorida banda Restart. “Eu queria muito tocar no Amazonas. Imagina tocar no meio do mato, assim…”, responde o garoto. “Eu não sei nem como é o público de lá, se tem civilização.” O curto diálogo em que o baterista do Restart assassina a geografia pode ser visto no vídeo abaixo, que virou febre nas redes sociais. O arquivo vem sendo copiado e reproduzido por usuários do Youtube e pautando debates aquecidos no Twitter.
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Sob o tópico #manausodeiathomasrestart, o assunto está entre os primeiros colocados no Trend Topics – o ranking dos temas mais comentados no momento – da rede de microblogs na tarde desta quarta-feira. “Manaus é um dos maiores centros financeiros do país. Só não sabe quem usa calça colorida…”, diz um usuário revoltado com a declaração infeliz de Thomas. “Vamos todos comprar armas de paintball e esperar os coloridos no aeroporto”, sugere outro.

Para dar apoio ao baterista, os fãs criaram um outro tópico, #OMundoAmaThomas. Mas a estratégia não deu muito certo: críticos da entrevista de Thomas rapidamente passaram a tuitar piadinhas dentro do tema. “Qdo vi #OmundoAmaThomas achei q era pra uma criança com problemas especiais, não errei”, dispara uma usuária.

O próprio Thomas recorreu ao Twitter para se desculpar pela mancada. Mas não foi mais feliz dessa vez. “Galera, eu disse que achava que não tinha ninguém lá! Não desvalorizei a galera de lá, não”, escreveu. “Eu adoro lugar tranquilo! Ainda mais lá que só deve ter natureza! Cachoeiras e tudo mais!”, completou, insistindo na ideia de que o Amazonas só tem mato. Colorido que é, além de cravejar suas frases de exclamações, o baterista garantiu que, mesmo que Manaus o odeie, como diz o tópico #manausodeiathomasrestart, ele ama a cidade.

Bebê indígena nasce com 7,1 quilos no Amazonas

Foto: Reprodução/TV Amazonas / Menina indígena nasceu com 7,1 quilos no Amazonas  


Uma índia da etnia munduruku deu à luz uma menina de 7,1 quilos em Nova Olinda do Norte, no Amazonas, na terça-feira (7). As duas passam bem.

O bebê, que mede 60 centímetros, nasceu em uma cesariana e é saudável. A médica Romenia de Brito afirmou que a menina tem saúde perfeita e se trata de um caso de macrossomia fetal. Os médicos chegaram a desconfiar que a mãe tinha diabetes, o que não foi comprovado.

A mãe, Rosinete Brasil Cardoso, de 42 anos, vive na aldeia Kuatá perto do município de Borba. Mãe de dez filhos, ela conta que outras duas crianças nasceram com peso elevado, com 6 e 5,6 quilos.

Índios gays: novidade no Alto Amazonas

Na região de Alto Solimões, no Tabatinga, na Amazônia, existem mais de 30 mil índios da etnia ticuna. Só na aldeia de Umariçu 2, pouco mais de 3.500 convivem na mesma localidade. Desse total, 40% têm menos de 25 anos e dentre estes, cerca de 20 são homossexuais assumidos.

Segundo dados da Fundação Nacional dos Índios – FUNAI, há homossexuais em outras tribos da região. O administrador do órgão, Darcy Bibiano Murati, afirmou que essa quantidade de gays é novidade para entidade “Não víamos indígenas assim, agora, rapidinho, cresceu em todas as comunidades. São meninos de 10, 15 anos”, conta em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

Quando um jovem ticuna assume a homossexualidade, ele passa a realizar trabalhos até então destinados as mulheres. Cuidar de crianças e realizar serviços domésticos vira rotina a um assumido. Graças a essa prática, junto aos novos costumes adotados por eles, como pintar as unhas e fazer o cabelo, as críticas vindas da comunidade e a violência recebida acontecem diariamente.

Mas agressões sofridas pelos indios homossexuais preocupa a Funai e os estudiosos da região. O cientista social e professor Raimundo Leopardo Ferreira disse, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, que casos de homossexuais em tribos Ticuna eram raros. Segundo a antropóloga da PUC-SP (Pontifica Universidade Católica) Helena Rangel, essa maior visibilidade de gays é decorrente de dois fenômenos “A explicitação da homossexualidade e a aproximação dos indígenas à sociedade ocidental cristã”.

Em estudos do antropólogo Darcy Ribeiro, realizados no século passado, eram comuns índios “travestis” em tribos brasileiras, a novidade seria o preconceito, pois, no passado, as tribos não tinham problemas com os chamados tibiras. O preconceito advém claramente dos discursos cristãos e da violência contra o semelhante.

FSP

PF encontra R$ 7 milhões em casa abandonada

Através de denúncia anônima, a Polícia Federal encontrou sete malas com quase R$ 7 milhões escondidas em uma casa abandonada em Coari, no interior do Amazonas.

A suspeita é que o dinheiro tenha origem em fraudes em licitações praticadas contra a prefeitura local.

No entanto, a fraude pode ser ainda maior. A polícia acredita que nos últimos cinco anos foram desviados mais de R$ 49 milhões. O município de Coari é um dos mais prósperos do Estado.

Capital

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