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Curso para atuar em indústrias do mercado veterinário e agronegócio

 

A Quiron Comunicação & Conteúdo (www.quironcomunicacao.com.br), empresa especializada em desenvolver soluções em comunicação e marketing para os mercados veterinário, de saúde humana e agronegócio,  acaba de lançar em São Paulo o Curso Preparatório para Atuação na Indústria Veterinária e Agronegócio. O conteúdo e formato do curso tem a chancela e aprovação do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal – SINDAN – e contam com o apoio da Sociedade Paulista de Medicina Veterinária.

O curso  tem por objetivo orientar e preparar estudantes e recém-formados em Medicina Veterinária para os desafios do mercado de trabalho, capacitando-os para o ingresso e  atuação na esfera corporativa, em indústrias ou laboratórios farmacêuticos. “Atualmente, o mercado oferece ao profissional alternativas ao atendimento clínico ou ao trabalho no campo. No entanto as empresas ainda encontram grandes dificuldades na hora de contratar jovens para ocupar cargos administrativos e de gerência de produtos”, diz Ricardo Oliveira, diretor presidente da Quiron, idealizador do curso e mestre em parasitologia veterinária pelo ICB-USP (Instituto de Ciência Biomédicas da Universidade de São Paulo) e em marketing pela Escola de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM).  Para André Prazeres, gerente de marketing da König do Brasil, indústria fabricante de medicamentos e suplementos nutricionais veterinários, essa dificuldade é um entrave para o desenvolvimento do setor. “Apesar de todo o crescimento do mercado pet, temos dificuldades para encontrar médicos veterinários capacitados a trabalharem nas empresas. As faculdades não preparam os alunos para a área corporativa, que está em ascensão”, diz ele.

Segundo Ricardo Oliveira, o curso vai ao encontro dessa necessidade ao  mostrar como as empresas do setor estão estruturadas  e abordar temas como planejamento de carreira, tendências do mercado brasileiro e mundial, competências necessárias por área, capacitação em vendas e liderança, comunicação, marketing e administração. “Essa iniciativa preenche essa lacuna ao oferecer um excelente treinamento inicial, facilitando a colocação desses profissionais”, diz Milson da Silva Pereira, Diretor do Sindan.

O curso terá uma carga horária de 93 horas/aula, sendo 100% presencial. As aulas serão ministradas 2 vezes por semana à noite, na sede do Instituto Quallitas em São Paulo, com duração de  4 meses. Os melhores alunos terão seus currículos encaminhados para o banco de talentos do Sindan.

Mais informações no site www.quironcomunicacao.com.br/cursos ou no telefone (11) 3722-6448.

Brasileiro come feijão-preto importado da China

O mais tradicional prato da culinária brasileira atravessa distâncias cada vez maiores antes de chegar à mesa da população. Normalmente importado da Argentina nos momentos de escassez, o feijão-preto, base da feijoada, agora está vindo também da China. De janeiro a julho deste ano, o país asiático já enviou ao Brasil 23.729.661 kg do produto.

O número representa 35% do total importado no período. Em 2007, no entanto, a China não enviou um único grão para o país.

Segundo Rafael Poerschke, da Safras & Mercado, a mudança no cenário está relacionada a uma demanda atípica nas importações no início do ano. Apesar de o país não ser auto-suficiente em feijão-preto, as compras externas geralmente ganham força apenas a partir de setembro.

Com oferta prejudicada e demanda em alta, as empresas foram buscar o produto na China devido aos preços baixos. “O feijão chinês chegou mais barato do que o nacional. A diferença chegava a R$ 20, R$ 30 por saca”, afirma o presidente da Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio, José Sousa e Silva.

Safra&Mercado

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