#ROCK Ben Whishaw será Freddie Mercury no cinema

ben-mercury[1]O ator inglês Ben Whishaw, protagonista de “Perfume: A história de um assassino” (2006) e intérprete do nerd Q em “007: Operação Skyfall” (2012), vai interpretar Freddie Mercury (1946-1991) na cinebiografia do cantor do Queen, informa nesta terça-feira (10) o jornal londrino “The Independent”.

Originalmente, quem estava escalado para o papel era Sacha Baron Cohen, de “Borat” (2006) e “O ditador” (2012). O humorista, contudo, desistiu em julho do trabalho, e o motivo seria uma série de desentendimentos com com integrantes da banda.

De acordo com o “Independent”, Whishaw, de 33 anos, era cotado desde outubro para viver o cantor. Na época, o baterista do Queen, Roger Taylor, citou o nome do ator ao falar sobre o filme. Ele já teria, inclusive, assinado o contrato.

No início de agosto, Whishaw divulgou um comunicado no qual dizia ser casado com o compositor australiano Mark Bradshaw. Mercury morreu em decorrência de Aids e era homossexual.

A abordagem de sua homossexualidade, inclusive, assim como seu envolvimento com drogas estiveram no centro da discordância entre Baron Cohen e os músicos do Queen. O comediante sugeria um retrato sem restrições, já os parceiros do cantor desejavam um tom mais leve

O ator e diretor britânico Dexter Fletcher também teria sido confirmado para dirigir o longa. A trama do filme sobre Mercury vai ser escrita por Peter Morgan, indicado ao Oscar de melhor roteiro por The Queen (2006) e “Frost/Nixon” (2008).

Ainda segundo o jornal, o filme vai retratar a história do Queen, tendo como ponto alto o show no Live Aid, em 1985. Hits como “Bohemian rhapsody”, “We will rock you” e “Another one bites the dust” estarão na trilha.

Psicopata: todos nós conhecemos um

Seu comportamento se caracteriza por um forte disfarce de amizade e sociabilidade. Apesar dessa agradável aparência, ele oculta falta de confiabilidade, tendências impulsivas e profundo ressentimento e mau humor para com os membros de sua família e pessoas próximas.

Cinco milhões de brasileiros são incapazes de sentir emoções. Eles podem até matar sem culpa e estão incógnitos ao seu lado. Agora, a ciência começa a desvendá-los
Tinha alguma coisa errada com o Guilherme. Desde quando era pequeno, 4 anos de idade, a mãe, Norma*, achava que ele não era uma criança normal. O guri não tinha apego a nada, era frio, não obedecia a ninguém.

O problema ficou claro aos 9 anos. Guilherme, nome fictício de um rapaz do Guarujá, litoral de São Paulo, que hoje tem 28 anos, roubava os colegas da escola, os vizinhos e dinheiro em casa. Também passou a expressar uma enorme capacidade de fazer os outros acreditar no que inventava. Aos 18, o garoto conseguiu enganar uma construtora e comprar um apartamento fiado. Tinha alguma coisa errada com o Guilherme.

Em busca de uma solução, Norma passou 15 anos rodando com o filho entre psicólogos, psiquiatras, pediatras e até benzedeiros. Para todos, ele não passava de um garoto normal, com vontades e birras comuns. “Diziam que era mimo demais, que não soubemos impor limites.” Uma pista para o problema do filho só apareceu em 2004. A mãe leu uma entrevista sobre psicopatia e resolveu procurar psiquiatras especializados no assunto. Então descobriu que o filho sofre da mesma doença de alguns assassinos em série e também de certos políticos, líderes religiosos e executivos. “Dói saber que meu filho é um psicopata, mas pelo menos agora eu entendo que problema ele tem.”

Guilherme não é um assassino como o Maníaco do Parque ou o Chico Picadinho. Mas todos eles sofrem do mesmo problema: uma total ausência de compaixão, nenhuma culpa pelo que fazem ou medo de serem pegos, além de inteligência acima da média e habilidade para manipular quem está em volta. A gente costuma chamar pessoas assim de monstros, gênios. Mas para a Organização Mundial da Saúde (OMS), eles têm uma doença, ou melhor, deficiência. O nome mais conhecido é psicopatia, mas também se usam os termos sociopatia e transtorno de personalidade anti-social.

Entre os psiquiatras, há consenso quanto a estimativas surpreendentes sobre a psicopatia. “De 1% a 3% da população tem esse transtorno. Entre os presos, esse índice chega a 20%”, afirma a psiquiatra forense Hilda Morana. Isso significa que uma pessoa em cada 30 poderia ser diagnosticada como psicopata. E que haveria até 5 milhões de pessoas assim só no Brasil. Dessas, poucas seriam violentas.
A maioria não comete crimes, mas deixa as pessoas com quem convive desapontadas. “Eles andam pela sociedade como predadores sociais, rachando famílias, se aproveitando de pessoas vulneráveis e deixando carteiras vazias por onde passam”, diz o psicólogo canadense Robert Hare, professor da Universidade da Colúmbia Britânica e um dos maiores especialistas no assunto.

Os psicopatas que não são assassinos estão em escritórios por aí, muitas vezes ganhando uma promoção atrás da outra enquanto puxam o tapete de colegas. Também dá para encontrá-los de baciada entre políticos que desviam dinheiro de merenda para suas contas bancárias, entre médicos que deixam pacientes morrer por descaso, entre “amigos” que pegam dinheiro emprestado e nunca devolvem… Lendo esta reportagem, não se surpreenda se você achar que conhece algum. Certamente você já conheceu.

O francês Philip Pinel, um dos pais da psiquiatria, escreveu no século 18 sobre pessoas que sofriam uma “loucura sem delírio”. Mas o primeiro estudo para valer sobre psicopatia só viria em 1941, com o livro The Mask of Sanity (“A Máscara da Sanidade”, sem tradução para o português), do psiquiatra americano Hervey Cleckley. Ele dedica a obra a um problema “conhecido, mas ignorado” e cita casos de pacientes com charme acima da média, capacidade de convencer qualquer um e ausência de remorso. Com base nesses estudos, Robert Hare passou 30 anos reunindo características comuns de pessoas assim, até montar sua escala Hare, o método para reconhecer psicopatas mais usado hoje.

Seja como for, não é fácil identificar um. Psicopatas não têm crises como doentes mentais: o transtorno é constante ao longo da vida. Outras funções cerebrais, como a capacidade de raciocínio, não são afetadas. Algumas características, no entanto, são evidentes.

Segredos e mentiras
Atributo número 1: mentir. Todo mundo mente, mas psicopatas fazem isso o tempo todo, com todo mundo. Inclusive com eles mesmos. Eles são profissionais da lorota.

Ana*, há 9 anos conheceu um cara incrível. Ele dizia que, com apenas 27 anos, era diretor de uma grande companhia e que, por causa disso, viajava sempre para os EUA e para a Europa. Atencioso e encantador, Cláudio era o genro que toda sogra queria ter. “Em 5 meses, a gente estava quase(casando. Então a mãe dele revelou que era tudo mentira, que o filho era doente, enganava as pessoas desde criança e passava por um tratamento psiquiátrico.”

“O diagnóstico de transtorno anti-social depende de um exame detalhado. É que, além de mentir, ele mostra ausência de culpa”, afirma o psiquiatra Antônio de Pádua Serafim, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

E esse é um atributo-chave da mente de um psicopata: cabeça fresca. Nada deixa esses indivíduos com peso na consciência. Fazer coisas erradas, todo mundo faz. Mas o que diferencia o psicopata do “todo mundo” é que um erro não vai fazer com que ele sofra. Sempre vai ter uma desculpa:
Justamente por achar que não fazem nada de errado, eles repetem seus erros.

“Psicopatas reincidem 3 vezes mais que criminosos comuns”, afirma Hilda Morana, que traduziu e adaptou a escala Hare para o Brasil. “Tem mais: eles acham que são imunes a punições.” E isso vale em qualquer situação. Até na hora de jogar baralho. Psicopatas não aprendem com punições. Não adianta dar palmadas neles.

Além disso, psicopata que se preze se orgulha de suas mancadas. Esse sujeito pode ser o marido que trai a mulher e se gaba para os amigos. Ou coisa pior.

Eis mais um traço psicopático. “Eles tratam as pessoas como coisas”, afirma o psiquiatra Sérgio Paulo Rigonatti, do Instituto de Psiquiatria do HC. Isso acontece porque eles simplesmente não assimilam emoções.
Em 2001, o psiquiatra Antônio Serafim colocou presos de São Paulo para assistir a cenas reais horripilantes. Cada um ouvia, por um fone, sons desagradáveis, como gritos de desespero. “Os criminosos comuns tiveram reações físicas de medo”, diz ele. “Já os identificados como psicopatas não apresentaram sequer variação de batimento cardíaco.”

Mais: uma série de estudos do Instituto de Neurociência Cognitiva, nos EUA, mostrou que psicopatas têm dificuldade em nomear expressões de tristeza, medo e reprovação em imagens de rostos humanos. “Outros 3 estudos ligaram psicopatia com a falta de nojo e problemas em reconhecer qualquer tipo de emoção na voz das pessoas”, afirma Blair.

É simples: assim como daltônicos não conseguem ver cores, psicopatas são incapazes de enxergar emoções. Não as enxergam nem as sentem, pelo menos não do mesmo jeito que os outros fazem. Em vez disso, eles só teriam o que os psiquiatras chamam de proto-emoções – sensações de prazer, euforia e dor menos intensas que o normal. “Isso impede os psicopatas de se colocar no lugar dos outros”, diz Hilda Morana.

Esse jeito asséptico de ver o mundo faz com que um psicopata consiga mentir sem ficar nervoso, sacanear os outros sem sentir culpa e, em casos extremos, retalhar um corpo com o mesmo sangue-frio de quem separa as asinhas do peito de um frango assado.

Ok, o problema central dos psicopatas é que eles não conseguem sentir emoções. Mas por que isso acontece?
Para a neurologia os “circuitos” do cérebro de um psicopata são fisicamente diferentes dos de uma pessoa normal. Agora, resta saber se essas deficiências vêm escritas no DNA ou se surgem depois do nascimento.
Hoje, se sabe que boa parte da estrutura cerebral se forma durante a vida, sobretudo na infância. Mas cientistas buscam uma causa genética porque a psicopatia parece surgir independentemente do contexto ou da educação. “Nascem tantos psicopatas na Suécia ou na Finlândia quanto no Brasil”, afirma Hilda Morana. “Os pais costumam se perguntar onde foi que erraram.” A impressão é que psicopatas nasceram com o problema. “Eles também surgem em famílias equilibradas, são irmãos de pessoas normais e deixam seus pais perplexos”, afirma Oliveira-Souza.
James Blair vai pela mesma linha: “Estudos com pessoas da mesma famíla, gêmeos e filhos adotados indicam que o comportamento dos psicopatas e as disfunções emocionais são coisas hereditárias”, afirma.

Os que vêm de famílias equilibradas e viveram uma infância sem grandes dramas teriam uma probabilidade maior de se transformar naqueles que mentem, trapaceiam, roubam, mas não matam. Mais de 70% dos psicopatas diagnosticados são desse grupo, mas não há motivo para alívio. Psicopatas infiltrados na política, em igrejas ou em grandes empresas podem fazer estragos ainda piores.

Exemplos não faltam. O político absurdamente corrupto que é adorado por eleitores, cativa jornalistas durante entrevistas, não entra em contradição nem parece sentir culpa por ter recheado suas contas bancárias com dinheiro público é um. O líder religioso que enriquece à custa de doações dos fiéis é outro. E por aí vai.
“Eles costumam se dar bem em ambientes pouco estruturados e com pessoas vulneráveis. Agem como cartomantes, pais de santo, líderes messiânicos”, afirma Oliveira-Souza. Psicopatas não tão fanáticos, mas com a mesma falta de escrúpulos, também estão em grandes empresas, sugando dinheiro e tornando a vida dos colegas um inferno.

A habilidade para mentir despudoradamente sem levantar suspeitas faz com que eles se dêem bem já nas entrevistas de emprego. O charme que eles simulam ajuda a conquistar a confiança dos chefes e a pressionar para que colegas que atrapalham sua ascensão profissional acabem demitidos. Não raro, costumam ocupar os cargos hierárquicos mais altos.
Sociopatas corporativos são responsáveis por escândalos como o da Enron, em 2002, quando a empresa americana mentiu sobre seus lucros para bombar preços de ações.

O que fazer?
Seja nas empresas, nas ruas, nossos amigos com transtorno anti-social são tecnicamente incapazes de frear seus impulsos sacanas. Mas, para os psiquiatras, essa limitação não significa que eles não devam ser responsabilizados pelo que fazem. “Psicopatas têm plena consciência de que seus atos não são corretos”, afirma Hare. “Apenas não dão muita importância para isso.” Se cometem crimes, então, devem ir para a cadeia como os outros criminosos.

Só que até depois de presos psicopatas causam mais dores de cabeça que a média dos criminosos. Na cadeia, tendem a se transformar em líderes e agir no comando de rebeliões, por exemplo. “Mas nunca aparecem. Eles sabem como manter suas fichas limpas e acabam saindo da prisão mais cedo”, diz Antônio de Pádua Serafim.

Por conta disso, a psiquiatra forense Hilda Morana foi a Brasília em 2004 tentar convencer deputados a criar prisões especiais para psicopatas. Conseguiu fazer a idéia virar um projeto de lei, que não foi aprovado. Nas prisões brasileiras, não há procedimento de diagnóstico de psicopatia para os presos que pedem redução da pena. Tampouco há procedimentos para evitar que psicopatas entrem na polícia – uma instituição teoricamente tão atraente para eles quanto as grandes empresas. Também não há testes de psicopatia na hora de julgar se um preso pode partir para um regime semi-aberto. Nas escolas, professores não estão preparados para reconhecer jovens com o transtorno.
Também não existem tratamentos comprovados nem remédios que façam efeito. Outro problema: quando levados a consultórios, os psicopatas acabam ficando piores. Eles adquirem o vocabulário dos especialistas e se munem de desculpas para justificar seu comportamento quando for necessário. Diante da falta de perspectiva de cura, quem convive com psicopatas no dia-a-dia opta por vigiá-los o máximo possível.

Charme
Tem facilidade em lidar com as palavras e convencer pessoas vulneráveis. Por isso, torna-se líder com freqüência. Seja na cadeia, seja em multinacionais.
Inteligência
O QI costuma ser maior que o da média: alguns conseguem se passar por médico ou advogado sem nunca ter acabado o colegial.
Ausência de culpa
Não se arrepende nem têm dor na consciência. É mestre em botar a culpa nos outros por qualquer coisa. Tem certeza de que nunca erra.
Espírito sonhador
Vive com a cabeça nas nuvens. Mesmo se a situação do sujeito estiver miserável, ele só fala sobre as glórias que o futuro lhe reserva.
Habilidade para mentir
Não vê diferença entre sinceridade e falsidade. É capaz de contar qualquer lorota como se fosse a verdade mais cristalina.
Egoísmo
Faz suas próprias leis. Não entende o que significa “bem comum”. Se estiver tudo ok para ele, não interessa como está o resto do mundo.
Frieza
Não reage ao ver alguém chorando e termina relacionamentos sem dar explicação. Sabe o cara que “foi comprar cigarro e nunca mais voltou?” Então.
Parasitismo
Quando consegue a confiança de alguém, suga até a medula.

Fonte:
The Psychopath – James Blair e outros, Blackwell, EUA, 2006
Without Conscience – Robert Hare, Guilford, EUA,1993
The Sociopath Next Door – Martha Stout, Broadway, EUA, 2005

#Saúde Diabetes e Alzheimer são iguais?

ImagemUm dos grandes desafios evolucionários foi conseguir aumentar a quantidade de açúcar no sangue para satisfazer a necessidade de energia do cérebro. Agora, com a exagerada oferta de alimentos hipercalóricos, isso virou um problema. Um estudo da Universidade de Nova York em Albany sugere que a causa mais comum de perda da memória, a doença de Alzheimer, seja talvez uma forma de diabetes no cérebro.

O diabetes é a doença do metabolismo mais comum entre os humanos. Existem dois tipos: o tipo 1, quando a produção de insulina pelo pâncreas é pouca, e o tipo 2, quando a insulina não consegue abrir facilmente os canais nas paredes das células do corpo, para permitir a entrada de açúcar para dentro delas. E o que ocorre é uma produção aumentada da insulina pelo pâncreas, mas mesmo assim o nível de açúcar no sangue é alto e ele é depositado em locais onde não deveria estar, como na parede das artérias, por exemplo.

A causa mais comum de diabetes tipo 2 é a obesidade, pois as células de acúmulo de gordura naturalmente têm maior resistência à insulina. O diabetes tipo 2 atinge hoje quase 400 milhões de pessoas no mundo.

Baseado em estudos
 anteriores que demonstraram que pacientes diabéticos acumulam em seus neurônios os mesmos novelos de uma proteína chamada beta-amiloide, que existe na doença de Alzheimer e prejudica o funcionamento dos neurônios responsáveis pela memória, o pesquisador Ewan McNay apresentou um estudo no encontro da Sociedade para Neurociências, em San Diego, em novembro, em que associou ainda mais o diabetes tipo 2 à doença de Alzheimer.

McNay e colaboradores simularam o aparecimento de diabetes em 20 ratos, ofertando-lhes uma dieta rica em calorias e gordura, tornando-os obesos e diabéticos. Alimentou outros 20 ratos com uma dieta saudável, depois treinou os dois grupos a associarem uma gaiola escura.

Quando os ratos eram colocados em uma gaiola escura, ficavam parados em pânico, sem se moverem por algum instante, esse momento foi a medida utilizada para definir o tempo que os ratos continuavam se lembrando de que poderiam tomar choques naquela gaiola escura. Quando os ratos que se tornaram diabéticos eram colocados na gaiola, eles ficavam parados por apenas metade do tempo do que os ratos normais. Isso foi interpretado como esquecimento.

Para saber se a perda de memória estava relacionada aos novelos de substância beta-amiloide, os pesquisadores aplicaram nos ratos diabéticos uma vacina que desfaz os novelos, mas nada aconteceu, então injetaram outra vacina que desfaz os oligômeros, que são acúmulos menores e solúveis de beta-amiloide, que quando se juntam formam os novelos e, aí sim, os ratos voltaram a se comportar como os que receberam a dieta saudável. Com esses resultados os pesquisadores entenderam que não são os novelos de substância beta-amiloide que provocam a perda de memória, mas o acúmulo dos oligômeros.

Outros estudos já demonstraram que as mesmas enzimas que destroem esses oligômeros também estão encarregadas de destruir a insulina que chega ao sistema nervoso. Quando existe uma sobrecarga de insulina nas células cerebrais, as enzimas ficam tão atarefadas em destruir a insulina que os oligômeros acabam se acumulando dentro da célula. Esses oligômeros, por sua vez, dificultam a ação da insulina, pois bloqueiam seu receptor, o local onde a insulina gruda na parede da célula para permitir a entrada de açúcar dentro dela. Esse bloqueio dificulta a entrada de açúcar, o pâncreas entende que precisa produzir mais insulina para o sistema funcionar, e aí  inicia-se um círculo vicioso, mais insulina, mais oligômero, mais resistência à insulina, o pâncreas produz então mais insulina, e está feito o estrago.

por Rogério Tuma/CartaCapital Ilustração: Claudia Kievel

Rádios comunitárias têm até o dia 30 para regularizar outorgas

RadiosCerca de 600 rádios comunitárias terão de regularizar a situação das outorgas até o próximo dia 30. De acordo com o Ministério das Comunicações, as recentes mudanças na legislação sobre radiodifusão comunitária tornarão mais simples o processo de renovação, que será parecido ao das emissoras privadas. A apresentação de projeto técnico será dispensada.

As emissoras que estiverem com a outorga vencida e deixarem de solicitar a renovação dentro da data limite terão a autorização extinta, informou por meio de nota o diretor de Acompanhamento e Avaliação de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Octavio Pieranti.

A autorização para execução de serviço de radiodifusão comunitária tem validade de dez anos, podendo ser renovada por igual período. As emissoras beneficiadas por essa medida são as que receberam as primeiras outorgas, entre 1999 e 2001. Como na época ainda não havia uma norma regulamentando o processo de renovação, as cerca de 600 emissoras comunitárias funcionaram de forma provisória.

Os pedidos de renovação podem ser apresentados por protocolo ou postados pelos Correios, para o endereço da Coordenação de Radiodifusão Comunitária ou do Departamento de Outorgas (Bloco R, Anexo B, Via N2 – Esplanada dos Ministérios, Brasília-DF, CEP: 70044-900.

Agência Brasil

#PRÊMIO PRESS DE JORNALISMO

#PRÊMIO #PRESS Terei orgulho de apresentar junto com Maria do Carmo a 14ª edição do Prêmio Press, que já é o maior e mais disputado prêmio do jornalismo brasileiro. Será nesta terça-feira, dia 26.

Neste ano, nas duas primeiras fases de votação – Voto Popular e Voto Profissional – foram registradas mais de 483 mil indicações. Na festa que acontece, na noite desta terça-feira, no Teatro Dante Barone, serão conhecidos os vencedores nas 16 categorias, escolhidos na 3ª etapa de votação por um Júri de Lideranças, formado por 30 personalidades convidadas pela revista Press.

O grande homenageado desta edição será o jornalista Lasier Martins, que irá receber o Troféu Sistema Fiergs Homenagem Especial, pelos seus mais de 50 anos de jornalismo.

 

 

CURSO: MATRIZ DE COMPETITIVIDADE – METODOLOGIA DE TOMADA DE DECISÕES

No próximo dia 30/11/2013 (manhã e tarde) a Attos Planejamento & Gestão de Negócios em parceria com a Faculdade IDC em seu programa de Extensão realizará o curso na área de gestão de negócios com o Prof. Nelson Perez:

MATRIZ DE COMPETITIVIDADE – METODOLOGIA DE TOMADA DE DECISÕES ORIENTADAS PELO MERCADO.

A Matriz de Competitividade é uma ferramenta muito útil para a orientação de decisões que visem a manutenção ou o incremento da condição de competitividade de empresas ou de produtos e que, ainda, interfere muito significativamente na postura profissional dos gestores que a dominam.

Contamos com a sua participação.

Informações e inscrições: www.idc.edu.br

Imagem 

 

#Artigo| Queremos uma sociedade sustentável

Desacelerar é preciso. Desconstruir. Oxigenar. Parar,respirar, acalmar a mente e

Selo%20para%20Facebook%202[1]

relaxar o corpo

J. JUAREZ PEREIRA*

Um mundo acelerado. Agendas cada dia mais apertadas. As novas tecnologias, que surgiram com a proposta de encurtar o tempo de trabalho, estão nos envolvendo mais e mais. Reuniões, atualizar o blog, Facebook e Twitter. Ter lucro e mais sucesso. Ser benchmark. Compromissos inadiáveis! O custo disto? Estresse, psiquê abalada, menos tempo com a família, má alimentação, poluição. Ou seja, uma vida insustentável. E como mudar este panorama? Desacelerar é preciso. Desconstruir. Oxigenar. Parar, respirar, acalmar a mente e relaxar o corpo: inspirar para transformar.

Uma sociedade sustentável traz como premissas a vivência dos princípios fundamentais da Doutrina Social Cristã. No seu alicerce os valores da vida social: a verdade, a liberdade e a justiça. Com isso, as atitudes e ações dos cristãos devem ser orientadas por esses valores sociais e os princípios fundamentais desta doutrina.

Idealizar um modelo de sociedade mais equilibrada, com sustentabilidade. Apostando na crença de que é preciso sonhar para alcançar uma realidade diferente da que vivemos, a Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas do Rio Grande do Sul _ ADCE/RS realizará a 3ª edição do FAS _ Fórum ADCE para Sustentabilidade, hoje e amanhã, no Sheraton Porto Alegre Hotel.

A proposta é abordar a sustentabilidade sob o mote: ‘A sociedade sustentável é a sociedade que sonha’, focando o tema ‘ar’. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os anos, cerca de 6 milhões de pessoas perdem suas vidas por causa da poluição do ar. Por isso, a importância de tratar desta questão.

A ADCE/RS orienta e espera de seus membros práticas que se tornem referência, estimulando o líder cristão a assumir seu papel transformador na construção da sociedade sustentável. Um exemplo a ser seguido por seu compromisso público e conduta baseada no que é verdadeiro, justo e certo.

Atitude focada no espírito de servir e no modelo de Cristo no Evangelho. Ter no homem a origem e fim de todas as coisas é fundamento da ação do líder cristão. Promover a dignidade humana através da verdade, da oportunidade, da caridade, da justiça, da paz social e ambiental. Deixar essa semente plantada na mente e no coração dos participantes do 3º FAS para germinar sonhos e práticas sustentáveis. Esse é o nosso desejo.

*Vice Presidente da ADCE/RS e Coordenador do 3º FAS

#JUSTIÇA: prorrogado recolhimento de depósito prévio e de custas processuais em decorrência da greve dos bancários

Resolução prorroga recolhimento de depósito prévio e de custas processuais em decorrência da greve dos bancários

 

Resolução prorroga recolhimento de depósito prévio e de custas processuais em decorrência da greve dos bancários

O recolhimento de depósito prévio e de custas processuais devidas à União, em decorrência de ajuizamento de ação ou interposição de recurso no âmbito do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1.ª Região e de suas seções e subseções judiciárias, será prorrogado para o terceiro dia útil subseqüente ao término da greve dos bancários, iniciada no dia 19 de setembro.

A decisão foi tomada, de forma conjunta, pelo presidente do Tribunal, desembargador federal Mário César Ribeiro, e pelo corregedor regional da Justiça Federal da 1.ª Região, desembargador federal Carlos Olavo, por meio da Resolução Presi/Coger n.º 1, assinada no dia 2 de outubro de 2013. A prorrogação alcança apenas os recolhimentos devidos a partir da deflagração da greve e o recolhimento dos depósitos deverá ser comprovado até o quinto dia útil subseqüente ao da sua efetivação.

Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1.ª Região

MUSICA: A mulher por trás dos #Beatles

freda-

Documentário ‘Nossa Querida Freda’ revela personagem desconhecida, que acompanhou toda a trajetória do grupo de rock e trabalhou para os músicos mesmo depois do fim da banda.

Uma fã mandou uma fronha para o fã-clube dos Beatles, com uma carta implorava que Ringo dormisse nela e depois devolvesse pelos correios. Freda Kelly, presidente do fã-clube e secretária dos Beatles no escritório de seu empresário, Brian Epstein, foi à casa do baterista e mandou que ele dormisse com a fronha. No dia seguinte, pegou a peça e a enviou para a moça apaixonada. “Eu era também uma fã, pensava como uma fã”.

Nossa Querida Freda – A Secretária dos Beatles (Good Ol’ Freda), documentário em exibição no Festival do Rio 2013 e que revela ao público a mulher que acompanhou os Fab Four de 1961 a 1972 – ou seja, manteve-se em contato com John, Paul, George e Ringo mesmo depois do fim da banda, em 1970.

Em outro momento, John Lennon deu um ataque e a demitiu, certo dia. Freda olhou para os outros três e perguntou: “Vocês também estão me demitindo?”. Todos gritaram que não. Ela olhou para John e avisou que a partir dali ele seria responsável pela própria correspondência e agenda. Foi o suficiente para John implorar para que ela voltasse. A secretária avisou que só faria isso se ele pedisse de joelhos. Dito e feito. Poucas pessoas no mundo devem ter conseguido tal façanha, mas Freda não era qualquer uma. “Para os Beatles, ela era uma irmã. Para as famílias, uma filha”, conta Angie McCartney, madrasta de Paul.

Angie sabe do que fala. Freda aprendeu a beber com o pai de Paul, a dançar com o pai de George e frequentava a casa de Ringo diariamente. Na casa de John, era das poucas a entrar pela porta da frente. “Como nunca ouvi falar de Freda?”.

“Ela passou os últimos 40 anos se escondendo de seu passado com os Beatles. Não queria nenhuma atenção, reconhecimento, fama ou dinheiro. Eu a conheço pessoalmente, conheci minha vida toda. Meu tio é Billy Kinsley (da banda The Merseybeats), que aparece no filme, eles são amigos. Cresci perto da Freda, mas não sabia. Ela se aproximou pedindo que eu gravasse sua história para ela dar de presente para sua família. Quando comecei as entrevistas com ela, fiquei impressionado. “Isso tem que ser mais que um filme familiar!”, conta o diretor, Ryan White.

Freda é tão reservada que nem mesmo sua família conhecia sua história. Mas ao longo das entrevistas, se soltou. A mulher que emerge na tela é uma grande contadora de histórias.
Quatro músicas dos Beatles estão no documentário: Love Me Do, I Feel Fine, I Saw Here Standing There e I Will. Ryan White passou dois anos para conseguir o aval de todas as pessoas envolvidas. Para completar, no fim do filme, durante os créditos finais, Ringo Star faz uma pequena aparição falando sobre Freda. O outro Beatle ainda vivo, Paul McCartney, só aparece em imagens de época. Segundo o diretor, Paul apoiou o projeto desde o início, mas sua agenda não permitiu uma participação. Freda, no entanto, não tentou falar com nenhum dos dois. “Quem tenta entrar em contato com seus chefes de 40 anos atrás?”, perguntou ela ao cineasta.

Num dos momentos mais esperados do filme, Ryan White pergunta a Freda: “Você saiu com algum deles?”. “Não”, ela responde. Depois de uma pausa, tenta esconder um sorriso tímido. “Houve histórias, mas não quero ninguém arrancando os cabelos… Isso é pessoal!”, encerra.
Veja

NEGÓCIOS: as mudanças pretendidas pelo governo para criar o Simples universal

calculatorO governo pretende universalizar o Simples Nacional e adotar a classificação pelo porte da empresa, e não pela atividade, para permitir seu ingresso no regime unificado de tributos. O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, espera que a medida seja aprovada até o fim do ano pelo Congresso Nacional. Em até 12 meses, Afif ainda pretende colocar em prática um processo único para abertura e encerramento de empresas.

A primeira inclui o fim da substituição tributária para empresas no regime, a unificação de obrigações como FGTS e Caged, a facilitação da abertura e fechamento de empresas por meio de uma rede unificada, a Redesim, e o modelo simplificado de tributação para todas as categorias de empreendedores com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões.

Essa última proposta, se aprovada, vai impactar no cotidiano de empresários como André Fernandes, que há 15 anos administra uma consultoria na área de alimentos em Jundiaí, cidade do interior paulista. Com faturamento anual entre R$ 250 mil e R$ 350 mil, a MV Engenharia mantém um portfólio de clientes de peso, como Pepsico e Nestlé. Um negócio que, segundo Fernandes, “segue bem, mas poderia estar melhor”. “Fico pensando: ‘meu faturamento cabe no Simples tranquilamente’. Mas por ser uma empresa de consultoria, não posso aderir ao sistema. Se fosse diferente, isso representaria uma economia importante e isso traria reflexos para a empresa”, destaca o empresário.

Na ponta do lápis, Fernandes calcula que uma possível migração do Lucro Presumido, seu sistema atual, para o Simples Nacional traria uma economia entre R$ 30 mil a R$ 50 mil por ano. Isso, ele diz, levando em conta a queda da carga tributária e os custos operacionais gerados pela contabilidade, que no Lucro Presumido demandam um volume maior de processos e mão de obra. “Isso daria condição de contratar de um a dois funcionários para melhorar o atendimento e ampliar a empresa”, destaca Fernandes, que tem três empregados fixos.

Complemento. Afif também apresentou propostas para eliminar algumas exigências para facilitar a participação das micro e pequenas empresas em licitações. Na terceira linha de atuação, o ministro estuda maneiras para fazer dos pequenos empreendimentos a porta de entrada dos jovens no mercado de trabalho por meio do programa Jovem Aprendiz.

A proposta que deve enfrentar mais resistência é a que encerrar a substituição tributária. No regime, o pagamento do ICMS é antecipado no início da cadeia produtiva e o cálculo é feito em cima de uma base presumida de preço final, o que torna os desembolsos maiores.

 

CONHEÇA AS PROPOSTAS DA SECRETARIA DA MICRO E PEQUENA EMPRESA

Universalização
Ampliar categorias que podem ser incluídas no Simples Nacional, assim, corretores e advogados, por exemplo, poderão ser beneficiados.

Unificação
Unificar obrigações como o FGTS, Caged e Rais.

Substituição Tributária
Fim da substituição para empresas optantes do Simples. O regime faz com que as empresas paguem alíquota maior.

Certidões
Eliminar exigências para participação em licitações e exigir uma certidão: a da Previdência Social.

Abertura de empresa
Facilitar a abertura e fechamento de negócios por meio da integração de sistemas e um cadastro digital unificado, a Redesim.

Jovem Aprendiz
Incluir as micro e pequenas empresas na Lei do Jovem Aprendiz como estímulo e não obrigação.

Estadão/RENATO JAKITAS E GISELE TAMAMARcalculator

%d blogueiros gostam disto: