Arquivos da Categoria: Negocios

LIVROS: Fusão entre Penguin e Random House cria maior grupo editorial do planeta

A Bertelsmann, empresa alemã de mídia, e a Pearson, sua rival no Reino Unido, estão fundindo a Random House e a Penguin, suas respectivas editoras de livros, numa reação aos desafios surgidos com a revolução dos e-books. Marjorie Scardino, presidente da Pearson, disse que a nova empresa terá mais recursos para investir em publicações digitais, o que poderá incluir o desenvolvimento de uma plataforma virtual para vender livros diretamente aos consumidores ou a criação de um leitor eletrônico para enfrentar o Kindle, da Amazon.

Numa iniciativa que deve desencadear mais consolidação, as empresas anunciaram que 53% da Penguin Random House serão propriedade da Bertelsmann e os 47% remanescentes serão da Pearson, dona do “Financial Times”. Os dois grupos concordaram em conservar suas participações durante pelo menos três anos, depois dos quais a Bertelsmann deverá tentar ampliar sua fatia, de acordo com uma fonte.

A Bertelsmann é a maior multinacional de mídia da Europa e uma das cinco maiores do mundo. Em 2012, a Random House teve um sucesso especular com a trilogia Cinquenta Tons de Cinza, de EL James, que só nos países de língua inglesa vendeu mais de 30 milhões de cópias – metade das quais em versão digital.

A multinacional alemã nomeará cinco diretores para o conselho da Penguin Random House; a Pearson será responsável por quatro.

“Nossa nova companhia reunirá a experiência de duas das mais bem sucedidas e sólidas editoras comerciais. Essa fusão vai criar uma casa editorial que dará aos funcionários, autores, agentes e comerciantes de livros acesso a recursos sem precedentes,” disse o novo diretor executivo da Penguin Random House, Markus Dohle.

VALOR

 

GLOBO TEVE LUCRO DE R$ 2 BILHÕES COM ‘AVENIDA BRASIL’, DIZ REVISTA FORBES

Avenida Brasil foi um sucesso não apenas de público, mas também de faturamento. A novela, que terminou nesta sexta (19) com recorde de audiência, registrou também o maior faturamento já alcançado por uma produção televisiva em toda a América Latina. Ao todo, foram 2 bilhões de reais em lucros. O cálculo foi feito pela renomada revista de economia norte-americana Forbes. As dezenas de anunciantes, que pagam entre R$ 500 mil e R$ 800 mil durante os intervalos de Avenida Brasil, renderam à TV Globo cerca de R$ 1 bilhão nos meses em que esteve no ar. O lucro total da emissora com a novela, com os acordos publicitários, alcança a marca de R$ 2 bilhões. Apesar do custo para a produção da novela também ser alto, em torno de R$ 90 milhões, a emissora ainda manteve uma margem de lucro altíssima.
via blog  do Zeca

Abrir empresa no Brasil leva até 119 dias

O excesso de burocracia dificulta a vida do empreendedor brasileiro. Reunir toda a documentação para se abrir uma empresa no Brasil pode levar até 119 dias. Nos casos menos demorados, é possível finalizar todas as etapas em 49 dias, segundo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Para o gerente de competitividade da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Cristiano Prado, é justamente o excesso de burocracia que atrapalha a “formalização e legalização” dos negócios, além de encarecer o procedimento. “O Brasil tem cultura de exigir burocracia muito forte. São fases desnecessárias que tomam o tempo do empresário e torna mo processo mais caro. Às vezes é tão complicado que o empresário prefere ficar na ilegalidade ou informalidade”, avaliou.

Pesquisa da Firjan aponta que o custo médio para abertura de empresas no Brasil é R$ 2.038. O valor pode variar 274% entre os estados. O levantamento destaca que é mais barato abrir um negócio na Paraíba (R$ 963). Já os empreendedores de Sergipe têm que desembolsar até R$ 3.597 para o mesmo fim.

Segundo o estudo Quanto Custa Abrir uma Empresa no Brasil, o custo é três vezes superior ao que é gasto nos outros países do grupo do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Em 2008, os gastos para abrir uma empresa no país atingiram R$ 430 milhões. Nos outros países do bloco, as despesas com o mesmo processo somaram cerca de R$ 166 milhões. Dos 183 países pesquisados, o Brasil aparece na 58ª posição de alto custo.

O governo federal já identificou a demora no processo e tenta reduzir o tempo de espera do empreendedor. Nesse sentido, o governo aposta no Projeto Integrar, que consiste em um cadastro unificado, no qual todos os órgãos envolvidos no processo de abertura da empresa possam visualizar a documentação necessária. A expectativa é que todas as etapas sejam finalizadas em nove dias.

O programa funciona em caráter experimental em alguns estados. O projeto nacional foi lançado em Brasília em setembro, mas a efetiva redução na espera para se abrir uma empresa deve ocorrer apenas no segundo semestre de 2013.

O custo médio para abertura de empresas no Brasil é R$ 2.038, contra R$ 1.213 na Colômbia, R$ 315 no Canadá e R$ 559 na Rússia. Esse valor varia 274% entre os estados brasileiros, sendo o mínimo na Paraíba (R$ 963) e o máximo em Sergipe (R$ 3.597).

Fonte INFO

Duratex adquire fabricante de chuveiros Thermosystem

A Duratex informou nesta segunda-feira (24/9) que assinou proposta vinculativa de aquisição da Thermosystem Indústria Eletro Eletrônica Ltda., especializada na fabricação de chuveiros eletrônicos e sistemas de aquecimento solar, por R$ 63 milhões.

“Trata-se de empresa inovadora, tendo lançado a primeira ‘ducha eletrônica’ do país e vem crescendo nos últimos anos como um fabricante de design, inovação e valor agregado, atributos estes muito valorizados pela Duratex, e presentes nos produtos Deca e Hydra”, diz o comunicado da empresa enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Os atuais sócios da Thermosystem irão colaborar pelos próximos três anos na gestão conjunta do negócio.

O fechamento do negócio ainda depende do processo de due diligence, e da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Duratex ressalta que a aquisição anunciada nesta segunda faz parte de um plano maio de expansão, que prevê a inauguração, em 2013, de uma nova unidade no segmento de louças no município carioca de Queimados, que terá capacidade anual de produção de 2,4 milhões de peças.

Além disso, a companhia destaca também o investimento estratégico na aquisição de 25% na Tablemac, fabricante colombiana de painéis, que deverá aumentar para 37% no mês que vem.

 

Brasil Economico

Record compra jornal carioca O Dia

Após um mês de especulações sobre a compra, a TV Record concluiu a negociação do jornal carioca O Dia, informa o Jornal do Brasil. De acordo com a publicação, a emissora também leva os diários Marca, Meia Hora e Brasil Econômico, todos da Empresa Jornalística Econômico S/A (Ejesa), pentencente ao grupo português Ongoing.

Parte do grupo português, o portal IG pode ter ficado fora do acordo, uma vez que a Record tem o R7. Não foram revelados valores, mas estima-se que seja superior aos US$ 75 milhões pagos em 2010 pela Ongoing.

Segundo a coluna de Anna Ramalho no JB, o anúncio oficial será feito na próxima semana e a alta cúpula da publicação já foi avisada sobre a troca de comando. A Record já possui jornais em capitais do país como Vitória, Belo Horizonte e Porto Alegre e pretendia ter um periódico no mercado carioca.

Na tarde desta terça-feira, 1°, a presidente do conselho de administração da Ejesa, Maria Alexandra Mascarenhas, negou a venda para a Record. A executiva foi além e afirmou que a empresa não está interessada em negociar os jornais. “Não há fundamentação, razão, e nenhum caminho traçado neste sentido”, disse, conforme nota publicada no site de O Dia.

VW compra fatia restante da Porsche por 4,46 bilhões de euros

A Volkswagen e a Porsche fecharam hoje o acordo de integração que vai transferir ao grupo Volks a totalidade das ações da adquirida. A operação está prevista para ser finalizada em 1º de agosto.

Pela compra, a Porsche vai receber, além de 4,46 bilhões de euros, um ação ordinária da Volkswagen. A montadora já tinha, indiretamente, a gigante alemã como acionista majoritária — a fatia no capital social era de 49,9%.

A aquisição será realizada por meio de uma holding intermediária. O valor da transação, por sua vez, une a avaliação de 3,88 bilhões de euros dos papéis da Porsche que restavam, mais dividendos e metade das sinergias previstas para o negócio. No total, é esperado uma economia de custos no patamar de 320 milhões de euros.

Renato Rostás | Valor

Empresa de Porto Alegre desenvolve sistema de armas para veículos de combate

A AEL Sistemas, de Porto Alegre, está em fase final de desenvolvimento de um sistema de armas nacional para o veículo blindado Guarani. A produção do veículo, que terá 60% de conteúdo nacional, será iniciada no próximo ano, em uma fábrica que a Iveco está construindo no município de Sete Lagoas (MG).

O sistema de armas ou torreta do Guarani, também conhecido pela sigla UT30BR, é composto por um canhão de 30 milímetros e uma metralhadora de 7.62 mm, controlada remotamente pelo atirador e pelo comandante da torre, montada em cima do veículo. Possui ainda um computador central de tiro, que permite à tripulação a execução de tiros de precisão mesmo com o veículo em movimento.

Segundo o vice-presidente de Operações da AEL, Vitor Neves, a venda do primeiro lote de produção do sistema está sendo negociada com o Exército Brasileiro para equipar os 16 carros que vão anteceder a produção seriada do modelo, um programa que prevê 2044 unidades em 20 anos.

O primeiro carro do lote piloto foi entregue pela Iveco, ao Exército, na semana passada, durante a Eurosatory, maior feira de equipamentos de defesa da Europa.

De acordo com o executivo da AEL, um protocolo de intenções firmado com o Estado Maior do Exército contempla o fornecimento de 216 unidades nacionalizadas. “Par cumprir este contrato, a AEL fará um investimento adicional de US$ 8 milhões, além dos US$ 10 milhões já investidos na construção de um centro tecnológico de defesa dedicado ao desenvolvimento de tecnologias na área de defesa”, afirmou.

Mãe de milionário brasileiro desaparecido diz que filho pode ter sofrido surto psicótico

A mãe de Guma Aguiar, o milionário brasileiro desaparecido nos Estados Unidos, acredita que seu filho possa estar vivo e vagando pela região de Fort Lauderdale, na Flórida, após ter sofrido um surto psicótico.

Aguiar foi dado como desaparecido na quarta-feira (20), após seu barco vazio ter sido encontrado à deriva em uma praia de Fort Lauderdale. O telefone celular e a carteira do milionário foram encontrados no barco.

Aguiar tinha um histórico de problemas mentais e chegou a ser internado em um hospital psiquiátrico em 2010.

Em entrevista à rede de notícias CNN, sua mãe, Ellen Aguiar, afirmou que seu filho estava enfrentando ”uma tremenda pressão, que não cessava”.

O milionário, de 35 anos, tem uma fortuna avaliada em US$ 100 milhões (cerca de R$ 206,5 milhões), feita nos Estados Unidos com negócios em petróleo e gás natural. De origem judaica, ele ficou conhecido em Israel por seu trabalho filantrópico no país.

Flórida suspende buscas de milionário brasileiro desaparecido em alto-mar

Ele é filho da americana Ellen e do artista plástico brasileiro Otto de Souza Aguiar, que morreu em 2006. O casal morava no Rio de Janeiro.

“Psicose”

Em uma petição feita por Ellen em um tribunal da Flórida, na qual faz uma solicitação para assumir o controle da fortuna do filho, ela diz que Guma ”pode estar delirando, sofrendo de psicose ou ter desaparecido”.

No documento, ela afirma que ”o ausente desapareceu devido a um desequilíbrio mental, ou outro distúrbio mental, ou, alternativamente, desapareceu em circunstâncias que indicam que ele pode ter morrido, seja naturalmente, acidentalmente, ou nas mãos de outra pessoa”.

Em uma entrevista à rede de TV ABC, Ellen Aguiar levantou até a possibilidade de que ele tenha sido sequestrado, mas ela se mostrou cética.

— Acredito em milagres e espero por um milagre. Mas penso que, realisticamente, o que aconteceu está bem claro. A maior possibilidade é de que ele tenha sido jogado do barco. O barco foi encontrado, mas não o corpo.

R7

Calçados brasileiros: governo pagará mais nas licitações

O governo poderá pagar até 20% mais nas licitações para a compra de produtos dos setores de confecções, calçados e artefatos, desde que sejam manufaturados nacionais. A medida aumenta a competitividade desses produtos brasileiros, que sofrem forte concorrência dos importados. Também representa um incentivo do governo para aumentar os investimentos no País.

O mecanismo, chamado de margem de preferência, foi lançado em agosto de 2011, junto com o Plano Brasil Maior, que contempla medidas de política industrial e de comércio exterior. O incentivo previsto em lei pode chegar a 25%. No entanto, o governo havia fixado uma margem de 8% para confecções, calçados e artefatos, os únicos beneficiados em 2011, e que vigorou até maio deste ano.

Agora, na renovação do incentivo, o governo incluiu uma gama maior de produtos que podem ser adquiridos em licitação pública e ampliou a diferença a 20%. Os critérios para definição da margem de preferência para produtos nacionais levam em conta a capacidade de geração de emprego e renda de cada setor, o desenvolvimento e a inovação tecnológica realizados no País e a diferença de preços entre produtos brasileiros e importados.

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) comemorou a decisão.

“Com a nova margem de preferência, poderemos competir de forma mais equilibrada com os produtos asiáticos, que vinham praticando dumping cambial há algum tempo, já que, no caso da China, a diferença entre real e yuan chega perto de 40% a favor do nosso concorrente”, explicou o presidente da entidade, Aguinaldo Diniz Filho, por meio de nota. Segundo ele, os exportadores chineses contam com 27 tipos de incentivos para baratear ainda mais o preço de seus produtos.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior informou que a medida vale para as compras governamentais de produtos como mosquiteiro para beliche, sapato tipo tênis preto, boné de algodão, boina militar, saco de dormir e vestuários e seus acessórios.

Os Ministérios da Defesa e da Saúde já utilizaram este critério em licitações. Em abril deste ano, o governo ampliou a medida e incluiu medicamentos, retroescavadeiras e motoniveladoras entre os produtos que podem ser adquiridos nas compras governamentais usando a margem de preferência.

AE

Pelé leva sua rede de academia para o exterior

Rede Pelé Club abrirá unidades nos EUA e na China em 2013 e outras cinco no Brasil neste ano.

O rei do futebol também mostra ter habilidade para lidar com cifrões. Os negócios do melhor jogador de todos os tempos vão ultrapassar as fronteiras brasileiras no ano que vem, quando a rede de academias Pelé Club vai inaugurar unidades em países como Estados Unidos e China.

Além disso, o preço das franquias caiu 50% no Brasil para atrair mais investidores.

Segundo André Figer, que gerencia as franquias da Pelé Club, os Estados Unidos e os países da Ásia são o foco inicial da expansão internacional.

“Fizemos uma pesquisa e constatamos que esses são os lugares onde a aceitação do nome Pelé é recorde, além de serem locais onde o futebol, principalmente o feminino, tem crescido muito”. A lista de novos destinos também inclui México, Alemanha, Rússia e Portugal.

“Já temos contatos avançados em todos esses países. O nome do Pelé abre muitas portas”, ressaltou Figer, que não soube precisar o valor das franquias internacionais, mas afirmou que os aparelhos necessários para compor as academias são até 60% mais baratos que no Brasil.

Por enquanto, o rei comanda três academias no país, duas em Minas Gerais e uma em São Paulo, ao lado de Figer, empresário com experiência no mercado da bola. Antes de alçar voos internacionais, a Pelé Club quer franquear mais cinco unidades até o fim deste ano.

“No começo da minha carreira eu não tinha estrutura para treinar e fazer musculação. Precisava improvisar e usava sacos de cimentos, não quero mais ninguém passando por isso”, lembrou Pelé.

A ideia de atrelar o nome de ex-jogador a uma rede de academias surgiu em 2005, mas o formato do negócio precisou ser revisto recentemente porque as franquias eram muito caras.

“Agora com R$ 1 milhão é possível ter uma academia com o padrão do rei. Antes, o mínimo era de R$ 2 milhões”, disse André Figer. “E sempre dá para financiar”, completou Pelé com bom humor.

Do total do investimento inicial, 40% é destinado para a compra de máquinas e equipamentos e a taxa de franquia é de cerca de R$ 120 mil. O faturamento das três unidades da Pelé Club no ano passado foi de R$ 15 milhões.

As cinco unidades abertas até o final deste ano serão instaladas nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, em cidades com mais de 200 mil habitantes. “Quem sabe um dia ainda não abrimos uma academia em Três Corações”, brincou Pelé, fazendo referência a cidade mineira onde nasceu.

Brasil Econômico

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