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Google faz doação milionária ao Instituto de Imprensa Internacional

O Google anunciou, na última quarta-feira (24), que doou US$ 2,7 milhões para o Instituto Internacional de Imprensa na intenção de promover a inovação no Jornalismo.
Com sede em Viena, na Áustria, o instituto irá aplicar o dinheiro da doação em seu IPI News Innovation Contest (Concurso Inovação de Noticias), cujo objetivo é financiar projetos relacionados para o desenvolvimento de novas plataformas digitais, novos modelos de negócio para o jornalismo e formação em comunicação digital na África, Europa e Oriente Médio.
“Na era da internet é importante a inovação contínua do jornalismo e estamos prontos para ajudar a incentivar isso”, disse o diretor de relações externas para Europa, Oriente Médio e África do Google, Peter Barron, que afirmou apostar no jornalismo pois essa seria uma atividade muito importante no contexto atual da comunicação digital.
Entre alguns pontos importantes do fundo estão subsídios para a criação de normas de notícias para garantir a confiabilidade da fonte e o acesso do público à informação, além da aplicação de um modelo sustentável que garanta a renda e os custos da agência e a capacitação digital para os jornalistas.
Segundo lembra o site Mundoconectado, a doação do Google é o cumprimento de uma promessa feita em outubro do ano passado. Na ocasião, a empresa prometeu doar US$ 5 milhões a organizações sem fins lucrativos que trabalham para maior desenvolvimento do jornalismo digital.

Google vai ‘tirar’ barra de endereços do Chrome

Google Chrome 7 (Foto: Reprodução)

O navegador Google Chrome pode adotar uma nova interface que mudaria a forma como o endereço de web aparece, publicou nesta segunda-feira (21) o jornal britânico “The Daily Telegraph”.

Desenvolvedores do software estariam testando uma mudança radical no modo como o endereço é mostrado no navegador. Segundo fontes próximas à companhia, a barra de endereço tira um bom espaço que poderia ser usado na navegação.

Um plano considerado pelo Google seria tornar a barra de endereços apenas visível quando os usuários passam o mouse em uma parte específica da tela. O novo modo de navegação “compacto” tiraria a barra de endereço de cada aba, liberando mais espaço na tela para a exibição da página. Hoje, mais de 120 milhões de usuários usam o Google Chrome.

Google: Art Project buscador dentro dos museus

A partir desta semana não é só mais de ruas, fachadas e cotidianos que vive o serviço street view do Google. A empresa lançou na terça-feira 1, em Londres, o seu “Art Project” para que os amantes das artes possam explorar obras nos interiores de diversos museus pelo mundo. A página lembra o serviço de busca eletrônica street view, porém as câmeras mostram uma visão 360º graus das salas dos museus. O site Google Art Project já está no ar, por enquanto na língua inglesa.

A tecnologia utilizada pela empresa faz com que as imagens sejam reproduzidas em uma resolução de sete bilhões de pixels (qualidade considerada mil vezes maior do que a das câmeras digitais convencionais). As obras podem ser observadas com uma visão microscópica dos detalhes dos traços.

Entre as instituições que já podem ser visitadas estão o Metropolitan Museum of Art, (Nova York), o palácio de Versalles (França), Rijksmuseum (Holanda), a Tate Gallery (Londres). Segundo o Google, o número deve subir nos próximos meses

John Lennon: bacana, simples e tocante a homenagem do Google

Google Street View chega ao Brasil

O serviço Google Street View – que permite um passeio virtual em 360º – chegou às ruas do Brasil nesta quinta-feira. O país é o primeiro da América Latina a contar com a ferramenta. Inicialmente, apenas São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais estão disponíveis para o tour. Ao todo são 51 cidades, incluindo localidades históricas de Minas Gerais e todos os municípios da Grande São Paulo.

No post de divulgação do serviço, no blog oficial, a Google usa uma foto da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro (imagem acima).

O mapeamento foi feito com a utilização do carro especial da Google, que conta com nove câmeras para fotografar o horizonte e o céu, fornecendo uma captura de 360º na horizontal e 280º na vertical. Além disso, fotos de usuários e imagens capturadas pela bicicleta Google Trike permitem visualizar locais de difícil acesso para o automóvel – no entanto, o interior das favelas do Rio de Janeiro ainda não pode ser “visitado”, embora existe o interesse de mapeá-las, segundo a Google.

O mapeamento das cidades brasileiras vai continuar, e o objetivo da empresa é ter coberto 90% das ruas do país nos próximos dois anos. Estão na lista do Google Street View todas as cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014 – Porto Alegre inclusive.

O Google Street View pode ser acessado através do Google Maps. O serviço nas ruas do Brasil está disponível, por enquanto, apenas para alguns usuários, devido ao grande volume de conteúdo. A promessa da Google, segundo o G1, é que o acesso esteja liberado para todos a partir da segunda-feira.

Google coloca novamente carros de captura de imagem

O Google vai colocar os veículos de captura de imagem Street View de volta às ruas na próxima semana.

Depois da polêmica sobre a captura não autorizada de dados sigilosos em redes Wi-Fi, o que provocou a suspensão do serviço por determinação judicial, o Google reconheceu a falha e informou nesta sexta-feira que corrigiu o problema de acordo com as exigências.

“Após falar com os devidos órgãos reguladores, nós decidimos recomeçar os trabalhos do Street View na Irlanda, Noruega, África do Sul e Suécia na próxima semana”, disse Brian McClendon, vice-presidente de Engenharia do Google, no blog oficial da empresa.

O executivo disse ainda que o Google reconhece o erro de ter capturado dados em redes Wi-Fi. “Nossos carros não coletarão mais dados via Wi-Fi, mas continuarão a coletar fotos e imagens 3D. Nós reconhecemos que cometemos sérios erros, mas trabalhamos rapidamente para consertar essas falhas”, diz.

A coleta indevida de dados foi descoberta por autoridades alemãs especializadas em proteção de dados após terem auditado as informações recolhidas pelos carros Streew View. Com isso, foram abertas investigações em diversos países onde o Street View está presente, como Canadá, França, Reino Unido e EUA.

Tatiana Schnoor/Valor

Orkut desativa Recado Privado

Na quarta-feira, o Google anunciou a implantação de uma nova funcionalidade ao Orkut: os recados privados.

Como muitos usuários faziam uso dos depoimentos para enviar recados aos amigos sem que os demais usuários tivessem acesso ao conteúdo, a empresa resolveu ajudar, permitindo que somente o remetente e o destinatário pudessem ler o conteúdo do recado.

Mas a receptividade dos usuários não foi nada boa, fazendo com que o Google voltasse atrás em sua decisão, e desativasse temporariamente o recurso.

Segue a íntegra da nota oficial, divulgada por Victor Ribeiro, funcionário do Google:

“Nosso time trabalha intensamente para trazer novidades para você. Fazer o uso do orkut mais fácil e mais privado têm sido nossas maiores preocupações. Por exemplo, recentemente modernizamos e simplificamos a página de definir suas preferências de privacidade, tornando muito mais fácil e claro o controle de o quanto e com quem você quer compartilhar suas informações, fotos e recados.

Recados, aliás, desde 2004 quando lançamos o orkut, têm sido um dos maiores sucessos dentro do orkut. Sabemos como manter uma comunicação simples e segura com seus amigos é importante. Por isso, depois de quase um ano de lançamento da nova interface do orkut, introduzimos duas novidades, para transformar os recados em algo ainda mais divertido e interessante para você:

Os recados podem se transformar em verdadeiras conversas com seus amigos, as mensagens de todos que estão na conversa ficam visíveis em seus perfis individuais.

Mas isso não quer dizer que você perdeu privacidade, ao contrário, incluímos uma seleção, logo abaixo da caixa da caixa de recados, pelo qual você pode, no ato de escrever o recado, definir se essa é uma conversa privada ou pública. Se você definir como privada, só você e seu amigo ou amigos escolhidos vão poder ler. No orkut, nós levamos sua privacidade muito a sério e queremos que ela seja muito fácil de entender, configurar e usar.

Mas apesar dos nossos cuidados para trazer uma boa experiência para os usuários, as mudanças não foram plenamente bem recebidas. Os recados no orkut já eram abertos e visíveis a todos, bastava ir aos perfis dos amigos e acompanhar a troca de scraps, nós agora introduzimos uma ferramenta para torná-los reservados. Mas entendemos suas preocupações, vamos retirar essas novas funcionalidades, voltaremos à prancheta de desenho e traremos novos recurso de privacidade assim que incorporarmos algumas das contribuições que vocês dividiram conosco.”

Fonte: Google Discovery

Google divulga 1000 sites mais visitados

O Google divulgou hoje uma lista com os 1.000 sites mais visitados da web. Chamado de Ad Planner Top 1000 Sites, o relatório leva em considerações apenas visitantes únicos que usaram o serviço de buscas para chegar ao seu destino.

Como de costume, o Facebook está no topo da lista. Com 540 mil visitas únicas –  um alcance global de 35% – , o Facebook atingiu, em abril, 570 bilhões de pageviews.

Na sequência, aparecem Yahoo, com 490 milhões visitas únicas, seguido do Live.com, com 370 milhões de acessos, da Wikipedia, com 310 milhões, e do portal MSN, com 280 milhões.

A relação completa pode ser acessada aqui.

Entre as redes sociais, o Twitter aparece na 18º colocação, seguido do MySpace, na 26,º e do Flickr, na 31º posição.

O primeiro site brasileiro a aparecer na lista é o UOL, na 95º colocação, com 23 milhões de acessos únicos, 4 bilhões de pageviews e um alcance global de 1,5%.

Publicada mensalmente, o relatório aponta o número de visitantes únicos, número de páginas vistas, e chegar a cada um dos sites incluídos. É uma ótima maneira de referência rápida dos sites mais populares na web.

A lista não leva em consideração sites adultos, redes de anúncios, domínios que não têm conteúdo publicamente visível ou que não carregam corretamente, e alguns sites do Google.

Google dará acesso à internet por televisores

A Google está finalizando os preparativos para lançar em maio um software para facilitar a navegação pela internet através de televisores, afirmou nesta sexta-feira o “The Wall Street Journal”, em sua edição digital.

O jornal detalha que o software é baseado no sistema operacional Android e está pensado para que os programadores possam criar ferramentas que facilitem o acesso à rede através de televisores.

O software se chamaria Google TV e seria apresentado, segundo o jornal nova-iorquino, durante a conferência que a companhia convocou em San Francisco (Califórnia) para os próximos dias 19 e 20 de maio.

Os esforços para facilitar a navegação pela internet através de televisores e outros tipos de telas despertou um especial interesse entre companhias como Sony, Intel e Logitech, que, segundo o jornal, poderiam desenvolver produtos baseados no software, embora nenhum deles tenha feito alguma declaração nesse sentido.

Saúde: internet vira consultório

Estudantes de medicina trocam livros por ferramentas virtuais para auxiliar seus diagnósticos. No entanto, a divergência de informações em páginas como a ‘Wikipédia’ pode ser uma ameaça para profissionais e pacientes.

A internet invade os consultórios Estudantes de medicina vêm usando páginas como a Wikipédia e o Google como fonte de pesquisa para assuntos médicos (foto: Júlia Dias Carneiro).

A internet tem servido a cada dia mais como importante instrumento de pesquisa, principalmente entre os alunos. Recente estudo da Universidade de Melbourne, na Austrália, avaliou a relação de estudantes de medicina com a internet, procurando entender os impactos desse novo comportamento.

Os resultados mostram que páginas como Google e Wikipédia são as mais acessadas, apesar de serem consideradas as menos confiáveis. No Brasil, especialistas garantem que a situação é similar e sugerem que a solução está em páginas avaliadas pelos próprios profissionais.

O artigo, publicado no British Journal of Educational Technology pelos pesquisadores Terry Judd e Gregory Kennedy, observou a maneira como os estudantes de diferentes períodos acadêmicos utilizam as ferramentas em questão. Esses jovens, classificados por eles como a “Geração Internet”, vêm desenvolvendo uma conduta autodidata, recorrendo à busca de informações na rede mundial de computadores. Um dos problemas apontados está na distância entre essa geração e a anterior, de seus professores, menos acostumados a essa prática.

Periódicos on-line são fontes menos procuradas, enquanto o Google e Wikipédia ocupam o topo da lista

Os pesquisadores analisadas aproximadamente quatro mil sessões de navegação na internet, coletadas a partir dos computadores da universidade e referentes às consultas feitas por cerca de 840 estudantes.

A conclusão foi de que os periódicos on-line são as fontes menos procuradas, enquanto endereços como Google, Wikipédia e eMedicine ocupam o topo da lista. Ao contrário dos periódicos, que têm conteúdo analisado por pesquisadores de áreas específicas, essas páginas fornecem informações sem qualquer garantia sobre a qualidade do conteúdo.

Prejuízo na formação dos médicos

Judd e Kennedy explicam, em seu artigo, que a preocupação é de que essas fontes generalizadas possam alterar a informação mais especializada, interferindo em futuros diagnósticos e na formação desses estudantes.

“Os estudantes de medicina devem receber orientações sobre como apurar as fontes e selecionar dados, de modo que possam usar as informações disponíveis na internet da melhor forma”, alertam os autores.

Os questionários revelaram que os estudantes têm acesso amplo a várias fontes de pesquisa relacionadas à medicina. No entanto, na análise das sessões de navegação, elas geralmente apareceram como sugestões apontadas pelas páginas de pesquisa mais genéricas. A tese é de que há uma preocupação maior com a praticidade do que com a qualidade e confiabilidade dos recursos.

O caso brasileiro e a solução

O perigo do acesso imediato à informação está na falta de análise criteriosa da qualidade

No Brasil, a mesma situação tem sido observada nas aulas de medicina. Mauro Schechter, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), acredita que o perigo do acesso imediato à informação está na falta de uma análise criteriosa em relação à qualidade. “Assim como as revistas impressas avaliam e publicam as produções médicas mais relevantes, é preciso pensar em adaptações para analisar o que circula na internet”, salienta.

As consequências de se usar a internet como fonte para diagnósticos são observadas inclusive nas próprias consultas, às quais os pacientes já chegam com uma série de informações. Pensando na nova relação entre os profissionais de saúde e pacientes, a Fundação Oswaldo Cruz criou, no fim do ano passado, o Laboratório Internet, Saúde e Sociedade (Laiss), com o objetivo de indicar páginas eletrônicas que possam servir de referência na área da saúde.

Ao contrário de ferramentas como o MedPedia, uma espécie de Wikipédia restrita a conteúdo médico, a proposta do laboratório é desenvolver mecanismos que ajudem a selecionar informações, sobretudo para portais de saúde.

Ferramentas para analisar conteúdo, transparência e clareza na abordagem dos temas

André Pereira, que coordena o Laiss, explica que essas páginas seriam destinadas àqueles que já são filiados às sociedades médicas, que repassariam os resultados aos pacientes.

Essas ferramentas de avaliação devem analisar aspectos como conteúdo, transparência das fontes, facilidade de navegação dos usuários e clareza na abordagem dos temas. Dessa forma, André Pereira garante que médicos e pacientes serão bem informados.

“O médico do futuro precisa indicar não apenas os remédios ou diagnósticos, mas também páginas de internet a serem consultadas”, reflete.


Larissa Rangel

Ciência Hoje On-line

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