Arquivos da Categoria: Economia

BMW terá fábrica em Santa Catarina ou São Paulo

A montadora alemã BMW planeja investir em uma nova fábrica no Brasil, buscando ampliar sua presença no crescente mercado de carros de luxo na maior economia d

a América Latina, disse à Reuters o vice-presidente financeiro da empresa, Friedrich Eichiner.

“Vamos submeter o plano de investimento ao governo brasileiro”, disse ele em comentários feitos por e-mail nesta quinta-feira,
A decisão põe fim a meses de incertezas sobre a instalação de uma fábrica da BMW no Brasil, depois que o governo federal levantou barreiras para a importação de veículos. recusando-se a dar detalhes sobre o montante do investimento, que ainda depende de negociações com o governo.

Os planos atuais comtemplam a construção de uma fábrica em São Paulo ou em Santa Catarina.

Reuters

Estudo: brasileiros são donos da quarta maior fortuna do mundo em paraísos fiscail

 Um estudo inédito, que, pela primeira vez, chegou a valores depositados nas chamadas contas offshore sobre as quais as autoridades tributárias dos países não têm como cobrar impostos, mostra que os super-ricos brasileiros somaram até 2010 cerca de US$ 520 bilhões (ou mais de R$ 1 trilhão) em paraísos fiscais. Trata-se da quarta maior quantia do mundo depositada nesta modalidade de conta bancária.

O documento The Price of Offshore Revisited, escrito por James Henry, ex-economista-chefe da consultoria McKinsey, e encomendado pela Tax Justice Network, cruzou dados do Banco de Compensações Internacionais, do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e de governos nacionais para chegar a valores considerados pelo autor.

O relatório destaca o impacto sobre as economias dos 139 países mais desenvolvidos da movimentação de dinheiro enviado a paraísos fiscais. Henry estima que, desde os anos 1970 até 2010, os cidadãos mais ricos desses 139 países aumentaram de US$ $ 7,3 trilhões para US$ 9,3 trilhões a “riqueza offshore não registrada” para fins de tributação.

A riqueza privada offshore representa “um enorme buraco negro na economia mundial”, disse o autor do estudo. Na América Latina, chama a atenção o fato de, além do Brasil, países como o México, a Argentina e Venezuela aparecerem entre os 20 que mais enviaram recusos a paraísos fiscais.

John Christensen, diretor da Tax Justice Network, organização que combate os paraísos fiscais e que encomendou o estudo, afirmou à BBC Brasil que países exportadores de riquezas minerais seguem um padrão. Segundo ele, elites locais vêm sendo abordadas há décadas por bancos, principalmente norte-americanos, para enviarem seus recursos ao exterior. “Instituições como Bank of America, Goldman Sachs, JP Morgan e Citibank vêm oferecendo este serviço. Como o governo americano não compartilha informações tributárias, fica muito difícil para estes países chegar aos donos destas contas e taxar os recuros”, afirma.

Segundo o diretor da Tax Justice Network, além dos acionistas de empresas dos setores exportadores de minerais (mineração e petróleo), os segmentos farmacêutico, de comunicações e de transportes estão entre os que mais remetem recursos para paraísos fiscais. “As elites fazem muito barulho sobre os impostos cobrados delas, mas não gostam de pagar impostos”, observa Christensen. “No caso do Brasil, quando vejo os ricos brasileiros reclamando de impostos, só posso crer que estejam blefando. Porque eles remetem dinheiro para paraísos fiscais há muito tempo”.

Chistensen diz ainda que no caso do México, da Venezuela e Argentina, tratados bilaterais como o Nafta (tratado de livre comércio EUA-México) e a ação dos bancos americanos fizeram os valores escondidos no exterior subirem vertiginosamente desde os anos 70, embora “este seja um fenômeno de mais de meio século”. O diretor da Tax Justice Network destaca que há enormes recursos de países africanos em contas offshore.
As infomações são da “BBC Brasil”.

Empregados domésticos com carteira assinada não chegam a 40% em todo Brasil

A formalização entre empregados domésticos não chega a 40% em nenhum dos estados brasileiros. Apesar dos dados do relatório Perfil do Trabalho Decente no Brasil: um Olhar sobre as Unidades da Federação, divulgado  pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), indicar que houve avanços na formalização dos trabalhadores do país – que chegou a 53,6% entre 2003 e 2010–, o acesso à prImagemoteção social, a benefícios e à Previdência não atingiu os trabalhadores domésticos – ocupação que inclui empregadas, diaristas, jardineiros, motoristas, entre outras funções. 

São Paulo é o estado onde há o maior índice de formalização, com 38,9% dos trabalhadores domésticos com carteira assinada, seguido por Santa Catarina (37,6%) e Distrito Federal (37%). No Amazonas, no Ceará e no Piauí, o índice de formalização não atinge 10% dos empregados domésticos – 8,5%, 9,3% e 9,7%, respectivamente.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), usados pela OIT no estudo, há 6,9 milhões de trabalhadores domésticos entre 16 e 64 anos no Brasil, dos quais cerca de 93% são mulheres – o que corresponde a 6,4 milhões de pessoas. Desse total, 61,9% são negras.De acordo com a diretora da OIT no Brasil, Laís Abramo, constata-se que os trabalhadores domésticos não têm os mesmos direitos que o conjunto dos outros trabalhadores assalariados do país.“Houve aumento de formalização entre esses empregados, mas em ritmo inferior ao restante do mercado de trabalho”, informou Laís.

Desde 2010, tramita no Congresso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 478/10, a PEC das Domésticas, que tem o objetivo de reduzir a informalidade no setor e ampliar o direito dessas trabalhadoras.De acordo com a proposta, os empregados deverão ter direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), limitação de jornada de trabalho, recebimento de hora extra e adicional noturno, férias, décimo terceiro salário, entre outros benefícios.

A PEC ainda não foi aprovada porque não houve definição quanto ao número de dias de trabalho que caracterizarão o vínculo empregatício, o que atinge especialmente os empregados diaristas.

ULBRA desenvolve carro que faz 60 km/l de combustível

Um projeto do curso de Engenharia Mecânica Automotiva da ULBRA está desenvolvendo um veículo capaz de percorrer 60 quilômetros consumindo apenas um litro de combustível no percurso. A iniciativa pode modificar a maneira que os veículos atuais são produzidos, além de possibilitar que novos consumidores acessem esta fatia de mercado, embora os criadores não tenham a intenção de produzir o carro em escala industrial.


O desafio, que é comandado pelo responsável pelo Grupo de Tecnologia Automotiva (GTA), e vinculado ao curso de Engenharia Mecânica Automotiva e a Pós-graduação em Engenharia da Universidade, Luiz Carlos Gertz, está em fase de elaboração, com um protótipo já construído. Este protótipo foi batizado de Gogo. A equipe não é novata na empreitada de desenvolver veículos automotores, tanto que em um passado recente criou, com sucesso, o Camelo e o Avus.


Pa
ra iniciar o projeto de construção do Gogo, assim como nos outros protótipos, o corpo docente apresenta uma proposta na disciplina de Protótipos e os acadêmicos determinam, durante um semestre, como será o veículo. “Os alunos decidem em conjunto na própria sala de aula todas as características, desde a localização do motor, as soluções para o câmbio, a velocidade máxima e outros aspectos. Entretanto, durante cada uma das etapas existe a orientação dos professores”, enfatizou Gertz. Desta forma, o carro acaba se tornando a principal ferramenta para preparar o acadêmico para a atividade profissional. “Buscamos iniciar o processo criativo dos alunos, incentivando o desenvolvimento de protótipos, fazendo com que pensem em todos os aspectos na construção de um veículo. E claro, buscamos também provar que é possível fazer um carro muito econômico utilizando a tecnologia disponível atualmente”, destacou o docente.


A mecânica do protótipo Gogo é basicamente a mesma de um Corsa 1000, porém com redução significativa da massa do veículo. Como o carro ainda não está pronto, é estimado que seu peso gire em torno de 600 kg. A diminuição da massa acarreta em redução de consumo por causa da diminuição de resistência a rolagem. “Outra modificação considerável ocorre na forma, tornando o coeficiente de arrasto aerodinâmico gerado muito inferior ao original. Houve ainda redução na área frontal do carro, fazendo com que ele disponha de apenas dois lugares. Um ocupante fica na frente e o outro atrás. Nosso veículo tem apenas duas grandes diferenças em relação a um carro original: a forma da carroceria e o peso. Toda mecânica restante corresponde a de um carro 1000, sem alteração nenhuma”, afirmou Gertz.


Em construção, o Gogo utiliza do Corsa o sistema motopropulsor, bancos, eixo traseiro, suspensão, uma parte do painel e pedais. O chassis do protótipo, construído no laboratório da Universidade, foi feito em tubos de aço, que proporciona boa rigidez, associada à pequena massa. A parte externa será feita em fibra de vidro.


O veículo será extremamente ecológico, pois vai emitir menos gases poluentes no comparativo com os automóveis atuais, devido à característica de consumir uma pequena quantidade de combustível, já que a proposta é fazê-lo percorrer 60 quilômetros com apenas um litro. Especificamente sobre esse assunto, o professor do curso de Engenharia Ambiental da ULBRA, Emerson Prochnow, entende que o grande diferencial está no consumo. “Este veículo percorrendo 60 quilômetros com um litro de combustível, irá emitir seis vezes menos gases poluentes no comparativo a um carro que percorra a mesma distância consumindo 10 litros”, enfatizou Emerson.

Outros informações sobre os cursos de Engenharia da Universidade podem ser obtidas através do e-mailengmecancia.canoas@ulbra.br ou pelo fone (51) 3462.9505.

Lenovo vai abrir fábrica em Itú SP

A Lenovo vai investir 30 milhões de dólares para construir uma fábrica no interior de São Paulo, em Itu. As instalações empregarão até 700 funcionários dentro de dois anos, sendo que incluem uma fábrica de computadores comerciais e de consumo para os clientes no Brasil e um centro de distribuições. Dan Stone, vice-presidente da Lenovo, foi nomeado como presidente das operações no Brasil.

“O anúncio é a primeira etapa de um plano ousado e de longo prazo que compreende estratégias orgânicas e inorgânicas de crescimento, cujo objetivo é dobrar a nossa participação de mercado no Brasil”, afirmou Stone.

Via The Next Web

Ministra do Meio Ambiente desabafa e discute com manifestantes: “NÃO POSSO RESOLVER TUDO”

Um grupo de manifestantes conseguiu quebrar o silêncio da Ministra de Meio Ambiente Isabela Teixeira sobre questões como Código Florestal e a hidrelétrica de Belo Monte na quinta-feira (21), durante o Side Event do governo federal sobre políticas de redução do desmatamento do Brasil, realizado no penúltimo dia da Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável.
O grupo protestava inicialmente contra o Código Florestal e a construção da hidrelétrica de Belo Monte. Protestava de forma silenciosa, apenas empunhando cartazes e distribuindo adesivos da campanha, que foram entregues à ministra e integrantes da mesa.
O evento prosseguia normalmente, até que o grupo resolveu ficar de pé, na frente da mesa onde estavam a ministra do Meio Ambiente, representante do governo alemão, do Banco Mundial e outros, que preferiram ignorar o que acontecia.
Não demorou muito, um dos manifestantes, começou discursar em inglês, devido a maior parte do público ser de outros países. Com frases enfáticas, o rapaz repetia que “o Brasil não é democrático e o código é um retrocesso”.
A ministra, que mediava a mesa, pediu inúmeras vezes para falar, mas a moça não parava. A segurança foi acionada, chegou a puxá-lo, mas a Isabela Teixeira pediu que o soltassem. Foi nesse momento que o silêncio foi quebrado. Visivelmente alterada, a ministra criticou duramente os manifestantes. O grupo se sentiu fortalecido com a atenção dada pela ministra e perguntou sobre o Código Florestal e a construção da hidroelétrica de Belo Monte. No meio da discussão, a ministra pediu insistentemente para falar.
– Nós estamos tentando ter um diálogos com você há muito tempo… Este país não é democrático, é mentiroso – respondeu uma manifestante.
A ministra Isabela Teixeira não aceitou o que foi dito e respondeu:
– Se o país é mentiroso, talvez não tivesse a menor taxa de desmatamento dos últimos tempos. A sua não é a única verdade. Isso aqui é um espaço democrático e em espaço democrático você precisa ouvir as pessoas e ser ouvido. E eu estou ouvindo os seus protestos.
Leia mais no Blog da Amazônia.

Crise se alastra na cadeia automotiva e atinge autopeças

 

A queda nas vendas de caminhões e ônibus no primeiro quadrimestre de 2012 atingiu a indústria de autopeças vinculadas à cadeia de veículos pesados.

Enquanto montadoras como Ford, Volkswagen/Man, Mercedes-Benz, Scania e Volvo anunciam paralisações das linhas de produção, as autopeças anunciam antecipação de férias e, em alguns casos, demissões.

A Seeber Fastplast, fornecedora de componentes plásticos para veículos Mercedes, Ford e Man, já fez um corte de 180 trabalhadores, a maior parte da unidade de Diadema, na Grande São Paulo.

As demissões sacrificaram o terceiro turno, criado em 2011 para atender a forte demanda de caminhões no ano passado.

“Custa caro montar um turno e custa caro fechar um turno. Mas as perspectivas a partir de abril não eram boas. E até agosto, não vemos nenhuma perspectiva diferente. Foi difícil, mas foi a única solução”, diz Nelson da Costa, 54, gerente de Recursos Humanos da Seeber.

Agora, de 920 trabalhadores, entre próprios e terceiros, ao menos 200 operários entram em férias coletivas a partir da próxima semana. A previsão é que em julho, com os estoques das montadoras ajustados, a produção volte ao nível normal.

A MWM Internacional, empresa afiliada a norte-americana Navistar Engine Group, apelou para um acordo inusual com os sindicatos dos metalúrgicos de Canoas (RS) e São Paulo: redução de jornada com redução de salário.

O acordo promete evitar 900 demissões entre as duas unidades industriais. Em Canoas, o acordo prevê a paralisação de 12 dias ao longo de três meses, um dia para cada semana do mês. Em troca, poderá cortar 15% dos salários.

Código de barras vai alertar vencimento do produto e não emitirá nota fiscal

Os distraídos e os que não olham a validade dos produtos que compram em breve deixarão de passar por este constrangimento. Também os gerentes de lojas e supermercados deixarão de ser presos por venderem produtos vencidos.

A GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação, presidida por João Carlos de Oliveira – está apresentando ao varejo, especialmente ao setor de supermercados, o GS1 DataBar, um código de barras que oferece todas as informações já usadas, mais a data de validade do produto. Desta forma, quando o cliente passar no caixa para fazer o pagamento, o sistema alertará que o produto está com data vencida e não fará a fatura.

Além de beneficiar o consumidor, o DataBar traz grandes vantagens ao varejista, pois ajudará a controlar os estoques e a planejar promoções, conforme as datas de validade.

O presidente da GS1 Brasil, uma associação que tem 55 mil empresas associadas no Brasil, diz que a missão da entidade é ajudar na melhoria dos processos, da automação e dos negócios. Ele abriu, em São Paulo, a Conferência Internacional da entidade – que tem mais de um milhão de sócios em 150 países -, reunindo especialistas e executivos de importantes empresas e instituições para debater as tendências tecnológicas no varejo.

Além do DataBar, foram apresentados o Código Eletrônico de Produto e a tecnologia de identificação por radiofrequência, já em uso, e o GS1 DataMatrix, que vai permitir ler todas as informações sobre um produto – fabricante, data de fabricação, origem da matéria-prima, validade, preço etc., através do telefone celular.

Danilo Ucha/JC

BOLSA FAMÍLIA INIBE TRABALHO COM CARTEIRA ASSINADA, APONTA ESTUDO

 

O Bolsa Família melhorou a cobertura de vacinas, incentivou a frequência escolar entre jovens, reduziu o trabalho infantil e deu mais poder às mulheres ao transferir renda preferencialmente a elas. Mas teve também um efeito indesejado: uma maior propensão de seus beneficiários a estarem em trabalhos informais, quando comparados com outros trabalhadores pobres.Essas são as principais conclusões da segunda rodada da mais importante avaliação do programa, cujos resultados foram solicitados pelo O Globo ao Ministério de Desenvolvimento Social com base na Lei de Acesso à Informação. O MDS divulgou em seu site o resultado da avaliação e das entrevistas com 11.433 famílias em 2005 e 2009.
O estudo revela que tanto beneficiários quanto não beneficiários igualmente pobres trabalham, em média, o mesmo número de horas. Mas, no caso dos que recebem o Bolsa Família, as atividades no setor informal predominam, com eles trabalhando, em média, oito horas a mais do que os demais em ocupações sem carteira assinada.
Leia mais em O Globo.

Calçados brasileiros: governo pagará mais nas licitações

O governo poderá pagar até 20% mais nas licitações para a compra de produtos dos setores de confecções, calçados e artefatos, desde que sejam manufaturados nacionais. A medida aumenta a competitividade desses produtos brasileiros, que sofrem forte concorrência dos importados. Também representa um incentivo do governo para aumentar os investimentos no País.

O mecanismo, chamado de margem de preferência, foi lançado em agosto de 2011, junto com o Plano Brasil Maior, que contempla medidas de política industrial e de comércio exterior. O incentivo previsto em lei pode chegar a 25%. No entanto, o governo havia fixado uma margem de 8% para confecções, calçados e artefatos, os únicos beneficiados em 2011, e que vigorou até maio deste ano.

Agora, na renovação do incentivo, o governo incluiu uma gama maior de produtos que podem ser adquiridos em licitação pública e ampliou a diferença a 20%. Os critérios para definição da margem de preferência para produtos nacionais levam em conta a capacidade de geração de emprego e renda de cada setor, o desenvolvimento e a inovação tecnológica realizados no País e a diferença de preços entre produtos brasileiros e importados.

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) comemorou a decisão.

“Com a nova margem de preferência, poderemos competir de forma mais equilibrada com os produtos asiáticos, que vinham praticando dumping cambial há algum tempo, já que, no caso da China, a diferença entre real e yuan chega perto de 40% a favor do nosso concorrente”, explicou o presidente da entidade, Aguinaldo Diniz Filho, por meio de nota. Segundo ele, os exportadores chineses contam com 27 tipos de incentivos para baratear ainda mais o preço de seus produtos.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior informou que a medida vale para as compras governamentais de produtos como mosquiteiro para beliche, sapato tipo tênis preto, boné de algodão, boina militar, saco de dormir e vestuários e seus acessórios.

Os Ministérios da Defesa e da Saúde já utilizaram este critério em licitações. Em abril deste ano, o governo ampliou a medida e incluiu medicamentos, retroescavadeiras e motoniveladoras entre os produtos que podem ser adquiridos nas compras governamentais usando a margem de preferência.

AE

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