Arquivo do mês: maio 2012

Câmara aprova PEC que cria Sistema Nacional de Cultura

A Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno na quarta-feira (30/5) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 416/05, que estabelece os princípios do Sistema Nacional de Cultura. A proposta, que ainda precisa ser votada em segundo turno, foi aprovada por 361 votos contra 1. A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, acompanhou a votação da matéria do plenário da Casa.

O texto aprovado é o substitutivo da comissão especial que analisou a proposta, elaborado pelo deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE). O substitutivo inclui todos os órgãos governamentais, planos e sistemas de financiamento e de informações culturais na estrutura do Sistema Nacional de Cultura.

A ideia é aperfeiçoar a colaboração entre municípios, estados e União na gestão conjunta de políticas públicas de cultura. Entre os princípios constantes do texto estão a universalização do acesso a bens e serviços culturais, a complementação dos papéis dos agentes culturais, a democratização dos processos decisórios e a descentralização da gestão.

O SNC será composto por representantes do MinC; do Conselho Nacional da Cultura; dos sistemas de Cultura dos estados, do Distrito Federal e dos municípios; das instituições públicas e privadas ligadas à promoção, ao financiamento e à realização de atividades culturais; e dos subsistemas complementares, como os sistemas de museus, de bibliotecas, de arquivos, de informações culturais, de fomento e de incentivo à cultura.

Como a PEC trata apenas dos princípios, o sistema deverá ser regulamentado por lei federal, que também tratará da articulação com os outros sistemas nacionais ou políticas setoriais de governo. Nos estados, no Distrito Federal e nos municípios, leis próprias deverão organizar os respectivos sistemas.

A íntegra da proposta está disponível aqui.

Agência Brasil

Morre Nelson Jaconina da Orquestra Imperial e antigo parceiro de Jorge Mautner

O músico Nelson Jacobina morreu na manhã desta quinta-feira (31) no Rio de Janeiro, aos 58 anos. Integrante da banda Orquestra Imperial e antigo parceiro de Jorge Mautner, com quem escreveu músicas como “Maracatu atômico”, ele estava internado no CTI do Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, na Zona Sul, onde lutava contra um câncer.

O velório será realizado às 13h desta quinta, no Cemitério São João Batista, também em Botafogo.

De acordo com a assessoria de imprensa do hospital, ele faleceu às 6h45. Um boletim médico ainda será enviado com mais detalhes sobre o óbito. O compositor estava internado desde domingo (27), quando reclamou de falta de ar após uma viagem a trabalho.

Violonista e guitarrista, Nelson Jacobina era parceiro de

 

Mautner desde os anos 1970. Com ele, compôs clássicos como “Lágrimas negras”, “Maracatu atômico”, “Árvore da vida” e “Samba-jambo”.

Já com a Orquestra Imperial desde o início dos anos 2000, ele trabalhava principalmente ao lado de músicos da nova geração da MPB, como Thalma de Freitas, Moreno Veloso, Nina Becker, Kassin e Domenico Lancelotti, além do também veterano Wilson das Neves. Há cerca de um mês, mesmo doente, gravou o segundo álbum de estúdio da banda.

Jacobina descobriu um tumor abaixo do queixo há 15 anos, passou por uma cirurgia e o câncer foi dado como curado. A doença, no entanto, voltou cinco anos atrás e se alastrou até ser diagnosticada a metástase, em 2010.

Brasil gasta R$ 21 bilhões para tratar fumantes

O Brasil gastou no ano passado R$ 21 bilhões no tratamento de pacientes com doenças relacionadas ao cigarro, revela estudo inédito financiado pela Aliança de Controle do Tabagismo. O valor equivale a 30% do orçamento do Ministério da Saúde em 2011 e é 3,5 vezes maior do que a Receita arrecadou com produtos derivados do tabaco no mesmo período. O estudo demonstra ainda que o tabagismo é responsável por 13% das mortes no País.

Nelson Sirotsky deixa presidência da RBS

Tá no site do ColetivaNet

Eduardo Sirotsky Melzer assume o cargo de presidente-executivo no dia 3 de julho

O presidente do Grupo RBS e do Conselho de Administração, Nelson Sirotsky, transmitirá o cargo ao vice-presidente executivo, Eduardo Sirotsky Melzer, que será empossado em 3 de julho. A decisão foi ratificada em reunião do Conselho de Administração da empresa, realizada em São Paulo nesta quarta-feira, 30, e o anúncio foi feito por meio de mensagem enviada aos colaboradores. O cargo de Duda Melzer, como é conhecido, passará a ser de presidente-executivo do grupo.

Com a mudança, Nelson, que ocupou o posto por 21 anos, passa a se dedicar exclusivamente ao cargo de presidente do Conselho de Administração, atividade que acumulará com a liderança do Comitê Editorial das Empresas da RBS. “Iniciamos um processo de sucessão planejado, cujo objetivo principal é o de aperfeiçoamento da nossa Governança Corporativa. Eduardo presidirá a empresa, alinhado às diretrizes gerais e aos objetivos estratégicos fixados pelo Conselho de Administração e pela Assembleia de Acionistas”, destacou Nelson no comunicado.

Para Eduardo, o momento traz desafios motivadores. “Este é um momento especial para a nossa empresa e para a nossa família. Temos oportunidades de crescimento no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e em nosso País. E a RBS é uma grande empresa, que está preparada para a expansão. É muito motivador, como profissional, poder participar desse desafio e, claro, também é especial por reforçar os valores e as crenças cultivadas pelo meu avô Maurício e pelos meus tios Jayme e Nelson”, afirmou Eduardo.

Mais conteúdo: Confira o comunicado de Nelson Sirotsky na íntegra

ColetivaNet

Melhore seu inglês escutando pequenos programas de rádio

Saiba como você pode melhorar sua fluência no idioma escutando podcasts destinados ao estudo do Inglês.

Por Breno Dias Pinheiro

Para o estudante da língua inglesa, os podcasts podem ser uma grande ferramenta de estudo

Falar e compreender o Inglês são habilidades essenciais para o desenvolvimento profissional de qualquer cidadão. Para o empreendedor, conhecer esse idioma pode significar voos maiores, como negócios internacionais e o fortalecimento da rede de contatos com pessoas de todo o mundo. Porém, conhecer apenas as regras gramaticais da língua, é muito pouco. É necessário compreender e dominar o idioma falado.

Com o avanço e popularização dos iPods e seus derivados, surgiram os podcasts. São pequenos programas de rádio que são disponibilizados em MP3 para serem armazenados e ouvidos em aparelhos que suportam esse formato de arquivo, como MP4 Players e telefones celulares. Para o estudante da língua inglesa, diversos desses programetes podem ser uma grande ferramenta de estudo. O Ambiente Externo selecionou os quatro melhores:

1- Big City Small World

Destinado aos estudantes com nível intermediário em inglês, o Big City Small World é uma série que fala sobre um grupo de jovens amigos que tentam a sorte em Londres. Mantido e atualizado pelo Consulado Britânico, os episódios são disponibilizados para download mensalmente e cada um deles possui uma média de quatro minutos.

Endereço: http://learnenglish.britishcouncil.org/en/big-city-small-world

2- Elementary Podcasts

Também mantido pelo Consulado Britânico, o Elementary Podcasts é destinado aos estudantes que estão entre o nível básico e o intermediário. Apresentado por Tess e Ravi, esse podcast é composto por piadas, desafios e jogos que estimulam o listening* do estudante de forma divertida.

Endereço: http://learnenglish.britishcouncil.org/en/elementary-podcasts

3- English at work

O English at Work reúne as palavras e expressões mais utilizadas no ambiente de trabalho. Com quatro minutos de duração, o podcast, mantido pela BBC de Londres, é indicado para os estudantes que utilizam o idioma para fins profissionais.

Endereço: http://www.bbc.co.uk/podcasts/series/eaw

4- The English we speak

Para os estudantes de nível avançado, ao qual apenas precisam melhorar o vocabulário, o “The English we speak” reúne as palavras e expressões mais utilizadas no idioma, que são, nada mais, que aquelas frases e palavras que possuem um significado totalmente diferente da sua tradução direta.

Endereço: http://www.bbc.co.uk/podcasts/series/tae

* listening é a habilidade do aluno em escutar e compreender o idioma

Fonte: blog AMBIENTE EXTERNO

Guga engorda a conta bancária com publicidade

 

Gustavo Kuerten parou de jogar tênis em 2008, mas não deixa de engordar a conta bancária. O ex-tenista acaba de ser contratado, por cinco anos, como novo embaixador da grife francesa Lacoste e já posou para sua primeira campanha publicitária.

Nota da Lacoste:

A LACOSTE tem o prazer de anunciar que o famoso jogador de tênis, Gustavo Kuerten, se tornou hoje o novo embaixador da marca por cinco anos e será apresentado na nova campanha publicitária “Unconventional Chic”. O campeão de tênis representa perfeitamente os valores da marca do Crocodilo: elegância descontraida, estilo e “joie de vivre”.

Famoso por sua impressionante carreira como tenista, Gustavo Kuerten – também conhecido como Guga – divide com a LACOSTE uma relação muito especial com o Torneio de Roland Garros. O estádio foi de fato construído nos anos de 1920 para sediar a primeira Copa Davis, vencida pelos “Quatro Mosqueteiros”, incluindo René Lacoste, o fundador da marca. Anos depois, Gustavo Kuerten venceu o prestigioso Torneio de Roland Garros três vezes, em 1997, 2000 e 2001 e estabeleceu um forte relacionamento com a plateia ao desenhar um coração na quadra de argila após sua última vitória.

“Quando eu era mais novo, Roland Garros e LACOSTE eram parte dos meus sonhos. Hoje, eu vivo esta realidade espetacular; é mais uma experiência mágica em minha vida”, diz Gustavo Kuerten, “Estou muito orgulhoso de ser o embaixador da LACOSTE. Para mim, a LACOSTE é referência em termos de estilo e elegância”.

Além de sua carreira como tenista, Gustavo também participa de várias ações de caridade.  Em 2000, ele fundou o Instituto Guga Kuerten, cujo objetivo é ajudar crianças com deficiência e desprivilegiadas por meio do esporte. Em 2001, ele recebeu o prêmio de juventude e civilização da UNESCO por suas ações fora da quadra. Em 2004, Guga também ganhou o prestigioso “Prêmio Humanitário Arthur Ashe” por seu trabalho no Instituto Guga Kuerten.

Lacoste

MADE IN BRAZIL: depois da cachaça agora compraram nosso churrasco em rodídzio

A GP Investments anunciou nesta terça-feira um acordo para a venda de 100% da Fogo de Chão Churrascaria, por um valor de US$ 400 milhões, para o fundo de private equity Thomas H Lee Partners. A expectativa é que a venda seja concluída no terceiro trimestre de 2012, informou a GP em fato relevante.

A aquisição rende mais que o triplo do valor investido pela GP na compra do negócio (US$ 117,6 milhões), segundo o fato relevante.

A transação ilustra também o interesse dos investidores estrangeiros pelo setor de alimentação e bebidas no Brasil. Um dia depois de a cachaça Ypióca ser vendida para o grupo britânico Diageo, um serviço tipicamente brasileiro, o rodízio de churrascaria, passa a ser prestado por uma empresa estrangeira.

A churrascaria possui atualmente 24 filiais, sendo 17 nos Estados Unidos e 7 no Brasil. Uma delas fica na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro.

O negócio com a Thomas H Lee foi feito pela subsidiária GP Capital Partners III (GPCPIII), fundos de co-investimento e private equity, segundo o documento.

“O investimento total do GPCPIII na Fogo de Chão irá gerar um múltiplo de aproximadamente 3,4 vezes o valor investido e uma TIR (taxa interna de retorno) de 25% em dólares durante um período de menos de seis anos”, afirmou a GP. “A Fogo de Chão irá se tornar o quarto desinvestimento do GPCPIII dentro de seis investimentos realizados pelo fundo”.

OGLOBO

LENOVO pretende ter fábrica no Brasil

Loja da Lenovo em Pequim (Foto: Getty Images)

fabricante de computadores chinesa Lenovo está em busca de aquisições no Brasil em meio ao movimento para aumentar sua presença em grandes mercados emergentes além da China, onde já é o maior fornecedor de computadores em termos de remessas. A segunda maior fabricante de computadores do mundo, atrás apenas da Hewlett-Packard, também está avaliando um plano para construir uma base manufatureira no Brasil, para que possa produzir localmente e evitar as altas tarifas de importação, afirmou o presidente da empresa para as regiões Ásia-Pacífico e América Latina, Milko Van Duijl, em entrevista à Dow Jones.

“Nós estamos interessados em comprar ou trabalhar junto com todos os players (no Brasil), embora não tenhamos escolhido um deles quando se trata de aquisição”, disse Van Duijl. O executivo também afirmou que a companhia não pode ser competitiva no Brasil sem uma base manufatureira local. “Quando é preciso somar (os impostos) aos custos em um negócio de computadores, no qual as margens são pequenas, não há chance em vida de ter sucesso”, declarou.

Os comentários do executivo foram feitos em meio às crescentes preocupações com a desaceleração da economia da China. A Lenovo, que tem 30% do mercado de computadores chinês, tem redobrado os esforços para se expandir em outros mercados emergentes, como Brasil, Índia, Indonésia, Argentina e México, onde a demanda deverá crescer entre os consumidores que compram computadores pela primeira vez.

A Lenovo afirmou que se tornou a marca número um na Índia pela primeira vez no trimestre encerrado em março, com uma fatia de 15,8%. A companhia vê espaço para crescimento na América Latina, onde sua presença continua relativamente pequena. No Brasil, a Lenovo é o player número nove do setor, com participação de mercado de 3,6% no fim de março e seus negócios no País atualmente não são lucrativos. Van Duijl observou que o Brasil recentemente foi superado pelo Japão para se tornar o terceiro maior mercado para computadores depois de China e EUA, em termos de remessas. As informações são da Dow Jones.

EXAME

Novo Código Penal descriminaliza uso privado de drogas

A comissão de juristas responsável pelo anteprojeto do novo Código Penal definiu que a proposta descriminalizará o uso de drogas. Pelo texto aprovado na manhã desta segunda-feira (28), caberá ao Poder Executivo regulamentar a quantidade de substância que uma pessoa poderá portar e manter sem que se considere tráfico. O anteprojeto será submetido ao trâmite legislativo regular após a conclusão dos trabalhos da comissão.

A quantidade de droga deve corresponder ao consumo médio individual de cada tipo de droga pelo período de cinco dias. A regulamentação dessa quantidade específica ficará a cargo de órgão administrativo de saúde pública, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O cultivo para consumo próprio também não será criminalizado.

A presunção de consumo para uso pessoal é relativa. Isso significa que, mesmo portando quantidade de droga menor que a regulamentar, a pessoa poderá ser condenada por tráfico caso se comprove, por outros elementos, que a substância não se destinava ao seu uso pessoal. Da mesma forma, quantidade superior poderá ser considerada como para consumo próprio, caso o acusado consiga comprovar essa destinação.

Crimes mantidos

Pela proposta da comissão, continua sendo crime o uso público e ostensivo de substâncias entorpecentes, assim como nas proximidades de escolas e na presença de crianças e adolescentes.

A pena para esse crime será a mesma atualmente aplicada aos usuários de drogas: advertência sobre os riscos do consumo, prestação de serviços à comunidade e comparecimento a cursos educativos.

Também continua crime a indução, instigação ou auxílio ao uso indevido de droga, com prisão de seis meses a dois anos. O compartilhamento de droga eventual e sem objetivo de lucro, com pessoa do relacionamento do agente, também é punível, com pena entre seis meses e um ano mais multa.

A comissão ainda irá deliberar sobre as causas de redução de pena para o tráfico. O restante da estrutura dos tipos penais relacionados não sofreu alteração significativa. Na mesma sessão, a comissão também tratou debullyingstalking, “flanelinhas” e constrangimento ilegal para tratamento médico.

Brasileiros desconhecem causas do acidente vascular cerebral, diz pesquisa

O Brasil é o país com um dos índices epidemiológicos mais expressivos em número de mortes por acidente vascular cerebral (AVC) na América Latina, com mais de 129 mil casos todos os anos.

Uma das principais causas deste problema é a fibrilação atrial, um tipo de arritmia cardíaca que atinge cerca de 1,5 milhão de pessoas no País. Menos de 4% dos brasileiros, no entanto, conseguem relacionar esscondição à ocorrência de um derrame cerebral.

É o que mostra uma pesquisa realizada pela Bayer HealthCare Pharmaceuticals, com o apoio da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e que analisou sete mil participantes acima de 18 anos, em oito capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Recife, Brasília, Curitiba e Porto Alegre.

Segundo o levantamento, 72% dos entrevistados atribuem as principais causas de mortalidade no Brasil ao câncer, tabagismo ou acidentes de trânsito. Apenas 13% relacionam o AVC à principal causa de óbitos no País. Quando questionados sobre as principais causas de um derrame cerebral, a pressão alta liderou a opinião dos entrevistados, somando 33%.

A obesidade também foi apontada como causa por 26% dos entrevistados. O colesterol alto e a síndrome metabólica também foram bastante citados, com 16% e 10%, respectivamente.

“Os resultados dessa pesquisa demonstram uma necessidade urgente de maior conscientização da população brasileira sobre saúde cardiovascular e seus fatores de risco, especificamente no que diz respeito à arritmia cardíaca. Nesse contexo, a fibrilação atrial tem grande destaque”, alerta o cardiologista Jadelson Andrade, presidente da SBC.

Os AVCs causados por fibrilação atrial comprometem de forma significativa a vida e a qualidade de vida, além de representar um importante ônus da saúde pública. Esse tipo de arritmia cardíaca é um forte fator de risco independente para acidente vascular cerebral e representa cerca de um em cada cinco AVCs isquêmicos.

Os pacientes com fibrilação atrial têm cinco vezes mais probabilidade de ter um AVC, em comparação com a população em geral e, além disso, a fibrilação atrial não diagnosticada previamente é uma causa provável de muitos derrames de origem desconhecida.

Na pesquisa, 71% dos entrevistados disseram não saber o que é fibrilação atrial e apenas 16% dos entrevistados souberam relacioná-la a um tipo de arritmia cardíaca. Os pacientes que têm AVC decorrente de fibrilação atrial têm mais lesão cerebral e sequelas do que aqueles que têm AVC causado por outros motivos.

Sabe-se que o risco de acidente vascular cerebral em pacientes com fibrilação atrial aumenta com a idade e com a adição de outros fatores de risco (pressão arterial alta, acidente vascular cerebral anterior e diabetes).

Entre os fatores de risco para desenvolver a arritmia, 32% não souberam apontar nenhuma causa específica, enquanto 16% relacionam à obesidade e 15% ao sedentarismo. O estresse e o fumo também foram citados por 13% e 10%, respectivamente. Ainda 3% indicaram que a fibrilação atrial pode ocorrer após um AVC.

“Pode-se afirmar que, de modo geral, as pessoas não estão informadas sobre a arritmia cardíaca, sendo um de seus tipos mais comuns a fibrilação atrial, uma das principais causas de AVC”, diz Jadelson. Os médicos conseguem fazer o diagnóstico do problema com exames simples, como a checagem do pulso e a auscultação cardíaca. Além disso, pode-se confirmar a doença através de um eletrocardiograma de repouso.

Cinthya Leite

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