Arquivo do dia: abril 19, 2012

ECOLOGIA: postes que não agridem o ambiente e reduzem custo de obras

Uma inovação tecnológica, com alto impacto no meio ambiente, está chegando nas redes de substransmissão de energia elétrica da AES Sul. Depois de testar em alguns pontos da rede elétrica, a empresa deu início à utilização de postes de PRFV – Poliéster Reforçado com Fibra de Vidro, conhecidos como “postes de fibra de vidro”. Esses postes são usados nas redes de distribuição em várias partes do Brasil.
Os postes de fibra são altamente positivos para o meio ambiente. Entre os principais benefícios estão a imunidade a danos causados por animais, fungos, insetos (cupins), pássaros (pica-paus), umidade e corrosão. Os postes não são condutores de energia, aumentando a segurança dos profissionais que trabalham na rede e da comunidade; não propagam chamas, em caso de algum acidente; são mais leves, gerando economia de transporte; reduzem o impacto ambiental se comparados às estruturas metálicas das linhas de transmissão, pois não utilizam processo de galvanização; dispensam o uso de cimento, areia e ferro se comparados à implantação de postes de concreto ou que exigem base de concreto; e tem uma estética mais interessante do que os outros modelos.
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A AES Sul está priorizando a utilização dos postes de fibra nas linhas de transmissão, enquanto nas redes de distribuição o padrão segue sendo a troca do poste de madeira por postes de concreto. Outros benefícios – Além de redução de danos ambientais, os postes de fibra geram economia e agilidade nas obras. O uso desses postes no lugar de estruturas metálicas para a construção da linha Maçambará x Alegrete 5, de 55km, tem-se a seguinte situação: Redução de 37,% no tempo de execução da obra. Redução de 25% no custo total da obra. Eliminação do uso 1.420m³ de concreto. Eliminação do uso de 36 toneladas de aço. Redução considerável de escavação, uma vez que o poste é colocado diretamente no solo, sem a necessidade de fundações especiais em concreto.
A obra, que custaria inicialmente R$ 12,5 milhões, deverá ser feita com R$ 9,3 milhões.

Músico do ‘Men At Work’ é encontrado morto

 

Greg Ham posa para foto tocando saxofone ao lado de Colin Hay, vocalista do 'Men at Work' - Divulgação
Greg Ham na foto tocando saxofone ao lado de Colin Hay, vocalista do ‘Men at Work’

Sydney, 19 – O músico Greg Ham, da banda de rock australiana Men At Work, foi encontrado morto nesta quinta-feira por um grupo de amigos em uma casa no subúrbio de Melbourne.

Segundo o sargento da polícia australiana Shane O’Connell, a causa da morte está sendo investigada e que, por enquanto, há alguns “aspectos inexplicáveis”.

“Neste momento não estamos preparados para entrar em detalhes precisos sobre o que aconteceu”, acrescentou O’Neill, segundo a rede de televisão “ABC”.

Ham, que tinha 58 anos, se juntou à banda em 1979, em substituição a Greg Sneddon, e tocava flauta, saxofone e teclado.

O grupo alcançou reconhecimento nacional em 1981, com a canção “Who Can It Be Now?”, e ganhou fama internacional no ano seguinte, com o álbum “Business as Usual”, que liderou as paradas de Austrália, Estados Unidos e Reino Unido.

EFE

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