Arquivo do dia: outubro 13, 2011

Porto Alegre passa a ter o Jornal Metro

Porto Alegre será a oitava capital brasileira a receber o Jornal Metro.

Segundo o site Coletiva.net apurou 26 de outubro é a data prevista para o lançamento da publicação gratuita, que circulará em 30 pontos da cidade com tiragem inicial de 40 mil exemplares. Coordenado pelo gerente executivo Luís Grisólio, que atuava na Band News, o projeto é voltado para o público A e B.

O editor-chefe será Flávio Ilha, ex-repórter de economia de Zero Hora. A equipe de redação, que está se instalando no térreo do prédio da Band RS, na Rua Delfino Riet, terá como subeditor Maicon Bock, que também atuava em ZH; a fotógrafa Gabriela Di Bella, ex-Jornal do Comércio; Mônica Kanitz, com passagem pelo JC, será editora de Cultura; e mais um jornalista para a editoria de Esportes, cujo nome ainda não está definido.

Para a área comercial, já estão contratados Ana Almeida, que deixou a rádio Itapema; Miriam Radke, que atuava na Antena 1; Fernando Becker, ex-Correio do Povo; Sabrina Monteiro, que deixou a DCS; e Juliana Machado, que estava na Paim. O cargo de coordenador de distribuição ainda está em aberto e o jornal também contará com cerca de 65 terceirizados, entre promotores, supervisores e coordenadores de qualidade de impressão.

A versão gaúcha do Jornal Metro priorizará notícias locais, atendendo também ao Interior do Estado. As edições estarão divididas basicamente em Cidade, Cultura e Esportes e, no primeiro momento, não há colunistas.

ColetivaNet

Clássicas capas de disco em versão Lego

Nada mais pop do que as capas de discos de vinil, algumas chegando aos estatus de obras de arte, outras simplesmente se revelando como ícones da cultura pop. O Lego brinquedo de montar lançado há décadas e que passou pela infância de todos nós também faz parte dessa mesma cultura. O que tem haver lego com capas de discos? Confira abaixo a fusão dos dois.

 

Essas são apenas algumas das recriações/covers que você pode conferir no site: http://www.thetoyzone.com/20-album-covers-recreated-in-lego/

Via Blog Sonar

Gisele Bündchen: Conar autoriza propaganda

O Conselho de Ética do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) recomendou nesta quinta-feira (13), em primeira instância, o arquivamento do pedido de suspensão da campanha da fabricante de roupas íntimas Hope, estrelada pela modelo Gisele Bündchen. Com isso, a propaganda pode continuar sendo veiculada normalmente.

A decisão do conselho do Conar foi por unanimidade. Participaram da reunião cerca de 20 conselheiros. Segundo a assessoria do Conar, caso não ocorra nenhum recurso, no prazo de 5 dias, o processo será arquivado em definitivo.

Os membros do conselho acompanharam o voto do relator, que considerou que “os estereótipos presentes na campanha são comuns à sociedade e facilmente identificados por ela, não desmerecendo a condição feminina”, informou o Conar, em nota.

A representação foi aberta a partir de denúncias encaminhadas ao Conar por cerca de 40 consumidores e também pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM).

Entenda a polêmica
Os vídeos da campanha, chamada “Hope Ensina”, mostram a modelo contando ao marido que bateu seu carro e estourou o limite do cartão de crédito. Primeiro, Gisele revela os problemas vestida com roupas e, na sequência, apenas de lingerie. A propaganda diz que a primeira maneira é errada, e a segunda, a correta. E incentiva as brasileiras a usar seu “charme”.

A Secretaria de Políticas para as Mulheres afirmou que sua ouvidoria recebeu seis reclamações de pessoas “indignadas” com a propaganda desde o dia 20, quando ela foi ao ar. Além do ofício ao Conar, a SPM também enviou documento ao diretor da Hope Lingerie, Sylvio Korytowski, “manifestando repúdio à campanha.”

“‘Hope Ensina’ é a campanha da empresa que ‘ensina’ como a sensualidade pode deixar qualquer homem ‘derretido’. Nela, a modelo Gisele Bundchen estimula as mulheres brasileiras a fazerem uso de seu ‘charme’ (exposição do corpo e insinuações) para amenizar possíveis reações de seus companheiros frente a incidentes do cotidiano”, diz nota divulgada pela SPM.

 

INSS: Jorgina de Freitas será catedrática

Jorgina de Freitas– aquela larápia do escândalo do INSS que puxou uma cadeia bem levinha –  está cursando o 3º período de Pedagogia da UERJ. Ou seja, teremos, em breve, quem dê boas lições aos nossos estudantes.

Aliás, uma banca formada por ela, Maluf, Erenice, Palocci e outros notórios ladravazes seria tudo o que precisamos: todos pela Educação!

Em valores atualizados, a quadrilha liderada por Jorgina teria roubado R$ 2 bilhões, segundo o procurador regional federal da 2.ª Região, da AGU, Marcos da Silva Couto. A fraudes foram praticadas entre 1988 e 1991.

Anna Ramalho

Siemens demite diretor no Brasil por falta grave

Depois de descobrir o que considerou “graves violações de conduta”, o grupo alemão Siemens demitiu nesta terça-feira o presidente da subsidiária brasileira, Adilson Primo. Sem dar maiores detalhes do que se tratam as violações, a empresa informou, por meio de nota em sua página na internet, que as investigações ainda estão em curso e que os problemas teriam ocorrido em 2007 na subsidiária do Brasil. Adilson Primo estava no comando da operação brasileira desde 2001.

Em seu lugar assume o engenheiro elétrico Paulo Ricardo Stark. Ele já trabalhou em subsidiárias da Siemens no México e na Alemanha, onde ocupava até recentemente a diretoria de uma unidade de negócios da companhia. Stark tem 42 anos e passa a comandar uma operação que teve receita de 1,8 bilhão de euros em 2010 e pedidos firmes de 2,1 bilhões de euros. A subsidiária brasileira da companhia alemã tem mais de 10 mil colaboradores, 13 unidades fabris e sete centros de pesquisa, desenvolvimento e engenharia.

Mídia News

RBS pode adquirir o portal iG

O Grupo RBS deve adquirir a operação do portal iG, controlado pela Oi. Segundo informações obtidas pelo Meio & Mensagem, há um leilão em andamento para efetivar a compra do iG e, entre os interessados, além do Grupo RBS, estão também a Editora Abril e o Yahoo.

Nesta quinta-feira, 13, uma reunião de conselho da Oi deve decidir a venda. O Grupo RBS é o mais cotado para adquirir o iG. O Yahoo que, nos Estados Unidos, tem sido objeto de crescentes investidas agressivas pela Microsoft, que tentou comprar o portal já em 2007, já estaria fora da disputa pelo iG. O que deixa a potencial venda do iG entre o Grupo RBS e a Editora Abril.

Procurado pelo Meio & Mensagem, o presidente do iG, Pedro Ripper, nega a venda. Ripper, além de ser o principal dirigente do iG, é também vice-presidente da Oi da área de inovações, novos negócios, aquisições e fusões. No entanto, Ripper admite que existem várias conversas com o próprio Grupo RBS e outros players.

“Estamos conversando com a RBS e mais dois ou três players. São parcerias que fazem sentido e podem ser para canais (de conteúdo) ou para publicidade”, afirma. O executivo diz que vários players estão fora de escala, ou seja, não têm tamanho para competir com os grandes portais. Ripper prevê um cenário completamente distinto para os portais a médio prazo, entre 12 e 18 meses, com a consolidação dos players.

Procurado para se pronunciar oficialmente sobre a eventual negociação, o Grupo RBS, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que “não está comprando o portal de internet iG.”

E por que faria sentido para a Oi vender o iG, um portal de conteúdo e serviços? Como referência, o Grupo Telefônica controla o portal Terra. Por outro lado, empresas concorrentes da Oi como a própria Telefônica, a Embratel/Claro/Net e a GVT têm investido mais nas ofertas convergentes do que, propriamente, em conteúdo. A Embratel/Claro/Net (controladas pela América Móvil e Telmex, do mexicano Carlos Slim), acaba de lançar um pacote convergente que oferece telefonia fixa e móvel, banda larga fixa e móvel e TV paga. Oferta semelhante tem a Telefônica/Vivo/TVA e a GVT já lançou seu próprio pacote de telefonia fixa e TV paga.

Ou seja, as teles não têm exatamente investido na produção de conteúdo próprio (a não ser a Telefônica, pelo Terra), e sim na sinergia proporcionada pelas redes – as operadoras tanto têm a rede de transporte dos sinais (telefonia, banda larga e TV) quanto as redes de distribuição desses sinais (seja via fio de cobre, fibra óptica ou satélite). Portanto, faz sentido a Oi se desfazer dos ativos do iG que, atualmente, agregam as mais variadas plataformas da operadora, e se dedicar à oferta de telefonia e banda larga (fixa e móvel) e TV paga (por cabo e satélite).

Meio&Mensagem

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