Arquivo do dia: novembro 23, 2010

Ator mata a mãe com espada de samurai

O ator Michael L. Brea, que participou da série “Ugly Betty”, foi preso nesta terça-feira (23) acusado de matar a própria mãe.

De acordo com o site da CBS, Brea teria decapitado a mãe com uma espada de samurai em seu apartamento no Brooklyn, em Nova York.

Os vizinhos da mãe do ator contaram que ouviram Brea gritar versos da Bíblia e ligaram para a polícia depois a mulher gritou por socorro. O ator foi preso e levado para um hospital psiquiátrico.

O relato da polícia aponta que o apartamento estava completamente ensanguentado e o ator teve de ser paralisado com uma arma de choques elétricos para ser levado a instituição psiquiátrica.

Além da participação em “Ugly Betty”, o ator também trabalhou no filme “Step-Up 3D”.

Conheça a cantora brasileira que encantou Paul McCartney

“E se Paul McCartney me chamasse para cantar para ele? Só para ele?” A cantora paulista Izzy Gordon se perguntou isso, meio que sonhando, enquanto fazia esteira numa academia de ginástica. Claro, seria uma loucura. Afinal, ela já havia cantado para Bono Vox em 2008, e um raio não iria cair duas vezes em sua cabeça. Minutos depois, o celular toca. Era o raio de novo. “Estão querendo você para um show no bar do Hotel Hyatt. Dizem que é para um estrangeiro, deve ser o Paul McCartney”, falou seu produtor.

Izzy e banda seguiram para o Upstairs Bar, do Hyatt, por volta das 22h30 de sábado. Seu nome fora indicado pelo próprio hotel para divertir McCartney e sua mulher Nancy, que fazia aniversário. E ela começou com ‘Parabéns a Você’ em ritmo de samba. Depois de ‘Chega de Saudade’ e ‘O Morro Não Tem Vez’, de Tom Jobim, além de uma música de seu repertório, ‘De Cada Lado’.

Sentado ali à sua frente com Nancy no colo, o ex-beatle parecia gostar bastante. “Ele olhava para você como olhava para o John Lennon”, exagerou o empolgado Bocato, trombonista que tocou com a cantora.

Paul foi para o meio da pista do bar, dançou com a namorada, sambou duro, mas sambou. Brincou com os músicos e cantou abraçado com Izzy ‘É com Esse Que Eu Vou’. Izzy fez um segundo ‘Parabéns a Você’ para Nancy, e nesse momento Paul foi a seu ouvido cochichar: “Cante também para o Sidney, o Sidney.” Quem? “Sy-d-ney”, soletrava Paul. O bendito Sidney era um integrante da equipe dele.

O cachê normal de Izzy é R$ 10 mil. Mas McCartney pechinchou. E fechou em R$ 7 mil.

Izzy Gordon cresceu ouvindo jazz e muita música brasileira. De uma família musical, a cantora paulista, filha de Dave Gordon e sobrinha de Dolores Duran, conviveu ouvindo e vendo em sua casa, nomes como Jair Rodrigues, Tim Maia, César Camargo Mariano, Rita Lee, Wilson Simonal, Cassiano, Marisa Gata Manso e muitos outros, que de repente apareciam em sua casa com seu pai, para conversas e jam sessions no piano que ela estudava.

Iniciou sua carreira dando canjas em casas noturnas onde seu pai trabalhava. Mas confirmou seu talento como cantora no musical: “Emoções Baratas”, do diretor José Possi Neto. Com o musical viajou para Curitiba e Porto Alegre. Ainda com José Possi, fez o show da entrega do prêmio Sharp para o Teatro Brasileiro, ao lado de Beatriz Segal e Eva Wilma.

Fez parte da primeira formação do Grêmio Recreativo Amigos do Samba Rock Funk Soul, com Skowa. Com o Grêmio gravou o disco Via Paulista (Sesc Pompéia), ao lado de Jorge Benjor. Também com o Grêmio, fez shows com Ed Motta e gravou o disco 23 de Jorge Benjor, com quem fez uma rápida turnê como backing vocal.

Fez dois musicais com o irmão Tony Gordon: Mr Jazz, com direção de Luis Carlos Miélli e a Tradicional Jazz Band, e Whats on in London, com Christianne Neves.

Izzy se tornou eclética e tem participado de festivais de Jazz & Blues em diversos cantos do Brasil. O Festival mais inusitado aconteceu no carnaval de 2003, no Ceará, na cidade de Guaramiranga, onde também se apresentava Duofel, Tradicional Jazz Band e Hermeto Pascoal. Também em 2003, participou ao lado do irmão Tony Gordon do VI Visa Búzios Jazz & Blues.

Entre seus últimos trabalhos, Izzy recebeu elogios de ninguém menos que Quincy Jones (que já produziu artistas tão diversos como a jazzista Sarah Vaughan e o rei do pop Michael Jackson, entre outros) e toda produção do U2, incluindo o Bono Vox. Izzy fez dois shows exclusivos para a Banda U2 no Hotel Hyatt em SP.

Júlio Maria/BlogEstadão

Mulher não sabia estar grávida dá à luz no banho

Parece até piada: apesar de trabalhar num berçário, a enfermeira Jodie Kenna, 25, não percebeu que estava grávida e deu à luz durante o banho. No último dia 2 de novembro, ela saiu mais cedo do trabalho porque estava com dores de estômago, foi para a casa e resolveu tomar um banho quente. Foi quando, em poucos minutos, deu à luz uma menina. A criança, que nasceu com 3,2 kg, foi chamada de Elizabeth.

Foram momentos de tensão. “Eu não tinha a menor ideia de que estava grávida”, disse a mãe ao jornal Daily Mail. Durante o parto, Jodie ligou para o marido, Alan Whitehead, 31, e para a mãe. Quando ambos chegaram em casa, encontraram Jodie cercada de toalhas e com uma criança nos braços. “O bebê estava azul. Tentei aquecê-la enquanto a ambulância não chegava”, disse Elaine, a avó da criança. Apesar do susto, mãe e bebê passam bem.

Para Jodie, o que mais a espantou foi o tamanho do bebê. “Por conta das circunstâncias, esperava que fosse uma criança pequena. Mas não, ela tinha o peso normal”, afirmou ao jornal britânico. Ela e o marido também são pais de outra garota, de 5 anos.

Os médicos disseram que eles não sabem precisar ao certo de quantos meses ela estava, mas o peso saudável da menina indica que a mãe se encontrava provavelmente no final da gravidez.

No Brasil, em 2009, um caso parecido ganhou destaque na mídia: a atleta chilena Elizabeth Poblete, 22, deu à luz sem saber que estava grávida enquanto treinava levantamento de pesos no Clube Pinheiros, em São Paulo. A gestação estava no sexto mês e o bebê nasceu no próprio local, com pouco mais de 1 kg. Após passar 9 dias UTI Neonatal, o menino faleceu.

AIDS: diminui risco de homens infectados

Em uma descoberta com potencial para alterar as estratégias mundiais de prevenção do HIV, o estudo iPrEx foi publicado hoje na revista New England Journal of Medicine, mostrando que homens que fazem sexo com homens reduziram em 43,8% as chances de se infectarem ao tomarem um comprimido por dia, contendo os medicamentos antiaids entricitabina e tenofovir (FTC/TDF).

Trata-se da primeira evidência de que este método de prevenção, chamado de profilaxia pré-exposição (PrEP), reduz o risco de infecção pelo HIV em humanos.

Um total de 2.499 pessoas participaram do estudo realizado em três centros no Brasil (Faculdade de Medicina da USP, Fundação Oswaldo Cruz e Universidade Federal do Rio de Janeiro), e em outros oito centros de pesquisa nos Estados Unidos, Tailândia, África do Sul, Peru e Equador.

Todos os participantes receberam um pacote abrangente de serviços de prevenção planejado para reduzir o risco de infecção ao longo do estudo, incluindo o teste de HIV, aconselhamento intensivo para sexo mais seguro, preservativos e tratamento para doenças sexualmente transmissíveis. Metade dos participantes do estudo também recebeu a pílula da PrEP, enquanto a outra metade recebeu placebo.

Ao todo, 64 infecções pelo HIV foram registradas entre os 1.248 participantes do estudo que receberam uma pílula de placebo, enquanto 36 infecções pelo HIV foram registradas entre os 1.251 participantes que receberam a droga em estudo.

A redução média no risco de infecção pelo HIV inclui todos os participantes do estudo – mesmo aqueles que não tomaram a pílula diariamente de forma consistente.

O iPrEx comprovou que a profilaxia pré-exposição era mais protetora entre aqueles que relataram tomar o comprimido regularmente. Entre os participantes que usaram o comprimido em 50% ou mais dias – medido pela contagem de comprimidos, de frascos e auto-relatos – o risco de infecção pelo HIV caiu em 50,2%. Entre aqueles que usaram a pílula em 90% ou mais dias, conforme determinado pelas mesmas medições, o comprimido reduziu o risco de infecção em 72,8%.

“Este estudo prova que a PrEP fornece proteção adicional importante contra o HIV quando oferecido com outros métodos de prevenção, tais como testes de detecção do vírus, aconselhamento, uso de preservativos e tratamento das infecções sexualmente transmissíveis”, disse o Presidente do Protocolo iPrEx, Dr. Robert Grant. “Como acontece com outros métodos de prevenção, a maior proteção vem com o uso consistente. Espero que esta descoberta suscite um renovado compromisso das comunidades, indústria e governo para impedir a propagação do HIV”, finalizou.

Redação Agência de Notícias da Aids

Dicas de entrevista:
Faculdade de Medicina da USP Tels.: (0XX11) 5574-5071/5081/5258
Praça Onze –Universidade Federal do Rio de Janeiro Tel.: (0XX21)-2273-9073

Ronaldo e Zidane farão ‘Jogo contra a pobreza’

O ex-jogador de futebol francês Zinedine Zidane e o brasileiro Ronaldo organizam no dia 15 de dezembro, em Atenas, uma partida contra a pobreza.

O jogo será entre craques europeus e a equipe “All Stars” do l’Olympiakos, conforme anunciaram nesta terça-feira (23/11).

“Os amigos de Zidane e Ronaldo enfrentam o Olympiakos FC num amistoso para combater a pobreza”, conforme estabeleceram com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) de quem o francês e o brasileiro são embaixadores de Boa Vontade, explica um comunicado.

A partida será no dia 15 de dezembro, dia em que está programada uma greve geral na Grécia contra as medidas de austeridade tomadas pelo governo.

“Espero que esta 8ª edição anual da Partida Contra a Pobreza ajudará a transmitir seu caráter de urgência”, declarou Zidane, citado no comunicado.

O Pnud ficará com a metade das receitas do jogo, revertidas em ajuda à população do Haiti, para que possa se recuperar do terremoto que devastou o país, e às vítimas das inundações no Paquistão.

O Olympiakos doará sua parte a organizações não governamentais locais que ajudam os pobres na Grécia.

Gota de sangue dará idade do criminoso

Com uma nova técnica desenvolvida na Holanda, pesquisadores conseguem estimar a idade de uma pessoa a partir de amostras de seu sangue.

Imagine a cena. A vítima está caída no chão. O crime foi cometido na sala de estar, com um castiçal, e a única pista que a polícia tem do assassino é uma gota de sangue encontrada no local – e que, obviamente, não pertence à vítima.

e a vida fosse mesmo uma partida de Detetive, seria fácil encontrar o culpado em meio a apenas seis suspeitos. No entanto, a realidade é um pouco mais complicada…

Uma solução possível para o crime e bastante popularizada pelas séries investigativas de TV seria fazer a análise de DNA dessa amostra. No entanto, não só esse procedimento nem sempre é possível como, mesmo que se conseguisse extrair material genético das células brancas (já que as hemácias não têm núcleo), essas informações poderiam não ser muito úteis em um primeiro momento.

Além do custo, há a questão crucial de saber com quem se compararia a amostra de DNA e, em última instância, se haveria autorização para coletar material do suspeito.

Por isso, cientistas do Centro Médico da Universidade Erasmus pesquisaram quais outras informações estariam presentes naquelas gota e poderiam ajudar a polícia a afunilar a lista de suspeitos. O resultado? Um método que revela a idade.

Até agora, era necessário ter dentes ou ossos para determinar quantos anos uma pessoa tinha. No entanto, na maioria das cenas de crime, é mais comum encontrar um rastro de sangue do suspeito do que algum desses outros materiais.

O trabalho publicado na Current Biology foi liderado pelo professor Manfred Kayser, de Biologia Forense Molecular. Ele utilizou o fato de que certas moléculas de DNA em algumas células sanguíneas decaem com a idade para desenvolver um teste bastante confiável. Nele, é possível prever a “categoria” de idade na qual a pessoa se encontra.

As moléculas utilizadas, as chamadas sjTREC, são liberadas como resultado de adaptações feitas pelo nosso corpo para formar novas células imunológicas (células T). É o número dessas moléculas sjTREC que decai coma idade. Os pesquisadores trabalham agora para aprimorar os testes e tornar os números cada vez mais precisos.

Os resultados fornecem uma informação importante, por exemplo, para afunilar as buscas por um suspeito ou até mesmo identificar as vítimas em um desastre.

Paula Rothman/INFO Online

Médico das celebridades condenado a 278 anos de prisão por estupro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A justiça de São Paulo condenou nesta terça-feira 23 o médico Roger Abdelmassih a 278 anos de prisão. O médico comandava uma clínica de fertilização na capital paulista e foi acusado por 39 mulheres – na maioria, pacientes – de assédio sexual e estupro.

No total, foram 59 crimes. Ele foi denunciado em 2008 por uma ex-funcionária. Após a denúncia, outras vítimas se apresentaram à polícia para depor contra Abdelmassih.

Formalmente, Abdelmassih foi acusado de estupro contra 39 ex-pacientes, mas como algumas relataram mais de um crime, há 56 acusações contra ele. Desde que foi acusado pela primeira vez, Abdelmassih negou por diversas vezes ter praticado crimes sexuais contra ex-pacientes. O médico afirma que vem sendo atacado há aproximadamente dois anos por um “movimento de ressentimentos vingativos”.

Abdelmassih também já chegou a afirmar que as mulheres que o acusam podem ter sofrido alucinações provocadas pelo anestésico propofol, usado durante o tratamento de fertilização in vitro. De acordo com ele, as pacientes podem “acordar e imaginar coisas”.

Segundo sua defesa, o médico nunca fica sozinho com suas pacientes na clínica, estando sempre acompanhado por uma enfermeira.

O registro de Roger Abdelmassih foi cassado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo em julho deste ano. Apesar da condenação, ele ficará livre para recorrer, graças a um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal.

 

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