11 de Setembro: onde foram parar os escombros


A maior parte do aço da estrutura das torres (182 mil toneladas) foi vendida para siderúrgicas da China, Índia e Coréia, pelo preço de 120 dólares por tonelada. Outra parte dos restos de metal foi usada para confeccionar medalhas, moedas, placas e outros produtos que serviram para homenagear as vítimas do atentado.

A última peça de aço retirada dos escombros, por exemplo, saiu de lá embrulhada em uma bandeira dos Estados Unidos e, depois de fundida, foi usada na estrutura do casco de um navio da marinha americana. A limpeza terminou em maio de 2002, quatro meses antes do previsto, e custou 5 bilhões de dólares.

Nos primeiros dois meses, os escombros eram removidos em bacias de 20 litros, passadas de mão em mão pelas equipes de resgate até chegar à equipe que as vistoriava, em busca de restos mortais. Em seguida, o material seguia para um antigo aterro sanitário de Nova York, o lixão de Staten Island.

Em novembro de 2001, contudo, os restos de corpos deixaram de ser prioridade e os escombros passaram a ser removidos por escavadeiras. O material não reciclável era mantido no lixão, enquanto o aço era compactado e encaminhado para venda.

Por Tarso Araújo

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