Presidiários advogam a própria liberdade


As cartas provenientes dos presídios representam 70% da correspondência que chega à Central do Cidadão

Quase 25% dos pedidos de libertações de presidiários que chegam ao Supremo Tribunal Federal não são escritos por advogados, mas pelos próprios presos, por meio de cartas.

Até 2008, a correspondência que chegava à Corte acabava esquecida, mas hoje muitos pedidos são levados aos ministros depois de passar pela Central do Cidadão, criada após tentativas frustradas de uma ouvidoria no Supremo.

Escritas muitas vezes com o mesmo linguajar dos advogados, as cartas provenientes dos presídios representam 70% da correspondência que chega à Central do Cidadão.

Luiza de Carvalho/Valor

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