Brasília briga pelo jogo de abertura da Copa 2014


Ilustração de como vai ficar o estádio Mané Garrincha depois de pronto

Enquanto a cidade de São Paulo ainda não tem um estádio definido para sediar a Copa do Mundo de 2014, deixando em aberto o local da abertura do evento que será realizado no país, Brasília deu um passo à frente na terça-feira ao apresentar seu projeto de um luxuoso estádio para tentar obter a primeira partida do Mundial.

A arena do Distrito Federal, que será construída onde está localizado o estádio Mane Garrincha, apresenta a seu favor a capacidade para receber 70 mil torcedores e suas obras custarão R$ 696.648.000,00 e deverão ser concluídas em 2012, de acordo com o projeto.

Em suas dependências ainda haverá um estacionamento subterrâneo com 500 vagas para políticos e espectadores ilustres, além de 12 mil outras vagas em outro estacionamento para o restante do público. Foi assinado um convênio na terça-feira que garante 50 ex-detentos e presos que cumprem pena em regime aberto e semiaberto trabalhando nas obras para a modernização do estádio brasiliense.

“Estamos iniciando a construção de um estádio com mais de 70 mil lugares, o que o torna apto para ter jogos como o da abertura da Copa”, afirmou o governador do Distrito Federal, Rogério Rosso (PMDB), em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

“Não vou pedir para não constranger, mas está claro que este ato serve para deixar Brasília apta como sede da abertura da Copa do Mundo”, completa Rosso.

Depois do veto do estádio do Morumbi feito pela Fifa no dia 16 de junho, durante a realização da Copa do Mundo da África do Sul, São Paulo ainda tenta definir em qual local serão realizadas as suas partidas.

O governador paulista Alberto Goldman ainda acredita que o estádio pertencente ao São Paulo possa vir a receber o Mundial. A construção de um novo estádio na cidade foi descartada após os boatos de que seria erguido o Piritubão ao custo de R$ 700 milhões. Com isso ainda é cogitada a possibilidade de reformas no Pacaembu e no Parque Antártica para que São Paulo mantenha a abertura da Copa do Mundo, o que necessitaria ao menos 65 mil de capacidade nas arenas.

Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do Comitê Organizador da Copa do Mundo, ainda desconversa sobre o local que deverá iniciar o Mundial do Brasil.

“Não há nenhuma definição de abertura. Isso vai ser definido mais à frente, com a Fifa”, afirma o dirigente que há 21 anos comanda a CBF.

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