Arquivo do dia: abril 14, 2010

Taxa antidumping acirra ânimos entre fabricantes de calçados

Adidas, Alpargatas, Penalty e Nike consideram sobretaxa de US$ 13,85 excessiva e rebatem argumento da Vulcabras|azaleia.

A decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Brasil de sobretaxar por antidumping o calçado importado da China está agitando o mercado de tênis. Os US$ 13,85 impostos em março ao par de sapato chinês que entra no país promove um racha entre fabricantes.

A medida é apontada pela Penalty e pela Alpargatas (detentora das marcas Rainha e Topper, além das sandálias Dupé e Havaianas) como uma limitação às suas estratégias de utilizar a estrutura de produção chinesa para completar, com modelos com mais tecnologia, as linhas desenvolvida por elas aqui. “Não existe mais mercado regional, estamos dentro de um contexto mundial”, argumenta o presidente da Penalty, Roberto Estefano.

A afirmação isola parte da defesa à indústria nacional feita por Milton Cardoso, presidente da Associação Brasileira de Calçados (Abicalçados) e da Vulcabras|azaleia (dona da Olympikus e licenciadora da Reebok no país). “A manifestação contrária ao antidumping é legitima. Mas é a defesa de um objetivo individual e não do setor e do país”, rebate.

O diretor de artigos esportivos da Alpargatas, Fernando Beer, recusa o argumento de Cardoso. Para ele, faltou articulação da Abicalçados para defender o calçado social e isentar o esportivo mais desenvolvido, tecnológico. “A forma como o antidumping foi proposto não foi correta. O mercado de calçado esportivo não está sendo invadido por chineses”, garante.

O diretor jurídico da empresa, Adalberto Granjo, reforça o racha ocorrido na Abicalçados desde 2008, quando o processo de dumping foi instaurado. “O processo deveria ter tido um envolvimento maior dos sócios da entidade”, sugere. “Nunca enxergamos representatividade na fala da Abicalçados, porque ela não representa 100% dos sócios”, afirma Granjo.

Milton Cardoso se defende, dizendo que tem “apoio completo das fábricas” brasileiras. “Falo em nome de uma associação que representa mais de 7 mil empresas, responsáveis por mais de 340 mil postos de trabalho. Tenho apoio completo dessas fábricas, à exceção de três ou quatro empresas”, garante.

O executivo, contudo, diz que a Vulcabras|azaleia também é importadora, inclusive de produtos chineses. “As nossas importações equivalem àquele axioma que outros empregam ao dizer que algumas coisas não têm volume para serem produzidas no Brasil. Mas não chegam a representar 4% do nosso faturamento total”, diz Cardoso.

Prejudicado: o consumidor

A polêmica em torno do antidumping fica ainda mais acirrada quando Adidas e Nike entram em cena. Para Marcelo Ferreira, presidente da Adidas no Brasil, a proposta da Abicalçados é positiva para a Vulcabras|azaleia. “A Vulcabras acabou se beneficiando do antidumping. Não diria que foi feito para isso, mas ela é a única grande beneficiada no mercado esportivo”, afirma.

Milton Cardoso responde dizendo que a redução das importações têm motivado empresas nacionais a retomar investimentos. “A decisão da Camex destravou um monte de projetos. Temos notado crescimento muito grande dos investimentos”, garante.

Já Cristian Corsi, presidente da Nike, recusa o carimbo de importador batido pela Abicalçados. Segundo ele, a Nike produz no Brasil 50%_dos tênis que vende. O executivo diz que, apesar de aportes produtivos sucessivos no país (via prestadoras de serviço), não há escala para substituir a manufatura chinesa.

“Há o limitante da capacidade tecnológica causada pela baixa escala para produzir localmente alguns produtos.”

Corsi avalia que o antidumping prejudica o consumidor. É postura semelhante à do presidente da Penalty.

“Os prejudicados serão os esportistas amadores que correm 10, 15 quilômetros por dia. Esse universo grande de pessoas vai pagar caro por um tênis com mais tecnologia”, indica Roberto Estefano.

Nivaldo Souza /Brasil  Econômico

Limite mínimo para transferência bancária feita no mesmo dia cai para R$ 3 mil

O limite mínimo para as Transferências Eletrônicas Disponíveis (TEDs), que transmitem eletronicamente recursos no mesmo dia de um banco para outro, vai cair para R$ 3 mil. A decisão da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) passa a valer a partir de 21 de maio.

Até a mudança anunciada hoje, as TEDs possibilitavam a transferência interbancária de valor igual ou superior a R$ 5 mil. O valor é creditado no banco de destino no próprio dia e a operação não é estornável.

A outra maneira de transferir dinheiro entre bancos é o Documento de Crédito (DOC). Por meio dos DOCs, são feitas as transferência interbancárias de valor inferior a R$ 5 mil e o valor é creditado somente no dia útil seguinte. A operação é estornável.

Twitter: 100 milhões de usuários prioriza receita

O Twitter já conta com mais de 100 milhões de usuários e espera conseguir elevar esta cifra nos próximos anos ao tornar o serviço mais fácil e acessível em aparelhos móveis.

As melhores twittadas do dia você confere aqui no portal do Brasil  Econômico

Durante a primeira conferência da empresa para programadores nesta quarta-feira (14), o presidente-executivo do Twitter, Evan Williams, afirmou que a geração de receita está entre suas principais prioridades para o futuro – o que marca uma mudança de tom para a empresa que, até então, mantinha seu foco em melhorar a experiência do usuário.

Os comentários seguem o anúncio de um novo programa de publicidade feito pelo Twitter na véspera. O programa “Promoted Tweets” é a primeira tentativa da empresa de ganhar dinheiro com seu serviço e é um marco importante no caminho em direção a uma oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês).

Williams citou melhoras na infraestrutura do Twitter, além de facilitar seu uso, e possibilitar a visualização de mensagens de acordo com relevância, e não apenas em ordem cronológica, como outras grandes prioridades.

O Twitter é um serviço que permite que usuários publiquem mensagens de até 140 caracteres (“tweets”) para grupos de seguidores, e é uma das redes sociais mais populares da Internet junto com Facebook e LinkedIn. A empresa forneceu dados oficiais sobre o uso do site pela primeira vez.

O co-fundador do Twitter, Biz Stone, afirmou que o site tem hoje cerca de 105 milhões de usuários registrados. O Twitter também pode ser mais popular do que se imaginava: segundo o grupo de estudos comScore, o site registrou um total de 69,5 milhões de visitas em fevereiro.

A empresa privada é financiada por investidores como Benchmark Capital e Spark Capital. No ano passado, o Twitter captou US$ 100 milhões em uma nova leva de investimentos que precificou a companhia em US$ 1 bilhão, de acordo com um fonte próxima ao caso.

Segundo Stone, a empresa, com sede em San Francisco, hoje conta com 175 funcionários, ante os 25 que tinha no começo de 2009.

Rádios da Somalia deixam de rodar música

A maioria das rádios da Somália deixou de transmitir música por ordem de um grupo insurgente de islâmicos radicais, que afirma que as canções vão contra as suas convicções.

As 13 emissoras de rádio de Mogadiscio que transmitiam música, com excepção de duas, dizem que tiveram que obedecer a estas ordens, pois caso contrário os seus funcionários correriam risco de vida, noticia a BBC.

No dia 3 de Abril, o grupo islâmico do Hezb al Islam, que controla vários bairros da capital, proibiu a difusão de música, tendo dado um prazo de 10 dias para que as suas ordens fossem cumpridas.

A partir de agora, os residentes da capital da Somália passam apenas a ouvir música na estação de rádio controlada pelo governo e numa outra com sede no Quenia, que é financiada pela ONU, e que tem um transmissor FM em Mogadiscio.

PM é o pivô do fim do noivado de Adriano

O boa pinta aí da foto é o responsável pela mais recente crise que levou ao término, mais uma vez, do relacionamento de Adriano Imperador e Joana Machado. Ele chamase Jorge Luís Fernandes, policial civil exonerado depois de ser condenado, em janeiro de 2009, por participação na máfia dos caça-níqueis. Joana se envolveu com Jorginho, como é conhecido, no penúltimo término da relação. O relacionamento foi longo e intenso.

Foi graças à influência de Jorginho no Salgueiro que Joana Machado seria uma das musas da escola no último carnaval. Como em dezembro Joana voltou para Adriano (e ficou noiva do jogador), Jorginho foi colocado de lado e decidiu destituí-la do cargo na escola de samba. O término da relação do ex-policial com a personal aconteceu de maneira escandalosa em uma rua da Tijuca.

Adriano não descobriu nenhuma traição de Joana com Jorginho. No entanto, ele não sabia que ela havia se relacionado com ele tão intensamente. E este foi motivo suficiente para mais um fim desta frágil relação. Essa é a sexta vez que Joana e Adriano terminam.

E, mais uma vez, Joana saiu da casa do craque com as mãos abanando. Mas a loura saiu decidida a lucrar com o fim do relacionamento. Ela passou a tarde de ontem atrás do telefone de Edson Aran, diretor de redação da “Playboy”, para tentar um possível ensaio nu para a capa da edição de junho, mês da Copa do Mundo.

Em tempo: Jorginho já foi namorado de Bárbara Secco, irmã de Deborah.

Leo Dias/Extra

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