Previdência usa TSE para reduzir fraudes


A Previdência Social fez aliança com o TSE para descobrir aposentadorias que continuam sendo pagas a pessoas já falecidas.

Para isso, está cruzando seus dados com a lista de gente que não vota nem justifica há várias eleições.

Em apenas um mês o grupo descobriu R$ 1 milhão em pagamentos póstumos.

A medida é mais mais um instrumento utilizado pelo INSS para combater fraudes e desperdício do dinheiro público.

Em 2004,por exemplo, a troca de informações entre o ministério e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio Grande do Sul possibilitou o cancelamento de mil benefícios que estavam sendo pagos indevidamente. Em 35% dos casos foram constatadas fraudes. No restante, houve imprecisão de informações na hora de os cartórios repassarem os dados ao Sistema de Óbitos da Previdência Social.

A informação da morte é feita de forma declaratória. Em alguns casos, há erros de digitação e a informação passada ao Sisobi não é aproveitada, porque é diferente da que está no sistema do INSS. Quando o cruzamento de dados é feito, o nome do segurado que morreu não sai na folha do INSS e os benefícios continuam sendo depositados nos bancos.

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