Arquivo do dia: fevereiro 13, 2009

Garoto é pai com apenas 13 anos

Um menino inglês de 13 anos se transformou em um dos pais mais jovens do Reino Unido após sua namorada, de 15, dar à luz a pequena Maisie, publica hoje o jornal The Sun.

Alfie Patten, de 13 anos, mas com aparência muito mais infantil (ele tinha 12 quando concebeu a criança)  e sua namorada Chatelle Steadman afirmam na entrevista concedida ao jornal que decidiram seguir adiante com a gravidez logo após saber da notícia, apesar de sentirem medo da reação de seus pais.

Os jovens, que moram em Eastbourne, no sul da Inglaterra, guardaram o segredo até as 18 semanas de gravidez, quando a mãe de Chantelle começou a suspeitar.

O pai de Alfie disse que o adolescente “ainda não assimilou” tudo o que se passou e lamentou que seu filho “não saiba a responsabilidade que é trazer um bebê ao mundo”.

A mãe da namorada — cujo marido está desempregado — disse, por sua vez, que “já temos cinco filhos para alimentar, por isso Maisie será uma grande responsabilidade econômica, mas somos uma família e seguiremos adiante todos juntos”.

O caso de Alfie e Chantelle não é o único do tipo no Reino Unido, já que, em 1998, Sean Stewart e Emma Webster foram pais com apenas 12 e 15 anos, respectivamente.

EFE

Diretor de Jornalismo deixa RBS TV

0431O jornalista Raul Costa Jr (foto), diretor de jornalismo da RBS TV e TVCom, anunciou hoje  que está deixando o cargo para assumir a direção-geral do SporTV, no Rio de Janeiro.

Hoje, logo após a edição do Jornal do Almoço, ele reuniu-se com toda a equipe para anunciar a novidade. Em seu lugar assume o atual gerente de Jornalismo, Eurico Meira.

Há vários meses, Raul estava sendo sondado pelo diretor de Jornalismo da Rede Globo, o gaúcho Carlos Schroder, e aceitou agora, alinhando como desafios imediatos as próximas competições internacionais, a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, e as Olimpíadas de Londres, dois anos depois.

Raul estava havia 24 anos no Grupo RBS, os últimos 11 como diretor de Jornalismo das emissoras de televisão.

ColetivaNet

Corinthians renova contrato com a Nike!!!

O patrocinador das camisas ainda não foi anunciado. Em compensação, o Timão renovou contrato com a Nike até a Copa de 2014, no Brasil, por R$ 15 milhões por ano, além de ter direito a 18% das vendas de camisas e material esportivo no período.

Anúncio oficial deverá ser feito na segunda-feira, em grande estilo. O acordo feito entre Timão e Nike só perde para dois clubes no mundo: o Manchester United, da Inglaterra; e o Barcelona, da Espanha.

Na verdade, o contrato com a multinacional representa quase o mesmo que conseguiram Palmeiras (com a Sansung) e o São Paulo (com a LG). Coringão disparou na frente para despertar inveja. Dessa forma, mais uma “batalha” foi vencida.

Desde o final do ano passado, quando disputava a Segundona, dirigentes alvinegros reclamavam dos baixos valores do patrocínio com a multinacional de material esportivo.  A Adidas, fornecedora do Palmeiras, chegou a ser contatada. O “namoro” só não foi para frente porque o presidente Andrés Sanchez preferiu não bater de frente com a Nike.

A contratação de Ronaldo aproximou o clube e a multinacional de material esportivo. Chegou-se a dizer que a Nike “ajudou” a convencer o Fenômeno, já que tem contrato vitalício com o jogador e não estava tendo retorno positivo. Agora, Fenômeno recuperou a imagem e está ajudando o Timão.

Gazeta Press

Morre o produtor de shows Abelardo Figueiredo

Morreu na tarde desta sexta-feira, 13, aos 77 anos, Abelardo Figueiredo, um dos maiores empresários do mundo artístico brasileiro. Ele morreu no Hospital Sírio Libanês, onde estava internado desde segunda-feira. Segundo sua filha, a jornalista Mônica Figueiredo, a causa da morte foi uma hemorragia cerebral.

Abelardo produziu peças e shows e trabalhou com renomados artistas durante as décadas de 50, 60 e 70.

Abelardo Figueiredo (foto)  nasceu em Niterói, em 1931. Pensava em ser embaixador, no início de sua carreira, mas acabou se dedicando à carreira teatral e à produção de espetáculos musicais. Foi secretário do Teatro de Arte do Rio de Janeiro e participou da montagem do Teatro de Alumínio e da criação do Balé do 4º Centenário, em São Paulo.

Posteriormente, passou a realizar espetáculos musicais na televisão, que logo alcançaram grande sucesso, entre os quais programas de muito sucesso e grandiosidade como Folias Philips e Noites de Gala, que reproduziam seus êxitos no Rio de Janeiro. Considerado o “Rei da Noite”, dirigiu várias casas noturnas durante muitos anos, entre elas Urso Branco, O Beco, Paladium e, por fim, Studium, onde lançou e apresentou grandes artistas nacionais.

Também lançou na tevê o programa Revista Feminina, no horário vespertino. Abelardo viajou por todos os continentes com o show Meu Brasil Brasileiro, que encantou o mundo.

Foi após ver o trabalho de outro Abelardo, o Barbosa – mais conhecido como Chacrinha – que Figueiredo resolveu, aos 17 anos, entrar para show business. Começou dirigindo uma peça no Liceu Nilo Peçanha, onde estudava, com ninguém menos que Nicete Bruno na atuação, na época, sua vizinha.

Ele foi também padrinho de casamento de Elis Regina e Ronaldo Bôscoli, Olívia e Francis Hime, Nicete e Paulo Goulart, Márcia de Windsor e Jardel Filho, além de tantos outros artistas. Figueiredo era o dono da noite nos anos 60: dirigiu casas como o Urso Branco, tradicionalíssimo palco onde se apresentou, entre outras musas da música brasileira, a cantora Maysa. Foi ele também que criou e comandou o Beco, inserindo um novo formato de shows nas casas noturnas de São Paulo.

Foi no Beco que a atriz Rachel Welch estreou seu show antes de levá-lo para o Opera de Paris. Por causa dos ‘palpites’ na apresentação, acabou recebendo um “obrigado” da atriz no fim da temporada na capital paulista. O sucesso do empresário era visto até no exterior: produziu o espetáculo Canta e Baila, Cuba, a pedido de Fidel Castro, que assistiu Canta e Dança, Brasil e pediu um idêntico sobre seu país. Com seu sucesso na produção de shows, Figueiredo se tornou amigo de Jimmy Carter, presidente dos Estados Unidos entre 1977 e 1981.

Emocionada com a perda, Mônica não poupou elogios, merecidos, ao pai. “[Me sinto] honrada, sortuda e maravilhada de ter sido filha de um homem maravilhoso. Agora me sinto na responsabilidade de continuar passando isso [a imagem] para meus filhos e sobrinhos. Foram 52 anos de honra”. Foi ela a responsável por organizar a biografia do pai, O Show não Pode Parar, junto com a também jornalista Helô Machado, lançada em março de 2008.

O velório de Abelardo Figueiredo está previsto para começar às 18 horas e o corpo deverá ser cremado no sábado, 14, no Cemitério da Vila Alpina, segundo Mônica.

Jornal da Tarde

Brasileira ferida na Suíça não estava grávida, diz polícia local

O ataque ocorreu na última segunda-feira próximo a Zurique.
Perito diz que pode ter havido auto-flagelação.

A polícia da Suíça disse nesta sexta-feira (13) que Paula Oliveira, a mulher que teria abortado após ter sido atacada por neonazistas na última segunda-feira, não estava grávida no momento da agressão.

A polícia cita exames do Instituto de Medicina Legal e do Hospital Universitário de Zurique.

O comunicado da polícia também informa que ainda não está claro se os ferimentos no corpo da brasileira, de 26 anos, foram infligidos pelos agressores ou por ela mesma.

O perito Walter Bar disse que as imagens mostradas pela imprensa estão “em conformidade” com suas conclusões.

“Nenhuma das lesões pode ser qualificada de grave”, disse, acrescentando que o conjunto dos cortes ficam em partes do corpo às quais a própria pessoa pode atingir, colocando em dúvida a tese de uma agressão cometida por terceiros.

“As partes particularmente sensíveis do corpo não apresenteram lesões”, disse Boer.

Os ferimentos constatados, infligidos com um objeto contundente, parecem “um caso claro de automutilação“, afirmou.

Philipp Hotzenkoecherle, chefe de polícia de Zurique (à esq.), e o perito Walter Baer durante entrevista nesta sexta-feira (13). (Foto: AP)

A polícia também informou que continua ouvindo testemunhas e que a investigação do caso ainda deve levar alguns dias. Segundo Philipp Hotzenköcherle, chefe da polícia de Zurique, a investigação prossegue “em todas as direções”.

Paula, bacharel em direito que vive e trabalha legalmente há dois anos na Suíça, afirmou ter sido atacada na segunda-feira por três homens com aparência neonazista, um deles com uma suástica tatuada em sua testa, próximo a uma estação de trem, quando voltava para casa, na cidade de Dubendorf.

Polícia pediu desculpas

Mais cedo, O pai da brasileira disse ao “Bom Dia Brasil” que duas agentes da polícia feminina da Suíça estiveram no Hospital Universitário de Zurique, onde Paula Oliveira se recupera. Elas teriam ido pedir desculpas formais à jovem.

A advogada Paula Oliveira disse ter sido agredida por três homens brancos, com cabelo raspados, na noite de segunda-feira. Grávida de gêmeos havia três meses, ela acabou perdendo as crianças e sofreu cortes em todas as partes do corpo, segundo a sua versão.

De acordo com o pai de Paula, as agentes reconheceram que o tratamento da polícia não foi adequado. Elas teriam dito que a vítima não deveria ter sido ouvida por homens.

Diante disso, Paulo Oliveira disse que vai “dar um tempo” para que a polícia apresente resultados. Ele insiste que não quer vingança. Quer apenas justiça.

‘Não podemos aceitar’

Autoridades brasileiras estão cobrando explicações da Embaixada da Suíça e mais empenho da polícia daquele país. Para autoridades em Brasília, há evidências de xenofobia, preconceito e intolerância contra a brasileira.

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu ao governo da Suíça transparência nas investigações e rigor na punição dos agressores. O presidente Lula reagiu indignado à agressão à brasileira. “O que nós queremos é que eles respeitem os brasileiros lá fora como nós os respeitamos aqui e como nós os tratamos bem aqui. Acho que não podemos aceitar e não podemos ficar calados diante de tamanha violência contra uma brasileira no exterior”, afirmou.

O encarregado de negócios da Embaixada da Suíça foi chamado para uma conversa no Itamaraty. Claude Krotaz lamentou a violência. Disse que o caso será investigado com rapidez e rigor.

“Investigação rigorosa, punição exemplar para esse crime que é gravíssimo, porque tem conotação de crime neonazista que traz de volta toda a temática dos direitos humanos, o horror do holocausto da discriminação do preconceito. Não pode haver tolerância com esses intolerantes”, disse o secretário dos Direitos Humanos, Paulo Vanucchi.

Brasileiros que moram na Suíça reclamam da violência contra estrangeiros e estão organizando uma passeata para pressionar as autoridades a identificar e punir os homens que espancaram a brasileira Paula Oliveira.

G1/Agencias Internacionais

Preso por tráfico podia usar droga em casa

O publicitário Paulo de Tarso Forni, de 62 anos – pai do lutador de judô Henrique Dornelles Forni, o Greg, de 25 anos, preso anteontem sob a acusação de tráfico internacional de drogas – afirmou ontem que seu filho fuma maconha desde os 15 anos e que, desde então, o jovem tem sua permissão de consumir a droga dentro de casa. – Ele (Henrique) tem uma dislexia e começou a fumar maconha aos 15 anos. Ele tomava tanto remédio, e parou de tomar com isso. Faz mal fumar maconha? Não sei.

Eu não discrimino ninguém que fuma. Prefiro até que ele fume dentro de casa. Ele fumava em casa e eu permitia – afirmou o publicitário, que chamou a operação policial de “circo montado pela PF”. Paulo de Tarso afirmou que não bancava o vício do rapaz. Explicou que, como Henrique tem um filho de 1 ano, dava-lhe dinheiro para comprar coisas, como fraldas e frutas: – A maconha custa pouco. Se ele pegava o dinheiro para comprar droga, não sei.

Para o publicitário, seu filho foi considerado culpado antes mesmo de um julgamento: – A Polícia Federal está sendo panfletária, está fora da função da polícia, e os juízes estão no mesmo time.  Para o pai, não existe a hipótese de o filho ter vendido armas para bandidos no Morro do Turano e ter passado noites na comunidade: – Ele passa todas as noites em casa. E a última viagem dele para o exterior foi para a Disneylândia, aos 7 anos.

Para o psiquiatra Gabriel Bronstein, o pai de Henrique não lhe deu limites. – Isso mostra uma falta de limite. E dislexia é transtorno de linguagem, nada tem a ver com comportamento. Ele pode ter algum problema que exige uso de medicamentos, mas o uso terapêutico da maconha é bem discutível.

O advogado Carlos de Paula Souza, que defende Henrique, foi visitá-lo ontem no Presídio Ary Franco, em Água Santa. Ele declarou que o rapaz é viciado em maconha e haxixe. – As drogas pioraram seus problemas.

Mas o fato é que não há provas contra Henrique. Estilo de vida que lembra ‘Meu nome não é Johnny’ A boa vida dos jovens de classe média envolvidos com o tráfico de ecstasy no Rio não se limita a Henrique Forni, o Greg. Entre os presos pela Polícia Federal na Operação Nocaute, está aquele que os policiais apontam como um líder na quadrilha: Rodrigo Gomes Quintella, o Kalled.

No ano passado, o rapaz de 35 anos passou 50 dias viajando pela Europa: visitou Amsterdã, na Holanda, Madri, na Espanha, e Lisboa, em Portugal. Sempre acompanhado de uma namorada e cercado de luxo. – A investigação sobre ele nos fez lembrar muito do João Estrela, o Johnny, que originou um livro e um filme homônimo. Tudo que ele ganhou com a droga, gastou – afirmou o delegado Victor Cesar Carvalho, da Polícia Federal. R$ 20 mil em festas Os policiais suspeitam que a viagem de Kalled tenha começado após uma negociação de drogas.

Durante os dez meses em que foi investigado pela PF, o rapaz morou em Copacabana de aluguel e só andava de táxi. Kalled chegava a gastar R$ 20 mil em festas. Os negócios dele surpreenderam os policiais. Pela cocaína colombiana, Kalled pagava US$ 6 mil (pouco mais de R$ 13 mil). Ele vendia o pó na Europa por US$ 24 mil (cerca de R$ 54 mil). Ele comercializava a cocaína por quatro vezes o valor que comprava. Na Europa mesmo, o rapaz comprava o ecstasy e, através de mulas, enviava a droga para o Brasil. Essa negociação chamou a atenção dos policiais federais. Todos os pagamentos foram feitos no exterior e nenhum dinheiro entrou no país.

A Polícia Federal ainda procura por seis jovens, todos de classe média, que estariam envolvidos no esquema.

Extra

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