Roberto Cabrini vai apresentar o Repórter Record


O jornalista Roberto Cabrini vai passar, de repórter especial, para apresentador de programa na Record. Ele vai comandar o Repórter Record que, antes de ser retirado do ar, era apresentado por Celso Freitas.

O programa passará a ter as reportagens especiais do jornalista e deve estrear em março.

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Comentários

  • mARIA ELIZ\ABETH DE OLIVEIRA  On fevereiro 27, 2013 at pm:29 pm

    ISTO MOSTRA A VERDADEIRA SITUAÇÃO DE DESCASO, DE NOSSS GOVERNANTES, PRINCIPALMENTE NA AREA DA SAUDE.TENHO PASSADO HORRORES, POIS PRECISO FAZER VÁRIOS EXAMES E TRATAMENTOS, APESAR SE SER FUNCIONARIA PUBLICA APOSENTADA, NÃO CONSIGO NEM FISIOTERAPIA DE JOELHOS,PEDIDA POR UM CIRURGIÃO ORTOPÉDICO, COM URGENCIA E NÃO PODENDO CAMINHAR NORMALMENTE, QUEREM QUE EU FAÇA EM LUGARES QUE TENHO QUE USAR ONIBUS, SENDO QUE HÁ NA REGIÃO DE pIRITUBA, são Paulo, varios locais hospitalares, que fazem esse tratamento, para uma posterior cirurgia, isto é UMA VERGONHA,ATENCIOSAMENTE mARIA eLIZABETH DE OLIVEIRA, TRISTE…

  • Welinton Marques Cesário  On setembro 24, 2009 at pm:54 pm

    Prezado Cabrini,

    Para minha surpresa deparei com esta notícia na internet. Fiquei sabendo da mesma por amigos. Gostaria de esclarecer que não existe nada a este respeito sobre minha conduta profissional. Tenho 31 anos de formado e sempre dediquei minha vida ao bom exercício da medicina. Me sinto constrangido por isso. Entendendo que após tantos anos de dedicação , a negligência não faria parte de minha conduta. Pela sua seriedade e reputação deixo em suas mãos o julgamento do meu constrangimento e humilhação as quais senti ao deparar com esta notícia em rede mundial de computadores. Penso ainda nos pacientes e familiares que são acolhidos e atendidos por mim. Além de meus amigos e familiares.

    Sinceramente e certo das providências a serem tomadas para retirar esta calúnia do ar. Subscrevo-me.

    Welinton M. Cesário

  • Rosilda Helena Dias  On março 5, 2009 at pm:59 pm

    Mais do que uma simples queixa, esta petição é um pedido de socorro. Moro no interior, em Cataguases, onde até há pouco tempo trabalhava na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do hospital da cidade – pertencente à Santa Casa da Misericórdia. Um dia, por infeliz partida do destino, deu aí entrada meu irmão Rafael Batista Dias. A história que tenho para contar me enche de uma profunda tristeza e uma não menor indignação. Passo a explicar porquê. Um dia em que estava de folga, aproveitei horário de visitas e fui visitar Rafael, de 32 anos, que tinha sido internado na UTI no dia anterior; segundo me tinha sido relatado, ele passava bem e teria alta para um quarto do serviço normal de internamento no dia seguinte. Rafael nos tinha dito que havia sofrido uma queda e se queixava de fortes dores lombares, a ponto de não poder caminhar. Ao entrar na enfermaria da UTI o encontrei agonizando sem que alguma alma ali de serviço parecesse revelar o mínimo interesse pelo seu estado. Os aparelhos que o rodeavam estavam todos desligados e o médico de plantão (Welinton Marques Cesário, crm 10322) não esboçou sequer a mínima reação quando – já me desfazendo em pranto – o alertei para o descaso em que meu irmão se encontrava. O médico lia um livro, entediado, e assim continuou apesar do meu desespero. Meu irmão Rafael disse ter escorregado e caído, poderá ter estado na origem do acidente que levou ao seu internamento. Mas ao que tudo indica, o pessoal hospitalar terá lidado com essa suposição do jeito mais inaceitável, sem mostrarem qualquer tipo de respeito pela sua condição de ser humano. O óbito veio no dia seguinte e a minha família, indignada, fez prontamente denúncia no Ministério Público da situação de negligência criminosa que nos parecia por demais evidente. A partir desse momento, passei a ser perseguida no meu posto de trabalho, humilhada, constrangida e torturada psicologicamente, dia após dia. Daí ter adoecido e cuidado de ficar em casa por uns tempos para me recuperar. Só que, não tendo sido possível socorrer-me de atestado médico, a direção do hospital – com o Provedor José Eduardo Machado à cabeça – me puniu com faltas. Entrei com uma ação na vara do trabalho mas, depois de perder o caso, acabei descobrindo que o advogado que arrumara pertencia à irmandade do hospital. O meu sofrimento parecia não ter fim. Troquei de advogado entretanto e recorri da sentença, embora confesse não ter grande esperança de que venha a fazer-se justiça. Não tenho dinheiro para ir até Belo Horizonte fazer a representação do meu caso. Aqui, como em muitos outros setores, impera a lei do mais forte. O abuso de poder foi notório, mas no hospital agem como se não existissem leis. Deram todo o apoio ao médico que desprezou a vida do meu irmão, e descreveram mesmo sua conduta como absolutamente correta. Hoje continua de plantão, como se nada de grave se tivesse passado. Eu, em contrapartida, perdi meu irmão, não estou mais trabalhando e fico em pânico sempre que vejo meus antigos colegas do hospital. Basta ver alguém de bata branca para meu coração acelerar, descontroladamente. Por tudo o que acabo de expor, venho por esse meio apelar a Vossas Excelências que determinem a realização de uma investigação séria desse caso, que tanta dor e outros danos morais e materiais já causou a mim e à minha família. Sem outro assunto para além desse veemente pedido de justiça, se subscreve Atenciosamente Rosilda Helena

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