Nova Ponte do Guaiba antes da Copa


Ponte do Guaiba inaugurada em 28 de dez 1958

Ponte do Guaíba inaugurada em 28 de dez 1958

Cinqüentenária desde ontem, a Ponte do Guaíba pode ser aposentada nos próximos anos. O governo federal analisará a viabilidade de uma nova estrutura para substituir a Travessia Getúlio Vargas.

Além dos problemas diários causados pela demora nos içamentos do vão móvel, os investimentos nas estradas federais no Rio Grande do Sul e no porto de Rio Grande e a Copa do Mundo em 2014, para a qual Porto Alegre é candidata, são pontos destacados por aqueles que defendem a urgência de uma nova travessia. Os estudos do governo federal devem ser iniciados no começo de 2009 e custar R$ 10 milhões, para que a ponte estivesse pronta em 2011.

Haverá duas possibilidades para  execução da nova ponte: a obra pode ser incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ou o governo federal pode negociar com a Concessionária da Rodovia Osório-Porto Alegre (Concepa) a construção da estrutura. A empresa opera o vão móvel e já tem um projeto para a nova travessia.

Nos planos da concessionária, seria construída uma ponte, orçada em R$ 250 milhões, com cerca de 2,3 quilômetros, da interseção da Rua Dona Teodora com o quilômetro 95 da BR-290, no bairro Navegantes, na Capital (a 1,6 quilômetro do acesso à ponte atual), até o Saco da Alemoa. Seriam duas pistas com duas faixas em cada sentido e com 40 metros de altura a partir do nível da água – altura que o vão móvel atinge hoje quando içado. Como contrapartida, a Concepa negociaria com o governo federal o aumento do prazo de concessão para mais 20 anos.

Segundo o diretor-presidente da Concepa, Odenir José Sanches, essa obra seria concluída entre três e quatro anos, antes da Copa do Mundo.
Melissa Becker/Zero Hora

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Comentários

  • Vinícius Mordini de Andrade  On maio 6, 2009 at am:49 am

    Prezados amigos,

    Sou engenheiro de processos. O meu trabalho é, em síntese, atuar na melhoria contínua do fluxo de produtos e na velocidade da produção, eliminando gargalhos, criando novos meios, processos e/ou procedimentos alternativos que melhor se adequem aos nossos trabalhadores e ao processo.
    Indo direto ao assunto, venho a lhe escrever porque temo que estamos prestes a sacrificar nosso recurso público em uma obra de imenso porte que não resolverá nosso problema: a subscrita Nova Ponte do Guaíba.
    Por que digo que não resolverá?
    Não estamos vendo o problema como um todo: o gargalho deste processo não está “só” na ponte, mas também nas Avs. Castelo Branco e Sertório os quais – considerando que 90% de Porto Alegre situa-se abaixo deste ponto – são as vias mais utilizadas.
    Desta forma, teremos ótimas pontes, mas as mesmas avenidas. Uma nova ponte, mas o mesmo acesso…
    Minha sugestão:
    Porto Alegre precisa sim de mais acessos, pois para o sul do Estado só temos a atual ponte, seja para quem sai do Humaitá ou da Cavalhada, tem que passar por ‘aquela’ ponte, seja a nova ou seja a velha.
    O que imagino que melhorará em muito o problema é um novo acesso que sairia do centro, geograficamente analisando, da Usina do Gasômetro. Assim o trecho elevado (de alto custo) seria reduzido para aproximadamente 1Km, sendo reestruturada a Av. Ns. da Boa Viagem, um trecho de aprox. 4Km.
    Enfim, anexo um esquema gráfico para sua apreciação e espero contribuir para o bom fluxo de nossa cidade.

    Um grande abraço!!!
    Vinícius Mordini de Andrade
    vinimordini@yahoo.com.br
    (51)9804-1557

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