Arquivo do dia: outubro 17, 2008

Níquel no celular causa alergia

Médicos surpresos com inexplicáveis alergias nas bochechas e nas orelhas de pacientes devem ficar alertas para um tipo de alergia de pele causada pelo uso excessivo de telefone celular, informou a Associação Britânica de Dermatologia nesta quinta-feira.

Citando estudos publicados, o grupo disse que uma alergia que coça e que tem aspecto avermelhado, conhecida como “dermatite do telefone celular”, afeta pessoas que desenvolvem uma reação alérgica à superfície de níquel de telefones celulares, depois de passarem longos períodos de tempo usando os aparelhos.

A associação britânica afirmou que muitos médicos não estão cientes de que telefones celulares podem causar esta reação.

“Em uma dermatite de telefone celular, a alergia ocorre tipicamente na bochecha ou na orelha, dependendo de onde a parte do telefone fica em contato com a pele”, informou a associação em um comunicado. “Em teoria, poderá ocorrer até nos dedos, se a pessoa passar muito tempo escrevendo mensagens de texto em botões de metal.”

O níquel é um metal encontrado em produtos que vão desde telefones celulares a jóias e cintos de segurança, e é uma das causas mais comum de dermatite alérgica de contato, de acordo com a Mayo Clinic, dos Estados Unidos.

Lionel Bercovitch, da Brown University, e seus colegas testaram 22 populares celulares de oito fabricantes e encontraram níquel em 10 dos aparelhos.

Reuters

Crédito para compra de motos fica mais restrito

A crise econômica também anda sobre duas rodas. Fenômeno de vendas nos últimos anos, as motocicletas financiadas sem entrada estão mais difíceis de serem compradas. Segundo as concessionárias, a maioria das financeiras passou a exigir entrada de 20%. Além disso, as taxas de juros subiram, em média, de 12% a 15% nos últimos 30 dias.

No caso da concessionária Distac, em Laranjeiras, para comprar uma moto de 125 cilindradas, é preciso dar entrada de R$ 1.240 e pagar mais 48 parcelas de R$ 193. Sem entrada, o mesmo número de prestações fica em R$ 230. No final, a parte financiada ficará R$ 1.776 mais cara.

O panorama também começa influenciar na produção de motos. A Honda anunciou que vai interronper parcialmente duas linhas de produção de sua fábrica em Manaus (AM). Segundo a empresa, a medida é preventiva. A paralisação terá início na segunda-feira e durará dez dias, período em que a empresa deixará de produzir 40 mil unidades.

– Assim como a Yamaha, a Honda vai parar parte de suas linhas para criar um estoque regulador – afirmou Moacyr Alberto Paes, diretor-executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo).

Para Moacyr, as grandes fabricantes do setor não vão sofrer impactos com a crise e a variação cambial:

– Essas empresas já trabalham com índice de nacionalização de 98% na linha até 150 cilindradas. O percentual importado é pequeno. Já as marcas mais novas podem ter de fazer algum ajuste e isso pode ser repassado a médio prazo para o consumidor.

Gustavo Fernandes – Extra

Nutrilite doará US$ 10 mil por gol de Ronaldinho

A Amway anunciou hoje que sua marca Nutrilite, de suplementos vitamínicos, minerais e alimentícios, será a patrocinadora do clube de futebol italiano Milan.

A Nutrilite também doará US$ 10 mil à Fundação Milan por cada gol feito por Ronaldinho Gaúcho, jogador do time e garoto-propaganda da empresa.

Ajudando as crianças, gol a  gol – Uma parte fundamental da parceria inclui a nomeação de Ronaldinho como porta-voz global da Nutrilite para a campanha da Amway destinada às crianças e denominada “One by One”.

Para comemorar a parceria, a Amway Europa doou US$ 900.000 para a UNICEF. Em 2007, a campanha global gerou US$ 50.000.000 e 800.000 horas de trabalho voluntário em programas voltados para crianças, através do trabalho dos funcionários da Amway em todo o mundo e de todo o mundo e de três milhôes de Empresários Independentes da Amway.

NF/MA

Analistas de mercado tem baixa qualidade de vida

A qualidade de vida dos analistas do mercado de investimentos não anda boa, e deve piorar com os desdobramentos da crise.

Entre os problemas mais comuns estão deficiências visuais, dores na coluna, travamento dos dentes e gastrite, segundo pesquisa realizada pela Apimec SP (associação de analistas e profissionais do mercado de capitais) em parceria com a Unifesp, com profissionais de investimentos e analistas. O levantamento foi feito em maio e junho e questionou 162 profissionais.
Em geral, os pesquisados tomam algum medicamento.
Para Lucy Sousa, presidente da entidade, os analistas “estão sendo submetidos a pressões e, se a pesquisa fosse feita neste exato momento, o resultado tenderia a ser pior”.

Segundo Sousa, os profissionais seniores, em geral mais velhos e com renda mais alta, registram qualidade de vida um pouco superior à dos jovens iniciantes, que são submetidos a cobranças sobre avaliações e prazos de entrega de relatórios sobre companhias abertas.

Sintomas de depressão são mais comuns entre os que possuem cerca de 35 anos. A média de idade entre os pesquisados é de 41 anos, e 75% são homens.

FSP

Cartões: quadrilha lucrava R$ 20 milhões por mês

A Polícia Civil do Paraná realizou operação contra uma quadrilha que fraudava e clonava cartões de crédito. Seis pessoas foram presas, em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, e outras quatro continuam foragidas.

O grupo, que operava em todo o país, chegava a lucrar R$ 20 milhões por mês, informaram os investigadores, que descobriram duas fábricas pertencentes ao grupo, em São Paulo e em Canoas, onde eram produzidos os cartões.

Foram apreendidos mais de mil cartões de crédito e débito, centenas de cédulas de identidade em branco e preenchidas, 70 máquinas leitoras, computadores, pendrives e celulares. Para substituir as máquinas verdadeiras pelas falsas, os membros do bando se passavam por falsos técnicos de manutenção das operadoras de cartões. Na operação, eles instalavam um dispositivo apelidado de “chupa-cabra”, que armazena os dados.

JP

Crise Mundial: GM/RS faz parada programada

Na expectativa de um desaquecimento da economia decorrente da crise financeira mundial, redução dos prazos de financiamento e alta dos juros, a General Motors (GM/RS) de Gravataí tem hoje o seu primeiro day off (descanso), de três agendados para este mês: os próximos dois dias sem funcionamento serão 20 e 31.

Ao todo, a fábrica e os 18 fornecedores sistemistas, com 5,2 mil empregados, deixarão de produzir de 2.865 veículos (Celta e Prisma). A GM também retirou os 22 minutos extras da jornada de trabalho diária dos trabalhadores.
Com o corte dos 22 minutos, a GM/RS deixa de produzir 17 veículos por dia – são fabricados 50 carros por hora, ou 880 por dia.

Ontem pela manhã, o Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí reuniu-se na GM com o diretor de assuntos trabalhistas e relações sindicais da GM do Brasil, Artur Bernardo Neto. ‘Ele mais ouviu e pouco falou’, disse o coordenador de atividades sindicais no complexo, Valcir Ascari. ‘Só queremos garantir os empregos.’

É tensa a situação em Gravataí, porque os 5 mil empregados do complexo da GM temem perder os empregos e entregaram documento à direção da montadora pedindo que faça de tudo para não promover demissões.

A GM resolveu fechar a fábrica na segunda-feira, retomará os trabalhos na terça, mas parará novamente no dia 31, decisão que se seguiu ao corte de horas extras.

Ocorre que as exportações já caíram de 90 mil para 80 mil unidades e nada garante que não cairão mais ainda. Em outubro serão fabricados quase 3 mil carros a menos. A média de produção mensal é de 19,3 mil carros.

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