Analistas de mercado tem baixa qualidade de vida


A qualidade de vida dos analistas do mercado de investimentos não anda boa, e deve piorar com os desdobramentos da crise.

Entre os problemas mais comuns estão deficiências visuais, dores na coluna, travamento dos dentes e gastrite, segundo pesquisa realizada pela Apimec SP (associação de analistas e profissionais do mercado de capitais) em parceria com a Unifesp, com profissionais de investimentos e analistas. O levantamento foi feito em maio e junho e questionou 162 profissionais.
Em geral, os pesquisados tomam algum medicamento.
Para Lucy Sousa, presidente da entidade, os analistas “estão sendo submetidos a pressões e, se a pesquisa fosse feita neste exato momento, o resultado tenderia a ser pior”.

Segundo Sousa, os profissionais seniores, em geral mais velhos e com renda mais alta, registram qualidade de vida um pouco superior à dos jovens iniciantes, que são submetidos a cobranças sobre avaliações e prazos de entrega de relatórios sobre companhias abertas.

Sintomas de depressão são mais comuns entre os que possuem cerca de 35 anos. A média de idade entre os pesquisados é de 41 anos, e 75% são homens.

FSP

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