Polêmica: Médico nao é Dr. mas bacharel?


Os estudantes de Medicina gaúchos são contra a troca de diploma de médico pelo de bacharel em Medicina. A posição foi aprovada em assembléia no Sindicato Médico do RS (SIMERS). Eles decidiram deflagrar um grande ato nesta sexta ( 17 ), na capital, que marcará o Dia do Médico, comemorado no dia 18 deste mês, e a luta pela reversão de resoluções de universidades que já mudam a titulação.

Foi feito um documento contra a mudança, que segundo eles, só desqualifica a formação do médico e não se ajusta ao caráter de atuação da área. O documento será enviado a todos os deputados federais e senadores.

Estão mobilizados Diretórios Acadêmicos das faculdades da UFRGS, da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), da PUCRS e da Ulbra, além de estudantes de diversas anos e ATMs (Associações de Turmas de Medicina).

O SIMERS e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) vão solicitar audiência com o ministro da Educação, Fernando Haddad, para mostrar o prejuízo aos estudantes e a médicos já formados que receberam diploma com bacharel em Medicina. No RS, as faculdades de Medicina da UFRGS e da UFCSPA já alteraram o nome. Acadêmicos cobraram justificativa. A desculpa foi que o MEC exigiu.

Um abaixo-assinado está percorrendo as 11 escolas médicas do Estado em busca de apoio ao movimento, que é inédito no País.  Amanhã haverá passeata e ato para mostrar à população a importância de manter o diploma de médico e que o foco deve ser a maior qualidade do atendimento e mais recursos para o SUS.

O SIMERS ingressará com ações judiciais para restabelecer o diploma para formados em 2007 e 2008 e para assegurar que quem fez vestibular e ainda cursa a faculdade não tenha de receber a denominação de “bacharel em medicina”. As ações serão impetradas nas próximas semanas pela assessoria jurídica da entidade.

Cremers

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Comentários

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  • Lucas  On abril 27, 2014 at pm:25 pm

    E o princípio é da adequação social e não “aceitação social” apesar dele decorrer da aceitação e prática pela sociedade!

  • Lucas  On abril 27, 2014 at pm:22 pm

    E o bom é estudar mesmo 2 horas diárias de domingo a domingo!

  • Eduardo  On junho 10, 2013 at pm:15 pm

    Engraçado!! Médico dizendo que não pede para ser chamado de doutor… A grande imensa maioria dos Médicos que conheço colocam doutor em tudo que é documento e no jaléco.. Ai dizem aos outros que os mesmo tem inveja, então que façam medicina… puta merda!!! quantas besteira!!!

    Deveriam ter respeito com os que fazem mestrado e doutorado e utilizarem somente o título de bacharel, que é o que lhes cabe e pronto!!!

    Dizer que fez 5 anos de residência e que o mesmo corresponde a lato sensu é uma piada, pois sou engenheiro tenho curso técnico, e também estou fazendo Pós Graduação lato sensu, e tive que ouvir uma médica me dizer que queria ser tratada de doutora.. Deus me dê paciência !!!

    Eu chamo de doutor aquele que de fato fez doutorado, e aposto que o mesmo terá a humildade de pedir para não ser tratado assim…

    Não adianta dizerem que não, mas muitos médicos, advogados adoram ser tratados de doutor!!!

    Dá licença!!! Acham que estudaram mais que um Físico que fez mestrado e doutorado (sóo um exemplo)…

    Um pobre coitado pode chamar um médico de doutor, porque o coitadinho não teve como estudar, mas eu jamais farei isto !!!!

    A regra é clara.. É doutor quem fez o doutorado. E mesmo assim a pessoa é doutor em algum assunto e não doutor como forma de tratamento imposta.

    Quando me chamam de doutor no meu escritório, eu logo digo a pessoa que por favor me trate pelo nome ou no máximo como engenheiro Eduardo, que alias é o meu título profissional e não o meu nome.

    abraço a todos,
    Eduardo

  • Eduardo  On junho 10, 2013 at pm:02 pm

    Geraldo Dinoá,

    Entendo a sua colocação, mas temos que acabar com este tratamento de doutor de uma vez por todas, pois não é justo com aqueles que de fato estudaram muito como os que fazem doutoramento. Senão teríamos que tratar matemáticos, físicos e Engenheiros de doutor também, pois estes estudam muito ao meu ver….

    Descordo de você que é o povo que chama os médicos de doutores, pois eles colocam o Dr. em tudo que é documento e no jaléco também, e esta forma de agir é para mim uma forma de impor algo…

    abraço a todos,
    Eduardo

    • joão inacio da silva  On agosto 27, 2014 at pm:00 pm

      Então revogue a lei que ainda esta em vigor,dando a honra de ser chamado de doutor ao advogado!

  • Geraldo Dinoá  On abril 5, 2012 at am:56 am

    O pessoal se preocupa com coisas sem importancia. Pessoas passando fome, o mundo em verdadeiro caos e essas discussoes sobre quem é ou não é doutor. Na realidade quem vai decidir a “forma de tratamento” é o povo. É ilegal tentermos modificar ou até mesmo influenciar na forma como as pessoas falam. Garanto que todos que estão aqui criticando quando necessitam de atendimento médico em um caso de vida ou morte, irão trata-lo como “doutor” porque ele salvou sua vida. Isso é questão cultural, está arraigado nas nossas origens. Além do mais é apenas “forma de tratamento”, o que não o faz melhor nem pior. Acho que deveríamos nos preocupar com coisas de real importância. Perder tempo discutindo alho ínfimo nod fazem

  • Geraldo Dinoá  On abril 5, 2012 at am:49 am

    O pessoal se preocupa com coisas sem importancia. Pessoas passando fome, o mundo em verdadeiro caos e essas discussoes sobre quem é ou não é doutor. Na realidade quem vai decidir a “forma de tratamento” é o povo. É ilegal tentermos modificar ou até mesmo influenciar na forma como as pessoas falam. Garanto que todos que estão aqui criticando, quando precisam de um atendimento médico eem um caso de vida ou morte

    • Aguimar.  On abril 7, 2012 at pm:58 pm

      Geraldo, em caso de morte chamo o médico de doutor, porque será? medo! é o mesmo caso quando o cliente vai preso…o advogado é doutor…Resposta: medo. Tirando o medo, o que se discute aqui é que tem o direito de uso do título…

  • Augusto  On março 31, 2012 at pm:48 pm

    Os doutores da lei são sacerdotes religiosos. A lei é palavra do livro sagrado, são os mandamentos de Deus da Torah judaica. Eles não são advogados.
    DOUTOR QUER DIZER PROFESSOR

    • Aguimar.  On abril 3, 2012 at am:54 am

      Augusto, os doutores da lei (da biblia) estudavam o livro sagrado (a lei mais importante da epoca) e por isso eram chamados de doutores da lei…tais doutores no mundo de hoje são os juristas e não professores – PROVE QUE TAL EVOLUÇÃO FOI PARA PROFESSOR…NÃO CONSEGUE, POIS OS DOUTORES DA LEI (EPOCA DA BIBLIA) EVOLUIRAM PARA JURISTAS (INTERPRETAÇÃO EVOLUTIVA). Falar sem provar é muito facil… he he he ….

    • Aguimar.  On abril 7, 2012 at pm:54 pm

      Augusto, vc tem cruza com papagaio…he he he pois só repete o que fala e continua não provando nada!!! he he he DOUTOR DA LEI É ADVOGADO!!! é incrivel a tua interpretação… lei=professor e não jurista he he he parabens he he he

  • Aguimar.  On março 21, 2012 at pm:03 pm

    Pessoal,
    O texto abaixo encerra a polemica, doutor é quem tem doutorado, exceto o ADVOGADO!!! O resto é só balela!!!

    “ADVOGADO – DOUTOR POR DIREITO E TRADIÇÃO

    Por: DR. JÚLIO CARDELLA,

    (Tribuna do Advogado de Outubro de 1986, pág. 5)

    Por insistência de colegas, publicamos nesta Tribuna do Advogado, um despretensioso artigo, elaborado há 12 anos, e que foi publicado pela imprensa e algumas revistas, causando certa polêmica entre outros profissionais liberais, principalmente entre médicos, que sistematicamente se intitulam “doutores”, quando na verdade o uso da honraria pertence por direito e também por tradição, aos Advogados, salvo raras exceções.

    Comecemos pela tradição, que é também fonte de Direito, para demonstrar que a verdade está ao nosso lado, sem querer ferir suscetibilidades dos outros colegas liberais, mas com o intuito de reivindicar aquilo que nos pertence e que nos vem sendo usurpado por “usucapião, através de posse violenta”, no dizer de um saudoso companheiro.

    Embora fôssemos encontrar o registro da palavra DOUTOR em um cânon do ano 390 citado por MARCEL ANCYRAN, editado no Concílio de Sarragosse, pelo qual se proibia declinar essa qualidade sem permissão (Code de L’Humanité, ed, 1778 – Verdon – Biblioteca OAB- Campinas), o certo é que somente se outorgou pela primeira vez esse título aos filósofos – DOCTORES SAPIENTIAE – e aqueles que promoviam conferências públicas sobre temas filosóficos. Assim também eram chamados DOUTORES, os advogados e juristas aos quais se atribuía o JUS RESPONDENDI.

    Já no século XII, se tem a notícia do uso da honraria, atribuído a grandes filósofos como Santo Tomás de Aquino, Duns Scott, Rogério Bacon e São Boaventura, cognominado de Angélico, Sutil, Maravilhoso e Seráfico respectivamente. Pelas Universidades o título só foi outorgado pela primeira vez, a um ADVOGADO, que passou a ostentar o título de DOCTOR LEGUM em Bolonha, ao lado dos DOCTORES ÉS LOIX, somente dado àqueles versados na ciência do Direito. Tempos depois a Universidade de Paris passou a conceder a honraria somente aos diplomados em Direito, chamando-os de DOCTORES CANONUM ET DECRETALIUM. Eram estudiosos do Direito, e quando ocorreu a fusão deste com o Direito Canônico, passaram a chamar os diplomados de DOCTORES UTRUISQUE JURIS.

    Percebe-se daí, que, pelas suas origens, o título de Doutor é honraria legítima e originária dos Advogados ou Juristas, e não de qualquer outra profissão. Os próprios Juízes, uns duzentos anos mais tarde, protestaram (eles também recebiam o título de Doutor tanto das Faculdades Jurídicas como das de Teologia) contra os médicos que na época se apoderavam do título, reservado aos homens que manejavam as ciências do espírito, à frente das quais cintila a do Direito! Não é sem razão que a Bíblia – livro de Sabedoria – se refere aos DOUTORES DA LEI, referindo-se aos jurisconsultos que interpretavam a Lei de Moisés, e PHISICUM aos curandeiros e médicos da época, antes de usucapido o nosso título!

    Houve, portanto, como afirmamos, um caso de “usucapião por posse violenta” por parte dos médicos que passaram a ostentar a honraria, que no Brasil, é uma espécie de “collier a toutes les bêtes”, pois qualquer um que se vê possuidor de um diploma universitário, se auto-doutora…

    Sendo essa honraria por tradição autêntica dos Advogados e Juristas, entendemos que a mesma só poderia ser estendida aos diplomados por Escola Superior, após a defesa da tese doutoral. Agora, o bacharel em Direito, que efetivamente milita e exerce a profissão de Advogado, por direito lhe é atribuída a qualidade de Doutor. Se não vejamos: O Dicionário de Tecnologia Jurídica de Pedro Nunes, coloca muito bem a matéria. Eis o verbete: BACHAREL EM DIREITO – Primeito grau acadêmico, conferido a quem se forma numa Faculdade de Direito. O portador deste título, que exerce o ofício de Advogado, goza do privilégio de DOUTOR. (aos que gostam de pesquisar citamos as fontes dessa definição: Ord. L. 1° Tit. 66§42; Pereira e Souza, Crim. 75. e not. 188; Trindade, pág. 157, nota 143 in fine, e pág. 529 § 2°; Aux. Jur., pág. 355 Ass93)

    O decano dos advogados de Campinas – Dr. João Ribeiro Nogueira – estimado amigo, pesquisador incansável, lembra muito bem em artigo publicado no “Correio Popular” de 3 de agosto de 1971, um alvará régio editado por D. Maria I, a Pia, de Portugal, pelo qual os bacharéis em Direito, passaram a ter o direito ao tratamento de DOUTORES! Ora, todos sabem que uma lei só perde sua vigência quando revogada por outra lei. Assim, está plenamente em vigor no Brasil esse alvará que outorgou o título de DOUTOR aos advogados! Não consta nesse alvará legal, que tenha sido estendido a nenhuma outra profissão! E tanto isto é verdade, que à época, um rábula, de notável saber jurídico e grande honrabilidade, obteve também a honraria, por exercer a profissão, mas foi necessário um alvará régio especial, sendo doutorado por decreto legislativo, pois não era advogado diplomado em Faculdade de Direito. Foi o caso do rábula Antonio Pereira Rebouças…

    A lei está em vigor, assim como tantas outras da época do Império, que não foram revogadas, como o nosso Código Comercial de 1850.

    Por tradição e por direito, somos Doutores. E não poderia também ser de outra forma, uma vez que, exercendo a profissão de Advogado, o bacharel em Direito, está constantemente defendendo teses perante Juízos e Tribunais, que, julgando procedentes suas razões, estarão de um modo ou outro, aprovando suas teses, sobre os mais variados ramos do Direito E o que se dizer do Advogado perante o Tribunal de Júri, Tribunais Superiores, Auditorias? Não sustenta diária e publicamente suas teses?

    O Prof. Flamínio Fávero, por sua vez, eminente médico, que ostentava mais de 50 títulos, manifestando-se certa vez sobre o assunto, repudiou o uso indiscriminado do título doutoral, por qualquer profissional, dizendo que a “lei não permite isso, nem a ética” referindo-se especialmente aos esculápios que pretendem até “monopolizar o título dos causídicos”.

    É tal a inversão e investida dos médicos sobre o nosso título, que nos Estados Unidos chega-se a dizer com freqüência: “I am a doctor not a lawyer”, quando em verdade, este último é o doutor… A enciclopédia Americana, também registra o fato de terem sido os advogados os primeiros doutores, mas em pequenos dicionários vamos encontrar a definição de “doctor” como sendo “médico” para a língua portuguesa.

    Muitos colegas não têm o hábito de antepor ao próprio nome, em seus cartões e impressos, o título de DOUTOR, quando em verdade, devem fazê-lo, porque a História nos ensina que somos os donos de tal título, por DIREITO E TRADIÇÃO, e está chegada a hora de reivindicarmos o que é nosso; este título constitui adorno por excelência da classe advocatícia.

  • Eduardo  On março 19, 2012 at pm:26 pm

    Ouvi uma discussão semelhante ao acaso e fui pesquisa no google. Acabei lendo tanta baboseira que nem acredito possa existir. Só sei que vou continuar chamando meu médico de doutor pois devo muito a ele, sem ele eu não estaria mais aqui e, não há preço que pague isso. Alem do mais, assim eles eram chamados já na biblia (Jesus estava entre os doutores) , muito antes de existirem esses doutores de MEC. Se é tāo importante ter um título, porque não criam um para si ao invés de copiar o que ja foi destinado aos médicos há mais de 2000 anos.

    • Aguimar.  On março 21, 2012 at pm:55 pm

      Eduardo, loucura!!! os doutores da biblia são os juristas da epoca e não os médicos… o verdadeiro e originario doutor é o advogado (tradição milenar “doutores da lei” – fonte: boblia). fato de facil pesquisa!!!
      Advogado é doutor por lei (lei 11 de agosto de 1827) e por tradição (biblia).
      Abraço,
      Aguimar. .

    • Lucas  On abril 27, 2014 at pm:15 pm

      Você é bastante volátil hein Eduardo ou tem dois Eduardos aqui??Num momento você diz que chama o seu médico de Dr porque graças a ele você está vivo, noutro explica a realidade acadêmica no que diz respeito ao doutoramento e portanto Dr. é quem cursa um doutorado que por sua vez é específico e que nunca vai chamar médico de Dr.Ora essa, defina sua posição meu amigo.A verdade é que a vaidade impera nesses profissionais, eles gostam e ponto final, ademais existe um princípio em direito que diz que se é socialmente aceito pode ser praticado, mesmo estando curricularmente errado.
      Quem nunca ouviu o ditado popular: “Médico pensa que é Deus e Juiz tem certeza”?

  • Augusto  On janeiro 14, 2012 at am:57 am

    O curso de MEDICINA é terminativo. Se formam MÉDICOS.
    Não se formam bacharéis em Medicina no Brasil, USA e Austrália.
    No Reino Unido SIM, mas com apenas 4 anos de graduação, Sendo que para ter título de médico estudam-se mas 2 anos. Depois ainda tem mais 3 a 5 anos de residência médica (lato sensu).
    Quem termina o curso médico não é Doutor, mas também não é Bacharel, é MÉDICO..

    • Augusto  On janeiro 14, 2012 at am:44 am

      OBS: Nos paises de lingua inglesa (USA, Australia) MD quer dizer Medical Doctor(“Doutor de Medicina”), e não Medical Degree .

  • Augusto  On janeiro 14, 2012 at am:45 am

    A lei imperial que da o título de DOUTOR ao ADVOGADO não foi revogada. Por lei então Advogado também é Doutor.

  • Janduir  On novembro 18, 2011 at pm:00 pm

    Não basta só pagar as disciplinas para ser doutor, tem que pesquisar, produzir conhecimento novo, defender e ser aprovado.

    • Thiago  On novembro 26, 2011 at pm:37 pm

      Não entendo por que todo mundo cria polêmica com esse assunto Sou estudante de Medicina e nunca pedi que os pacientes me chamassem de doutor, mas é assim que funciona em nossa sociedade. Isso atrapalha os outros profissionais de que forma??? Se não está satisfeito com o curso que escolheu ou com a profissão que exerce, mude ou se adapte, ao invés de ficar criticando a profissão alheia.

  • Janduir  On novembro 18, 2011 at pm:57 pm

    Graduação – 4 a 5 anos
    Mestrado – 2 anos
    Doutorado – 4 anos

    Total – 10 a 11 anos

    Medicina – 6 a 7 anos

    Com a Lei nº 9.394/96 (Diretrizes e Bases da Educação), que institui o título acadêmico de Doutorado no Brasil, o decreto imperial antes citado foi revogado. Isto quer dizer que, perante a lei, só é doutor quem cursou programa de doutorado reconhecido pela Capes e não há a menor necessidade de juristas e médicos serem tratados por Doutores.

    Doutor só com doutorado mesmo!!

    • Augusto  On janeiro 14, 2012 at am:16 am

      A Lei do Império de 11 de agosto de 1827: “ cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais; introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico; dispõe sobre o título (grau) de doutor para o advogado”. A referida Lei possui origem legislativa no Alvará Régio editado por D. Maria I, a Pia (A Louca), de Portugal, que outorgou o tratamento de doutor aos bacharéis em direito e exercício regular da profissão, e nos Decreto Imperial (DIM), de 1º de agosto de 1825, pelo Chefe de Governo Dom Pedro Primeiro, e o Decreto 17874A de 09 de agosto de 1827 que: “Declara feriado o dia 11 de agosto de 1827”. Data que se comemora o centenário da criação dos cursos jurídicos no Brasil. Os referidos documentos encontram-se microfilmados e disponíveis para pesquisa na encantadora Biblioteca Nacional, localizada na Cinelândia (Av. Rio Branco) – Rio de Janeiro/RJ.

      A Lei 8.906 de 04 de julho de 1994, no seu artigo 87 (EOB – Estatuto da OAB), ao revogar as disposições em contrário, não dispôs expressamente sobre a referida legislação. Revoga-la tacitamente também não o fez, uma vez que a legislação Imperial constitui pedra fundamental que criou os cursos jurídicos no país

  • Lucas Calaça Câmara  On maio 11, 2011 at am:01 am

    A verdade te machuca, mas é a verdade

    • Augusto  On janeiro 14, 2012 at am:11 am

      A Lei do Império de 11 de agosto de 1827: “ cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais; introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico; dispõe sobre o título (grau) de doutor para o advogado”. A referida Lei possui origem legislativa no Alvará Régio editado por D. Maria I, a Pia (A Louca), de Portugal, que outorgou o tratamento de doutor aos bacharéis em direito e exercício regular da profissão, e nos Decreto Imperial (DIM), de 1º de agosto de 1825, pelo Chefe de Governo Dom Pedro Primeiro, e o Decreto 17874A de 09 de agosto de 1827 que: “Declara feriado o dia 11 de agosto de 1827”. Data em que se comemora o centenário da criação dos cursos jurídicos no Brasil. Os referidos documentos encontram-se microfilmados e disponíveis para pesquisa na encantadora Biblioteca Nacional, localizada na Cinelândia (Av. Rio Branco) – Rio de Janeiro/RJ.

      A Lei 8.906 de 04 de julho de 1994, no seu artigo 87 (EOAB – Estatuto da OAB), ao revogar as disposições em contrário, não dispôs expressamente sobre a referida legislação. Revoga-la tacitamente também não o fez, uma vez que a legislação Imperial constitui pedra fundamental que criou os cursos jurídicos no país

    • Augusto  On janeiro 14, 2012 at am:14 am

      A Lei do Império de 11 de agosto de 1827: “ cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais; introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico; dispõe sobre o título (grau) de doutor para o advogado”. A referida Lei possui origem legislativa no Alvará Régio editado por D. Maria I, a Pia (A Louca), de Portugal, que outorgou o tratamento de doutor aos bacharéis em direito e exercício regular da profissão, e nos Decreto Imperial (DIM), de 1º de agosto de 1825, pelo Chefe de Governo Dom Pedro Primeiro, e o Decreto 17874A de 09 de agosto de 1827 que: “Declara feriado o dia 11 de agosto de 1827”. Data em que se comemora o centenário da criação dos cursos jurídicos no Brasil. Os referidos documentos encontram-se microfilmados e disponíveis para pesquisa na encantadora Biblioteca Nacional, localizada na Cinelândia (Av. Rio Branco) – Rio de Janeiro/RJ.

      A Lei 8.906 de 04 de julho de 1994, no seu artigo 87 (– Estatuto da OAB), ao revogar as disposições em contrário, não dispôs expressamente sobre a referida legislação. Revoga-la tacitamente também não o fez, uma vez que a legislação Imperial constitui pedra fundamental que criou os cursos jurídicos no país

    • lucasirmao2244  On abril 27, 2014 at pm:59 pm

      Vocês deveriam ter ouvido falar do principio da aceitação social esse princípio diz que uma vez aceito e praticado socialmente algo pode ser aceito, mesmo que seja errado como chamar todo médico e advogado de doutor ou jogos de azar como o jogo do Bicho.
      Atenciosamente

  • Lucas Calaça Câmara  On maio 11, 2011 at am:59 am

    Vaidade é foda é Augusto, vai estudar e cursar um doutorameto de verdade ates de ficar ai igual a um galiho de rixa cagado regra!Um espelho é essecial de vez em quado pacóvia!

  • Luis  On fevereiro 2, 2011 at pm:10 pm

    Graduandos em medicina não se preocupem em mostrar à população a importância de manter o diploma de médico.
    O foco de suas preocupações deve ser uma possivel instituição da exigência de “aprovação no exame x”, após colação de grau, para a necessária inscrição no Conselho Profissional e o regular exercício da profissão de médico.
    O título de médico ou de bacharel em medicina qualifica o graduado para o exercício da profissão de médico, uma vez que a Constituição Federal estabelece:
    Art. 5°.
    XIII- é livre o exercício de qualquer trabalho, oficio ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;

    A atenção dos estudantes deve ser dirigida ao Congresso Nacional para evitar que lá seja aprovado algum projeto, mesmo tal projeto contariando o disposto no art. 5°, inciso XIII, da Constituição Federal, que institua a exigência de “aprovação em exame x” para que o graduado possa exercer a profissão para a qual está plenamente qualificado, em face do gráu que lhe conferido pela universidade ou instituição de ensino superior credenciada pelo poder público.

  • Emili  On janeiro 11, 2011 at pm:13 pm

    Augusto!

    Engraçado… Tu menosprezas outras carreiras pelo simples fato chamado carga horária. Não entendo teu comentário revolto. Tu escolhestes esta profissão. Tu soube desde o início das adversidades que terias.
    Vir aqui e reclamar das pessoas que acham injusto chamar médido de doutor é muito infantilidade da tua parte. Cada um
    escolhe a o curso que quer. E, independente de carga horária (e outras razões tu vieres a acrescentar)cada um passa por dificuldades dessemelhantes. Eu por exemplo, trabalho em um centro cirúrgico 9 horas por dia (tu deves
    saber como é CC, já que fez estágio no mesmo… muita pressão), curso Ciëncias Biológicas à noite e aos sábados à manhã e à tarde. Ainda frequento curso de inglês há quatro anos. Ainda mais, sou bolsista com projeto de iniciação científica, portanto, tenho que, além de estudar como de costume nas horas vagas e no final de semana, me dedicar ao meu projeto.
    Você acha que é fácil para mim? Não é.
    Então, quando eu tiver acabado meu pós-doct, depois de ter feito mestrado e doutorado (quem sabe doutorado direto), eu nao mereço ser chamada de DOUTORA pelo simples fato de não ter uma carga horária igual ou maior que vocës BACHARÉIS EM MEDICINA TËM.
    Desculpe-me mas, esse teu pensamento é próprio da maioria dos médicos e graduandos em medicina. Só vocës valem algo. Só vocës se esforçaram bastante para ter uma profissao digna.

    MAIS HUMILDADE MÉDICO OU BACHAREL EM MEDICINA AUGUSTO.

    • Augusto  On janeiro 26, 2011 at am:18 am

      Emili, sugiro que releia o meu comentário.

      O comentário incia dizendo que estudamos 8200 horas para sermos médicos (não doutores). Em outro parágrafo, eu escrevi: “concordo em gênero, número e grau que DOUTOR é quem tem Doutorado. Portanto, médico não é Dr”.

      Portanto, não vim aqui “reclamar de quem acha injusto chamar médico de doutor”, como tu afirmas, até porque eu fui bem claro ao dizer que CONCORDO que médico NÃO é Dr.

      Eu não questiono o direito dos outros profissionais serem chamados de doutores. Apenas disse por que não troco uma formação médica pelo doutorado de ninguém e ainda repeti que NÃO faço e nem farei a menor questão de ser chamado de Dr.

      E meu último parágrafo foi claro como água de rocha: eu digo, de novo, que não faço a menor questão de ser chamado de doutor e ainda exemplifico que, no meu carimbo, NÃO constará o “Dr” antes do meu nome, tampouco qualquer outro título que não me pertença.

      A tua interpretação do comentário que eu escrevi foi totalmente distorcida, não sei se por extrema dificuldade de interpretação textual (já que as idéias do texto estavam claríssimas) ou por má-fé. Tu disseste que eu reclamei de quem acha injusto chamar o médico de dr em resposta a um comentário que eu afirmei diversas vezes que Médico NÃO É doutor. Isso é um descalabro em termos de interpretação de texto.

      São essas distorções, como a tua, que geram a percepção totalmente errada que as pessoas têm dos profissionais de medicina. Percepção essa baseada em generalizações, suposições e visões superficiais, desprovidas de qualquer embasamento concreto ou argumento lógico. Isso sim que é infantilidade.

      • Anderson  On março 29, 2011 at am:39 am

        Você foi muito infeliz ao afirmar que um estudante de Medicina estuda muito mais que um bacharel com mestrado e doutorado. Vá se informar antes de falar besteira.

      • Augusto  On abril 15, 2011 at pm:57 pm

        Resposta a Anderson On março 29, 2011 at am:39 am

        Contra fatos não há argumentos. Eis os fatos:

        Carga horária média de um curso superior = 4.500h
        Carga horária total de Mestrado = 450h
        Carga horária total de Doutorado = 900h
        Graduação + Mestrado + Doutorado = 5.850h

        Carga horária da Graduação em Medicina = 9.806h

        9806 versus 5850… A menos que a matemática tenha mudado, 9806 é maior do que 5850. Em outras palavras, o número de horas SOMENTE para a GRADUAÇÃO em Medicina é 67,6% maior do que a soma de graduação, mestrado e doutorado na maioria das outras áreas.

        Esses dados vem exatamente ao encontro do que eu escrevi antes.

        Se quisermos somar 5 anos de residência médica, teremos:

        Carga horária da Residência Médica = 2.880 x 5 = 14.400h

        Graduação + residência = 24.206h

        PS: eu concordo que Dr. é SOMENTE quem tem DOUTORADO. Médico NÃO é doutor. Repito: Médico NÃO é Doutor. Ninguém sai da faculdade com título de Dr e eu NÃO tenho nenhuma pretensão, desejo, tara, fixação ou interesse em ser chamado de Dr. Não acho que uma sigla ao lado do meu nome vá me transformar em uma pessoa melhor ou pior.

        Portanto, quem precisa se informar para não falar besteira é tu!

        Fontes:

        Carga horária Mestrado e Doutorado na UFRJ – http://www.museunacional.ufrj.br/posbotanica/informesgerais.html

        Carga horária Graduação em Medicina na UFG – http://www.medicina.ufg.br/uploads/files/MATRIZ_CURRICULAR.pdf

        Carga horária residência médica – http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=404

  • Augusto  On dezembro 17, 2010 at pm:00 pm

    Nós estudamos mais de 8200 horas/aula para sermos médicos.

    Ao contrário dos estudantes de outras áreas, nós, estudantes de Medicina, não temos mais férias a partir da metade da faculdade, não temos mais folga em fim de semana ou feriado, temos que fazer plantões de madrugada e enfrentar o dia seguinte inteiro, pois não podemos faltar, já que temos compromisso com os pacientes e não somente conosco.

    Não obstante o fato de termos estudado mais de 8200 horas, quem quer se especializar precisa fazer residência médica que varia de 2 a 7 anos com 60 horas semanais (no mínimo), sem férias, feriado, fim de semana e com um monte de plantões de madrugada, totalizando 3 mil horas/ano (ou seja, de 6 mil a 21 mil horas).

    Somente as horas da graduação em Medicina superam de longe a soma das horas/aula da vida acadêmica INTEIRA dos bacharéis com doutorado (pode somar as horas da sua graduação + mestrado + doutorado e o resultado será inferior ao da graduação médica).

    Se formos comparar as horas/aula de um bacharel com doutorado com as de um médico especialista – que precisou fazer residência – a diferença é inexpugnável.

    Um neurocirurgião ou urologista, por exemplo, precisa de 23 mil horas de estudo para ser reconhecido como especialista! Um bacharel com doutorado precisa de uma fração disso para ser chamado de “doutor”…

    Daqui a menos de 1 ano eu me formo e não farei a menor questão de ser chamado de doutor. Concordo em gênero, número e grau que DOUTOR é quem tem Doutorado. Portanto, médico não é Dr.

    Mas podem ter certeza que eu não troco minha graduação médica (e posterior especialização) pelo doutorado de ninguém. Afinal de contas, quando alguém está infartando às 3 da manhã na virada do ano, não vão procurar nenhum bacharel com doutorado. Vão procurar um médico de plantão!

    Então, fiquem com seus doutorados e com o direito de se auto-intitularem “doutores”, ja que isso é tão importante para os bacharéis com doutoradoo.

    E eu fico com minha formação médica, sem fazer a menor questão de ser chamado de “doutor”, até porque a profissão é muito mais importante que um título acadêmico, pois este é limitado por aquela. Tanto é que, no meu carimbo, estará escrito o meu nome, meu CRM e a palavra “Médico”, sem espaço para “Dr.” ou quaisquer outros títulos que não me pertençam!

    • Patricia  On fevereiro 24, 2011 at am:16 am

      Segundo a definição MUNDIALMENTE aceita de Doutorado, ele baseia-se na defesa de uma Tese (vc sabe o que é defender uma tese???) que apresente contribuição ORIGINAL para o campo de estudo no qual ela se insere. Sendo assim, independente do tempo que dura o curso de graduação de um médico, ele não preenche os requisitos para que a este profissional seja outorgado o título de Doutor. Agora, um parenteses: se vc tivesse feito uma pós graduação stricto sensu, vc saberia que ela demanda no mínimo tanto tempo e dedicação quanto fazer um curso de medicina, muito provavelmente até mais, uma vez que não se trata de reproduzir o que esta em livros ou manuais, mas sim COMPREENDER em profundidade um determinado campo de conhecimento, refletir sobre ele, testá-lo e então PRODUZIR novo conhecimento. Sob esta perspectiva, vc só tem condições de ser um médico melhor hj do que os médicos foram, por exemplo, a um século atrás, por conta de pessoas que gastaram seu tempo e energia fazendo doutorado. Sendo assim, apenas baseados na lógica, podemos dizer que estas pessoas merecem um pouco mais de respeito e consideração por parte de pessoas como vc.

      • Augusto  On abril 15, 2011 at pm:29 pm

        Releia meu comentário! Eu disse que médico NÃO é DR. Mais um exemplo de incapacidade de interpretar um texto! Santa Paciência!

        Para facilitar, eu vou copiar exatamente o mesmo trecho do meu comentário em que afirmo isso. Leia, não vai tirar pedaço nem matar:

        “Concordo em gênero, número e grau que DOUTOR é quem tem Doutorado. Portanto, médico não é Dr.”

        Qualquer distorção de algo tão claro só pode ser resultado de má-fé e/ou analfabetismo funcional!

    • Josino  On junho 1, 2012 at am:25 am

      Médico: 4 anos estudando dentro da faculdade, 2 anos fazendo estagio dentro de hospital. Acho que todos os os cursos superiores em saúde deveriam ser assim.

  • Thiago  On agosto 13, 2010 at am:46 am

    Tudo isso fede. Eu tenho 28 anos e nunca parei de estudar… estou no meu segundo ano de doutorado em física e não tenho esperança que alguém um dia me chame de doutor. E esse cara aí em cima que disse que médico estuda muito deve tá louco! Eu e muitos amigos que conheço é que estudamos muito, e não é nada de decorar nomes de ossos e músculos e nem de decorar livros de direito… mesmo com título de mestre ninguém me chama nem de professor… não é porque não salvo vidas (de forma direta) nem tiro bandidos da cadeia, que devo ser tão desvalorizado. Aqueles que querem o direito de serem doutores, que estudem!

    • Luiz Felipe  On fevereiro 28, 2011 at am:03 am

      Thiago, olha o que você disse:

      “Eu e muitos amigos que conheço é que estudamos muito, e não é nada de decorar nomes de ossos e músculos e nem de decorar livros de direito…”

      Então, simplificando a medicina desta forma imbecil que você fez, eu poderia fazer o mesmo dizendo que física só tem que decorar fórmulas, o que seria a retribuição de uma idiotice dita por um leigo.

      Agora, eu te digo, com total humildade e certeza, que o estudo da medicina é muito mais árduo que o da física. Sabe por que? Porque ao contrário da física, a medicina não é uma ciência exata, agente não tem uma HP ou software pra nos dar as respostas. Eu ja cansei de ver engenheiro e biólogo com mestrado e doutorado que passou a faculdade de engenharia de boa vir pra medicina e só tomar bomba, você não sabe como isso é frequente. Então por favor não fale do que não sabe.

  • Fernando  On agosto 5, 2010 at pm:06 pm

    Parece que a maioria dos comentários enfurecidos contra a “vaidade” dos médicos em serem chamados de doutores vem de pessoas que não são médicas… Compreendendo a cultura do nosso povo que sempre valorizou de forma exaltada (demasiadamente ou não) os médicos, parece todos estarem revoltados com a falta de reconhecimento da população em geral com sua própria profissão escolhida, sendo ela “não médica”. Fácil voltar sua ira contra outra classe profissional ao invés de exigir o reconhecimento de sua pofissão. Deixem a ira de lado e a simples resposta basta: Doutor é quem tem doutorado, e ponto final.

    • Marcelo Dâmaso  On agosto 5, 2010 at pm:51 pm

      A questão não é tratada por todos desta forma, isto é, enfurecimento por parte de não médicos é exatamente o contrário..rs.. Eu, pessoalmente passei por duas situações em que ao me referir ao médico estagiário(residente) como Senhor, assim como faço com qualquer outro, pois é um pronome de tratamento adequado fui repreendido com “fúria” totalemnte desproporcinal e ininteligível por um médico superfisor deste estagiário. Claro! Achei cômico a vaidade patética do garoto..rs.. As críticas, c no meu caso entre outros, não são de tolos vaidosos, mas de critérios:
      1º)Doutor não consta como pronome de tratamento, certo? Logo não deve ser usado para referir-se a qualquer um, seja advogado ou médico.
      2)Segundo nossa legislação, Doutor é quem tem doutorado, apenas!
      3º)É notória a vaidade humana, claro, mas ela é tão natural nos médicos quanto nos que os criticam por esta razão, contudo, nem todos que os criticam por esta razão, é por estarem frustrados por nãos serem reconhecidos como doutores exatamente pq, nem todos, embora possuam uma vaidade saudável e necessária a sobrevivência, são patéticos presunçosos como a maioria dos médicos(preste atenção no que digo, A MAIORIA, não todos, embora seja raro..rs… na verdade, p ser médico não precisa ter QI elevado, vc deve saber, é apenas necessário ter acesso a excelente educação e pra isso precisa-se de muito dinheiro em termos proporcionais(pobres X classe mádia alta e ricos)e muita dedicação ao estudo. Bom, dedicação eu sei , assim como vc, q outros milhares de miseráveis deste mundo à fora, tem, porém…)
      4)E mais importante de todos, existem profissões muito mais importantes que a madicina. Duvida? Imagine os lixeiros em greve um mês? Agora imagine 6 meses, 2 anos…etc? Nenhum médico no mundo faz tanta falta a sociedade quanto um lixeiro q evita uma INFINIDADE DE DOENÇAS graças ao seu trabalho, um dos mais difíceis e menos remunerados proporcionalmente do mercado. Imagine a medicina sem o Químico, biologo, físico q criam as fabulosas máquinas de diagnótico médico(quem leva a fama? o médico, injustamente é claro e se se ENCHEM DE VAIDADE por um mérito q não é possuem, pois quem fez o diagnóstico não foi o médico, mas a genialidade do físico, certo), ou seja, por VAIDADE E PRESUNÇÃO IGNORANTE usurpam seu semelhantes e isso pode gerar conflito ate ao mais ingênuo dos homens, não por serem frustrados, mas por serem ROUBADOS no seu direito de serem chamados de doutores, mas pela razão de médicos EXIGIREM q nos refiramos a eles como doutores de um mérito, q em sua maioria, não possuem! Natural, não acha?
      Boa sorte como médico, sendo ou não doutor oq me importa é que cumpra seu juramento, oq, sinceramente, duvido!

      • Augusto  On dezembro 17, 2010 at pm:16 pm

        Não, quem faz o diagnóstico de doença não é o físico ou engenheiro. É o médico. O físico trabalha no desenvolvimento de equipamentos auxiliares no diagnóstico, mas 99% dos diagnósticos estão na anamnese e no exame clínico, para os quais o conhecimento médico é fundamental. Se fores pegar todas os atendimentos médicos, a esmagadora maioria tem seu diagnóstico baseado na anamnese e no exame clínico.

        Ademais, para os engenheiros e físicos desenvolverem ferramentas diagnósticas, a supervisão médica é fundamental, pois não adianta criar algo espetacular do ponto-de-vista da engenharia, mas com pouca ou nenhuma aplicação na prática médica.

        PS: Concordo que médico não é Doutor. Esse título é de quem faz doutorado, não obstante o número de horas necessárias para obte-lo. Dessa forma, não troco minha formação médica pelo doutorado de ninguém.

      • Emili  On janeiro 11, 2011 at pm:24 pm

        Nossa… Voce foi muito feliz em seus comentários.
        Parabéns.

        O estranho foi a guria ali abaixo dizendo para ”ter a santa paciencia” hehe

        Quem faz medicina, ou tem familia rica ou ganhou bolsa e, neste ultimo caso, muitas vezes nem com bolsa é possivel, pois há necessidade de TRABALHAR, coisa que a maioria dos GRADUANDOS (NAO DOUTORANDOS)nao sabe o que é.

      • Luiz Felipe  On fevereiro 28, 2011 at am:22 am

        Marcelo, me desculpe, mas você só falou besteira. Lixeiro não ganha mal, apenas recebe de acordo com sua qualificação e estudo. Quem tem mestrado recebe mais do que quem só é graduado e por ai vai.

        Agora, essa mentalidade de uma suposta maior importância de uma ou de outra profissão foi outra bola fora. Se for raciocinar assim eu poderia dizer que o médico é mais importante porque se o lixeiro ficar doente é ele quem vai atender e medicar para que o mesmo possa retornar ao trabalho.

  • Felipe Schmidt Fortes  On abril 15, 2010 at pm:21 pm

    Como se preocupam em serem chamados de doutores, deveriam se preocuparem com a saude da população em geral, se estudaram 6 anos em turno integral, é poque quiseram e puderam, pois não é quelquer mortal que pode cursar medicina, e após formados são muito bem remunerados por isso, nos paises de lingua inglesa que estão corretos, usando apenas a sigla, M.D. (medical degree)…

    • Augusto  On janeiro 14, 2012 at am:42 am

      Desculpe mas nos paises de lingua inglesa (USA, Australia) MD quer dizer Medical Doctor(“Doutor de Medicina”), e isso aparece no diploma de graduação.

  • Julio Rios  On março 23, 2010 at am:07 am

    Calma gente. Eles só querem ser chamados de Doutor. Por favor não contrariem crianças podem ficar tarumatizadas..!!

    • Luiz Felipe  On fevereiro 28, 2011 at pm:49 pm

      O post só debate a questão dos títulos médico x bacharel, mas sempre tem os recalcados como você que adoram descambar pra essa discussão besta. Só pra constar, eu tb não faço a mínima questão de ser chamado de doutor, apesar da história, cultura e dicionário me darem subsídio pra isso.

  • Marcelo Dâmaso  On março 22, 2010 at pm:49 pm

    Esses “Dotô” são patéticos..rs.. São o facasso da ciência médica tupiniquim. A maioria dos medicamentos tem patente estrangeira!! Falta de dinheiro? Uai, não são todos Dotô, fius de Coroné? Peça dinheiro por papai, ora..Já vi muito biólogo geneial, tenho um amigo Físico e matemático brilhante..etc.. Tais Dotô deveriam não só copiar do “Dr” Norte Americano e Europeu mas a competência também, não acham?
    Doutor é quem tem DOUTORADO!!! “Santa” VAIDADE..rs.. Mas tudo bem, chamemo-os de Dr quem sabe eles se sintam c a auto-estima melhor e resolvam honrar o título que não merecem. O LIXEIRO se não recolher nossas toneladas de lixo todos estaremos mortos em poucos anos decorrentes de inúmeras doenças. VIVA AO TÍTULO DE DOUTOR AOS LIXEIROS QUE GARANTEM NOSSA SAÚDE, e cobram bem menos..

    • Luiz Felipe  On fevereiro 28, 2011 at pm:52 pm

      A ignorância é uma dádiva.

  • G. Trin  On março 6, 2010 at pm:29 pm

    fico cada vez mais indignada.. desde os tempo mais antigos .. mesmo antes de existir doutorado.. doutor ja era doutor… o academico de medicina enfrenta 6 anos de curso para se formar médico (e ainda é integral), mais 2 ou 4 anos de residencia para se tornar um especialista em determinada area, e ainda tem que ler um monte de besteira dessas de que nao pode ser chamado de doutor.. tenha santa paciencia..

  • Geraldo  On julho 11, 2009 at pm:26 pm

    é mto facil se intitular de doutor onde so tem segundo grau ou simplesmente gaduados(tecnicos, licenciados ou bachareis). O dificil é manter se de pé com esta falsidade ideologica em um congresso onde todos os palestrantes são doutores e Phds de fato! ou será que ainda se intitulam de doutores? DUVIDO com letras maiusculas!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Carolina  On maio 20, 2009 at am:45 am

    Dr. é praticamente um pronome de tratamento para todos que possuem nível superior, risos! Mas DOUTOR mesmo é que produziu uma tese, fez o doutorado que varia de 4 a 5 anos… Na língua inglesa “doctor” é médico e como nós vivemos copiando o primeiro mundo, copiamos isso também… Na verdade, DOUTOR é quem é douto, sábio, culto… Independente de possir ou não um nível superior… Não tem o “Doutor Honoris Causa” que é dado pela universidade e legitimado pela comunidade acadêmica? Para esse título não precisa ter nível superior e sim, prestar serviços de grande relevância a sociedade.

  • flavio klein  On abril 26, 2009 at pm:19 pm

    Doutor é quem tem doutorado.
    Enquanto o Brasil imitar a parte podre dos estados unidos, seremos sempre um país subdesenvolvido e manipulado por falsos doutores. Médico é médico, não tem nada de chamar de doutor! Eles querem é nos manipular, nos enrolar, sermos pacientes enquanto eles nos escravizam com consultas intermináveis!

  • Martins  On abril 2, 2009 at pm:00 pm

    É impressionante como alguns relutam em superar os resquícios da era colonial de nossa história. Com efeito, e repisando o que os amigos disseram, MÉDICO NÃO É DOUTOR, salvante aqueles poucos que dedicaram boa parte de sua vida a redigir uma tese de doutorado e vencer a banca examinadora.

    Já é tempo de igualar os bachareis, seja lá qual for a área de atuação. Existe o mau vezo, notadamente nas camadas menos favorecidas, de clamar a todos de “doutor”. Percebe-se o desprestígio àqueles que efetivamente são doutores…

    A OAB, em repúdio a ignorância, já recomenda que seus inscritos não se nominem “doutores”… Contudo, parece que os CRMs insistem em elevar seus médicos, sugerindo o título ACADÊMICO de doutor a quem conta somente com a graduação… Lamentável. Daí já podemos aferir a estirpe do profissional.

  • SmonerS  On fevereiro 10, 2009 at am:41 am

    Só é Doutor que faz doutorado,
    quem são esses que se dizem TEREM de ser DOUTORES com uma graduação somente e ainda feita nas coxas pois os cursos de medicina são um fiasco em grande parte das faculdades uiversidades que o disponibilizam,
    ISSO É PREGUIÇA DE ENFRENTAR UM ESTUDO MAIS APROFUNDADO EM UM ASSUNTO, DEDICAR + 4-5 ANOS A SUA FORMAÇÃO !!!!

    DOUTOR É QUEM FAZ DOUTORADOOOOOOOOOOOOOOO!!!
    ESTUDEM AMIGOS ESTUDEM,

    SmonerS

  • Ricidleiv  On dezembro 9, 2008 at am:06 am

    Correção da correção… Equivocou-se ao considerar que título de bacharelado é para cursos teóricos. E sim para áreas de conhecimento humano. Medicina, assim como Engenharias, recebem diplomas profissionais.
    E curso “teórico-prático” também se enquadra todos os bacharelados.

  • David Mello  On outubro 17, 2008 at pm:41 pm

    Pequena correção… Quem se forma em medicina, seja com título de bacharel ou de médico, não é doutor. O objetivo do MEC, portanto, não é impedir que pessoas sem doutorado tenham título de “doutor”. O nosso problema é que bacharelado é pra cursos teóricos, com 20 ha… Não pra um curso teórico-prático, com seis anos de duração em que estudamos de manhã, de tarde, de noite e de madrugada (nos plantões)… E nas horas vagas estudamos pra provas.

    • Emili  On janeiro 11, 2011 at pm:28 pm

      Está ruim para ti?
      Larga a medicina entao.

      Se nao está ruim, para de reclamar.
      FALSOS DOUTORES CHOROES.

      • Augusto  On janeiro 26, 2011 at am:06 am

        O cara também escreveu que “médico não é doutor” e tu vem com uma resposta mentecapta, infantil, absurda e reducionista.

        Tu chamas de “falso doutor chorão” um cara que disse que médico NÃO (N-Ã-O) é doutor. Eu estava em dúvida se o teu problema era incapacidade de ler e interpretar textos ou se era má-fé. Agora eu tenho certeza que o teu problema são as duas coisas ao mesmo tempo. Além de cometer um descalabro em termos de interpretação de texto, tu ainda mostras ser mal-intencionada.

        É com essa inépcia que tu queres ser reconhecida? São com essas más intenções que tu queres te promover?

        Pelos teus comentários raivosos e rancorosos, parece que tu estás frustrada com a tua opção (ou falta de opção) e queres descarregar isso em cima dos outros através de uma miríade de mecanismos de defesa do ego, que, em excesso, podem caracterizar disfunção psiquiátrica.

        Lamentável.

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