Arquivo do dia: outubro 11, 2008

Suzuki B-King é Moto do Ano

Oito jornalistas especializados e um leitor da revista Duas Rodas testaram 38 motocicletas de 13 categorias na pista da Pirelli em Sumaré (SP). Com a maior pontuação, a roadster da Suzuki foi a grande vencedora

Em noite de gala para o motociclismo nacional foram divulgados os resultados da 11ª. Edição do Concurso “Moto do Ano”, promovido pela revista DUAS RODAS, a mais tradicional publicação do segmento. A grande vitoriosa foi a Suzuki B-King que ganhou na categoria Roadster e também recebeu o troféu de “Moto do Ano 2008”.

A festa de premiação, que aconteceu dia 8 de outubro, no Espaço Único, em São Paulo.

O Concurso “Moto do Ano”, realizado anualmente pela revista DUAS RODAS, é um dos mais democráticos e respeitados do segmento de motocicletas do Brasil. Afinal, neste ano de 2008 chegou a sua 11ª edição reunindo 150 motocicletas de diversas categorias. O concurso é dividido em duas fases e leva em conta o voto dos leitores da revista, mas também a opinião de oito jornalistas especializados e um leitor da publicação que testaram as motos nos últimos dias 29 e 30 de agosto.

Na segunda fase do concurso oito jornalistas especializados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, juntamente com um leitor da revista (escolhido em concurso cultural durante a votação da primeira fase) tiveram a oportunidade de testar os 38 modelos de motos entre 100 e 1.800 cc finalistas nas treze categorias.

Após a apuração das notas foram eleitos os seguintes modelos: BMW R 1200 GS (Big-Trail); Suzuki Boulevard 800 (Custom); Sundown V-Blade (Custom até 250 cc); Yamaha YZF R1 (Esporte); KTM 690 SM (Motard); Honda Hornet (Naked); Suzuki B-King (Roadster); Yamaha Neo (Scooter); Honda Pop (Street até 110 cc); Honda CG 150 Titan (Street até 200 cc); Yamaha Fazer 250 (Street até 500 cc); BMW G 650 XCountry (Trail até 700 cc) e BMW K 1200 GT (Turismo).

Esses modelos receberam a maior nota e foram os vencedores em suas respectivas categorias. Como os quesitos são os mesmos nas variadas categorias, a Suzuki B-King obteve o maior número de pontos (493) e foi eleita a “Moto do Ano 2008”.

Fonte: http://www.motonline.com.br

Ibope: Fogaça sai na frente no 2º turno

O prefeito de Porto Alegre e candidato à reeleição, José Fogaça (PMDB), saiu na frente na disputa pelo segundo turno das eleições municipais na capital.

Fogaça aparece com 51 por cento das intenções de voto, enquanto a adversária Maria do Rosário (PT) tem 40 por cento na pesquisa divulgada pelo Ibope, no sábado.

Fogaça venceu o primeiro turno das eleições com 43,8 por cento. Rosário fez 22 por cento. O candidato à reeleição também leva vantagem na expectativa de vitória. Entre os entrevistados, 63 por cento disse acreditar que Fogaça será o próximo prefeito, enquanto 31 por cento aposta na vitória de Rosário.

O Ibope ouviu 1001 eleitores entre 9 e 10 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais. Os indecisos são 4 por cento, enquanto a margem de eleitores que pretendem votar em branco ou anular ficou em 5 por cento.

A pesquisa foi realizada antes do reinício da propaganda eleitoral gratuita que voltou a ser veiculada no sábado, 11 de outubro.

A pesquisa foi contratada pela RBS TV e está registrada com o número 110/2008 na 161ª Zona Eleitoral de Porto Alegre.

Reuters/ZH

Grenal é o maior clássico do futebol brasileiro

A edição de outubro da Revista Trivela, especializada em futebol, chega às bancas do Rio Grande do Sul carregada de polêmica. A publicação traz na matéria de capa uma pesquisa realizada com 30 jornalistas esportivos do Brasil e do mundo que apontaram os 50 principais clássicos de futebol.

O Grenal foi o mais lembrado pelos cronistas como maior clássico nacional e o duelo espanhol Barcelona e Real Madrid, como destaque internacional. A capa da edição, que será distribuída no Rio Grande do Sul, apresenta um duelo entre o zagueiro gremista Léo e o meio-campista colorado Daniel Carvalho. A edição também traz matéria sobre a aposta do Internacional na sustentabilidade e oferece ao leitor um passeio pelo Museu do Futebol, no estádio do Pacaembu, que se tornou ponto de visita obrigatório para os amantes do esporte no Brasil.

Sobre a revista Trivela: Com dois anos de mercado, a publicação teve origem no site http://www.trivela.com.br  com dez anos de tradição. É distribuída pela editora paulista Confiança, que traz entre seus títulos a revista Carta Capital. O foco da publicação é o futebol nacional e internacional, com matérias sobre história, fatos importantes e personalidades que façam a diferença.

http://www.felipevieira.com.br

Filha de Madonna celebra o Bar Mitzváh

Foi assim mesmo, de meia-calça pink e com os cabelos estrategicamente desarrumados, que Lourdes Maria celebrou sua transição de garota para mulher. Mais precisamente, o BarMitzváh, da tradição judaica, que também e lembrado pelos seguidores da Cabala.

Madonna ( na foto chegando a cerimônia) até deu um tempo na turnê para assumir o papel de mãe coruja, nessa sexta-feira à noite, em uma cerimônia realizada no Kabbalah Center, em Manhattan.

Lourdes completa 12 anos na semana que vem, e, a partir de agora, precisa seguir à risca os 613 mandamentos do Torah, o mais sagrado dos livros judaicos. Tudo sob a supervisão da mamãe, claro.

Detalhe: atente para a produção da pequena Lola. Cada vez mais cheia de personalidade. Cada vez mais a cara da mãe…

Glamurama

Passar mão na bunda pode valer suspensão

Um ato, no mínimo, indiscreto pode tirar Carlos Alberto do Brasileirão. O apoiador do Botafogo pode ser suspenso por até 10 partidas pelo STJD por ter passado a mão na bunda do zagueiro Réver, do Grêmio, no dia 4 de outubro, no Olímpico. O julgamento acontece na próxima quarta-feira.

Carlos Alberto e Réver se envolveram em uma confusão durante a partida, mas como não foram expulsos, não cumpriram suspensão automática. A Procuradoria do STJD, no entanto, observou as imagens e decidiu indiciar os dois. Além do artigo 258 (Assumir atitude contrária à disciplina ou à moral desportiva), o apoiador alvinegro responderá pelo artigo 255 (Ato de hostilidade), no qual também foi enquadrado Réver e que prevê pena de até três jogos de gancho.

O Dia

Artigo: Miriam Leitão a louca

por Miguel do Rosário, no Óleo do Diabo

Miriam, a louca

Durante toda minha vida convivi com o medo da loucura. É uma coisa de família, uma paranóia horrível. No entanto, nunca surtei, nunca perdi um milímetro de minha lucidez.  Em momentos de depressão, todavia, a paranóia insiste em voltar. Hoje descobri quão ingênuo tenho sido. Doida é a Miriam Leitão. E se uma louca como ela pode ser a principal colunista econômica do país, eu, se eu for louco (e o Frank Sinatra dizia que todos o somos), também posso ter minhas ambições. Leiam a matéria abaixo:

O peso da máxi

Já é maxidesvalorização. De 26 moedas emergentes, o real foi que mais perdeu: 35%. Desde agosto, se a conta do PIB for feita em dólar, é como se o Brasil tivesse perdido US$ 309 bi. Parte é efeito dos derivativos dos exportadores, um problema que ninguém sabe a dimensão. Um exportador me disse o seguinte: “O BC pede serenidade como o capitão do Titanic mandava a orquestra tocar.”

O Banco Central fez ontem várias operações no mercado de câmbio e não reduziu a pressão do dólar. Quanto mais o dólar sobe, mais os exportadores que fizeram operações especulativas com câmbio perdem dinheiro.

— O exportador estava apostando a favor da moeda brasileira. Quem está ganhando dinheiro são os bancos estrangeiros. Além disso, os exportadores não estão conseguindo se financiar para produzir; a exportação vai parar — disse o presidente de uma das maiores empresas brasileiras.

O BC, segundo me garantiu ontem um dos seus dirigentes, não tem qualquer compromisso em defender a queda do dólar. Não está fazendo leilões para evitar que o dólar suba, mas sim para suprir a falta das linhas de crédito internacionais para o comércio. O problema é que não tem adiantado.

Nathan Blanche, especialista em câmbio, acha que o BC tem que vender dólar líquido, em operações direcionadas aos exportadores. Com mais oferta, o dólar pode cair, reduzindo a cotação e o prejuízo das empresas.

Leram? Acreditam nisso? Durante seis anos, a senhora PIG vociferou contra o dólar baixo, dizendo que as exportações brasileiras seriam fortemente prejudicadas. Fazia, sistematicamente, previsões catastróficas para a balança comercial, que, segundo ela, não resistiria ao câmbio desfavorável. Os números sempre contradiziam suas previsões. O Brasil ampliou e ainda vem ampliando suas vendas externas mesmo com moeda forte. A razão é a enorme diversificação de nossos produtos, e a melhora da qualidade deles. Em muitos setores, como carnes, autopeças e aviões, produto brasileiro é sinônimo de excelência e o mundo aceita pagar um pouco mais caro.

Mas, como todos sabem, exportadores ganham em dólares. Quando o dólar cai, portanto, eles perdem. Eles têm resistido, nos últimos tempos, através do aumento da produtividade e redução de custo. Agora, com essa disparada do dólar, a senhora PIG quer nos convencer, na contra-mão de tudo que afirmou por anos a fio, que os exportadores terão prejuízo com a alta do dólar e cita empresários que teriam “especulado” com o câmbio.

Ora, senhora PIG, no mercado cambial existem diversas ferramentas para evitar riscos com o câmbio. São os chamados hedge, onde você faz um seguro para evitar sustos com dólar baixo ou alto. Os exportadores prudentes fazem hedge, os especuladores especulam. Há séculos que exportadores brasileiros que especulam com o câmbio acabam quebrando uma hora ou outra. Com isso, surgiu uma classe de empresários que prefere dispensar o lucro fácil e arriscado e fazer negócios de maneira mais segura e estável. Não se trata apenas de capitalismo, mas da própria vida. De valores. Concorrência.

Pegue dois empresários que competem no mercado de exportação de um determinado produto. Um deles especula e procura, com o lucro, prejudicar seu concorrente, que não especula e, por isso, não pode oferecer os descontos que o outro oferece aos clientes. Quando ocorre uma crise cambial que dá prejuízo ao especulador, há uma justiça.

No fundo de todo movimento, há uma justiça, uma busca pelo equilíbrio. A senhora quer defender os especuladores? E ainda afirmar que os exportadores estão perdendo dinheiro com o dólar alto? Ora, o dólar está pouco mais de R$ 2. Há seis anos era R$ 4!!!! O exportador que não especulou, ao contrário, poderá ganhar muito mais com o dólar alto, pela razão óbvia de que o preço de seu produto é cotado em dólar.

A ideologia vendida por nossa mídia é estarrecedora. Dinheiro para melhorar salários e assistência social é considerado “aumento de gastos”. Mas sempre que o governo acena com empréstimos paternalistas (ou mesmo doações, sob o título de pacote anti-crise sistêmica), os mesmos colunistas e editorialistas reagem com indisfarçável entusiasmo.
Continua aqui…

Do Blog Óleo do Diabo

100 anos de Cartola

Hoje, dia 11 de outubro, é dia do centenário do compositor e sambista Cartola. Legítimo representante do samba carioca, Cartola tem canções gravadas por alguns dos maiores intérpretes da música popular brasileira e vários sambas feitos para a Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira – alguns, campeões do carnaval do Rio de Janeiro.

Ouça a música O Mundo é um moinho, de Cartola

Saiba mais sobre a obra de Cartola no site dedicado ao artista

Cem anos depois, bate outra vez com esperanças o coração. Em 11 de outubro de 1908, nascia no Catete, no Rio, Angenor de Oliveira, que virou Cartola, autor de canções antológicas como As Rosas Não Falam e O Mundo É um Moinho.

Ele se confundiu com a história do samba. “Cartola surgiu para a música no momento em que o samba, por razões comerciais, se dividia em ?do rádio? e ?do morro?, trazendo informações novas e um estilo de dizer coisas que não eram comuns em seu meio”, diz o pesquisador Nei Lopes. Francisco Alves gravou Divina Dama em 1933. Depois vieram mais e mais intérpretes: Carmen Miranda, Silvio Caldas, Araci de Almeida, Ataulfo Alves.

Na flor, que exala o perfume roubado da mulher amada, despontam tanto espinhos quanto pétalas – e assim é o coração de um homem. A dor e a esperança. Do espaço entre ambas brotam as composições de Cartola. O homem que usava grandes óculos escuros para esconder o nariz deformado foi operário de construção civil (o apelido se deve ao chapéu-coco que usava “pra não apanhar cimento no cabelo”) e de um lava-rápido.

O mundo como moinho. Cartola, leitor do poeta Castro Alves, preferiu cantar a vida com letras elaboradas e melodias idem. E é esse rico material que serve, agora, para gerar regravações e shows no Rio e em São Paulo, além da reedição de uma biografia. O centenário, porém, como muitos esperavam, não virou tema do enredo de sua escola, a Mangueira. O centenário escolhido para o carnaval de 2008 foi outro, o do frevo, ocorrido em fevereiro de 2007.

Cartola gravou seu primeiro disco-solo em 1974. Depois de escutá-lo interpretando a si mesmo, é preciso coragem para regravá-lo. Um dos maiores cancionistas do País, ele foi parceiro de nomes ilustres, como Elton Medeiros, Carlos Cachaça, Herminio Bello de Carvalho e de outros menos lembrados, como Nuno Veloso e Dalmo Castelo.

Herminio afirma que o samba Acontece, por sua rica harmonia, poderia ser assinado por Tom Jobim. “O estilo de seus sambas mais lentos, que ele mostrava antes da década de 1950, é atualíssimo, principalmente quando se celebram os 50 anos da bossa nova”, diz Nei Lopes.

Renato Russo: 12 anos sem o mito

Há 12 anos o Brasil perdia um ícone do rock nacional. Aos 36 anos, Renato Russo faleceu no dia 11 de outubro, à 1h15 da madrugada, vítima de broncopneumopatia e septicemia causadas pela Aids. Ele era HIV positivo desde 1990. Apesar de recusar rótulos, ele se tornou um mito como cantor, músico, compositor e líder de uma das maiores bandas de rock nacional dos anos 80, a Legião Urbana.

Renato Manfredini Júnior nasceu no Rio de Janeiro em 27 de março de 1960, filho do economista Renato Manfredini, funcionário do Banco do Brasil e de Dona Maria do Carmo, professora de inglês. Ele aprendeu inglês desde pequeno, quando morou, dos 7 aos 10 anos, em Nova York. Nova transferência do pai levou o menino, já com 13 anos, a Brasília que tanto marcou sua música. Renato teve uma infância e adolescência de classe média alta, típica do pessoal das bandas de Brasília. Entre os 15 e os 17 anos enfrentou várias operações e viveu entre a cama e a cadeira de rodas, combatendo uma doença óssea rara chamada epifisiólise. Nessa época, lia bastante, ouvia muita música e começou a sonhar em montar uma banda de rock.

Em 78, inspirado pelo Sex Pistols, Renato formou o Aborto Elétrico, que no vai e vem de integrantes, contou com participações de Fê e Flavio Lemos (depois do Capital Inicial), Ico Ouro Preto e André Pretorius. O “Russo” que adotou como sobrenome artístico foi a forma que Renato encontrou de homenagear Jean-Jacques Rousseau e Bertrand Russel, personalidades que admirava. Em 82 abandonou o Aborto Elétrico e passou a fazer trabalhos solos. Neste período ficou conhecido como “O Trovador Solitário”. Quando a lendária “cena de Brasília” já era uma força underground reconhecida, Renato Russo formou a Legião Urbana.

Com seus refrões poderosos e letras que falavam de inseguranças emocionais e do niilismo da geração crescida durante o regime militar, a Legião Urbana bateu fundo nos anseios dos jovens brasileiros.

Ao todo, lançaram treze álbuns, somando mais de vinte milhões de discos vendidos. Ainda hoje, é o terceiro maior grupo musical, da gravadora EMI-Odeon, em venda de discos por catálogo, no mundo, com média de duzentas mil cópias por mês.

Wikipedia

Adriane Galisteu sai do SBT e define acerto na Band

Adriane Galisteu recebeu uma proposta oficial da Band e pode trocar de emissora. Foi oferecido a ela um programa semanal ao vivo no horário nobre. Essa seria uma das novidades da programação de 2009 da Band, que promete muitas novidades.
O advogado de Galisteu, Sérgio D’Antino, disse que a oferta da Band é financeiramente superior à do SBT. Por contrato, que venceu no último dia 30, o SBT tem prioridade na renovação – pode crobrir as ofertas das concorrentes -, mas estaria disposto a abrir mão dessa cláusula.
O SBT também fez uma proposta a Galisteu, que, fala-se, seria de um programa semanal, com salário de R$ 100 mil mais divisão de custos e lucros do seu programa. Ela ainda não deu resposta. Do SBT  ela estava afastada desde março e seu contrato acabou no último dia 30

A loura não fechou com o SBT porque não tinha interesse em se tornar sócia de Sílvio Santos e ter que cuidar de assuntos como faturamento e merchandising: “Adriane quer ter um programa, um salário e participação no merchandising”, disse Sérgio Dantino, advogado da loura.

A carreira de Galisteu deslanchou quando apresentava o ‘Superpop’, da RedeTV!, em 1999. Depois comandou o ‘É Show’, da Record, de 2000 a 2003. Em 2004, mudou para o SBT, onde apresentou o ‘Charme’.

Com salário de R$ 500 mil, mais os cachês de merchandising, Silvio chegou a mudar de dia e horário a atração várias vezes. E, por fim, tirou-a do ar em março deste ano, alegando baixa audiência.

Ontem surgiram boatos de que Adriane estaria sendo sondada pela Globo para ser repórter do ‘Fantástico’ e, ao mesmo tempo, para ter um programa no GNT, canal a cabo da GloboSat. Nenhuma das empresas confirmou essa possibilidade.

ODia

Buffett tá mais rico que Bill gates

O investidor bilionário Warren Buffett é de novo o homem mais rico dos Estados Unidos, destituindo do posto o co-fundador da Microsoft, Bill Gates (ambos na foto).  A troca de posições aconteceu em decorrência de um novo cálculo feito pela revista Forbes a respeito da fortuna dos 400 norte-americanos mais ricos.

A revista revisou as fortunas de alguns dos bilionários de sua lista Forbes 400, a fim de calcular o efeito da pior crise financeira desde a Grande Depressão da década de1930 e fazer uma lista das pessoas mais atingidas.

Mas nem todo mundo sofreu com o tumulto financeiro. Enquanto 17 bilionários da lista da Forbes perderam mais de 1 bilhão de dólares no último mês, Buffett conseguiu ampliar sua fortuna em 8 bilhões de dólares, acumulando 58 bilhões. Isso o coloca à frente de Gates, cuja fortuna caiu de 57 para 55,5 bilhões de dólares.

Gates foi o primeiro da lista dos 400 mais ricos da Forbes por 15 anos.

Buffett conseguiu tanto dinheiro graças à sua empresa Berkshire Hathaway, a qual transformou em um conglomerado de 199 bilhões de dólares que investe em empresas pouco valorizadas. No fim do mês passado, a empresa disse que investiria 5 bilhões de dólares no banco Goldman Sachs.

“Escolhemos focar alguns dos bilionários mais ilustres da lista e imprimir uma amostra dos que perderam mais de 1 bilhão em setembro”, disse o editor-chefe da revista, Matthew Miller.

A lista inicial, publicada em 17 de setembro, foi calculada usando preços de ações públicas no dia 29 de agosto, enquanto as fortunas revistas usam preços do dia 1o de outubro.

Lawrence Ellison, fundador da Oracle, manteve o terceiro lugar na lista dos bilionários apesar de sofrer os impactos da crise. Ele viu sua fortuna de 27 bilhões de dólares cair para 25,4 bilhões.

Quando a lista foi publicada, no mês passado, quatro descendentes de Sam Walton, fundador do Wal-Mart, estavam entre o quarto e sétimo lugares da lista, com fortunas de cerca de 23 bilhões de dólares cada um.

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, estava em oitavo lugar na primeira lista, com uma fortuna estimada em 20 bilhões de dólares, obtidos graças ao seu império de informações financeiras. Em seguida, vinham os irmãos Charles e David Koch, donos da companhia energética Koch, com 19 bilhões de dólares cada um.

A Forbes não informou se alguma dessas posições mudou com a revisão das fortunas.

Dos bilionários cujas fortunas foram recalculadas, Sheldon Adelson, magnata do ramo de cassinos, foi o que mais sofreu com a crise. Ele perdeu 4 bilhões de dólares e sua fortuna, agora, é de 11 bilhões. Já Charles Ergen, chefe da EchoStar, que opera satélites, perdeu 2,2 bilhões de dólares. Estima-se que ele tenha agora 5,9 bilhões.

Confira a lista de fortunas recalculadas no site da Forbes: http://www.forbes.com/forbes/2008/1027/046.html.

Reuters/ Ajay Kamalakaran

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