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Quase metade dos brasileiros possuem intolerância à lactose

leite[1] Leite, queijo, iogurte e manteiga são alimentos facilmente encontrados na mesa dos brasileiros, mas para cerca de 40% da população podem trazer náuseas, diarreia, excesso de gases, dor de estômago entre outros incômodos. Isso acontece devido a uma incapacidade que essas pessoas têm de digerir lactose, o açúcar do leite. É a intolerância à lactose.

Para digerir esse açúcar, o organismo precisa produzir uma enzima chamada lactase, que divide o açúcar do leite em glicose e galactose. A incapacidade de produzir a lactase pode ser genética ou ocasionada por algum problema intestinal que a interrompe temporariamente.

De acordo com Ricardo Barbuti, gastroenterologista membro da Federação Brasileira de Gastroenterologia, a capacidade de produzir a lactase é geneticamente determinada. “Quem tem a predisposição para produzir menos enzimas, na medida em que o tempo passa, vai perdendo a capacidade de digerir a lactose. Todo mundo que tem geneticamente uma intolerância, tem uma má absorção de lactose, mas isso não causa sintomas sempre”, disse Barbuti. Há países, como o Japão, em que praticamente toda a população tem essa característica.

O especialista explica que geralmente os sintomas aparecem entre meia hora e uma hora depois da ingestão do leite ou derivados, como chocolate, sorvetes, leite condensado, creme de leite, iogurte, manteiga, pudins e queijos. Barbuti ressalta porém, que isso depende do grau de intolerância à lactose e de quanta lactose tem o alimento ingerido. “Queijos quanto mais duros, menos lactose. Um parmesão, por exemplo, tem pouca lactose, enquanto um queijo mais mole tem mais lactose” explicou o especialista.

O Iogurte, por exemplo, tem menos lactose, já que o leite é fermentado e, no processo de fermentação, as bactérias consomem a lactose.

Já para Simone Rocha, nutricionista presidente da Associação de Nutricionistas do Distrito Federal, outro fator que pode causar intolerância alimentar de qualquer tipo, inclusive à lactose, é a superexposição a determinado alimento. “A superexposição pode causar intolerância, porque você come tanto que o seu organismo não consegue produzir enzimas para quebrar tudo”, explica Simone.

De acordo com Barbuti, as pessoas estão tendo mais acesso ao diagnóstico de intolerância à lactose. “O médico está mais atento a esse problema. O exame mais comum, que é o teste sanguíneo, é de fácil execução e está mais disponível à população, inclusive pelo SUS [Sistema Único de Saúde]”, avaliou o especialista. Ele conta que existe ainda um teste genético, em que os genes do paciente são estudados para saber se existe carga para a intolerância, porém este exame está disponível em pouquíssimos lugares no Brasil.

O especialista ressalta que existe diferença entre intolerância alimentar e alergia, que é uma reação imunológica descontrolada do organismo a alguma substância.

Para quem tem intolerância à lactose e faz questão de continuar consumindo derivados do leite, Barbuti explica que existem no mercado comprimidos de lactase. No Brasil, a lactase é encontrada apenas nas farmácias de manipulação, pois, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a enzima lactase é um medicamento de origem biológica. Em outros países, no entanto, a enzima é considerada alimento e tem venda liberada em farmácias e supermercados. Segundo a agência reguladora, ainda não há, no país, interesse das empresas em desenvolver o produto para vendas nas farmácias.

Outra alternativa para não passar mal ao ingerir derivados de leite são os probióticos, “as bactérias do bem”, que quando tomadas continuamente podem melhorar a digestão da lactose. Estes recursos são especialmente importantes para mulheres que já passaram pelo período da menopausa e precisam ingerir derivados do leite para absorverem cálcio.

Coca-Cola deixa de anunciar para crianças

child-children-coca-coca-cola-coke-Favim.com-267704[1]Decisão de não anunciar mais para menores de 12 anos de idade vem acompanhada de outras três medidas que buscam combater a obesidade e preservar a saúde financeira da marca
Reduzir ou até mesmo eliminar as calorias de suas bebidas, estampar as informações nutricionais dos produtos na frente das embalagens, incentivar a prática de exercícios físicos e não direcionar mais as suas mensagens publicitárias a crianças com menos de 12 anos de idade. Essas são as novas diretrizes da maior empresa de refrigerantes do mundo para afastar a associação da Coca-Cola com problemas ligados à obesidade e reverter a trajetória de queda nas vendas, já sinalizada em alguns países.

As novas determinações foram anunciadas nesta quarta-feira 8, como parte das comemorações dos 127 anos de criação da Coca-Cola, e valem para os 200 países onde a marca está presente. “A obesidade é hoje a ameaça de saúde mais desafiadora entre as famílias de todo o mundo. Estamos comprometidos em trabalhar de uma forma cada vez mais próxima com os nossos parceiros de negócios, governantes e da sociedade para fazer parte da solução”, declara Muhtar Kent, presidente mundial da Coca-Cola, em nota.

A decisão da companhia de disseminar programas capazes de estimular hábitos mais saudáveis já tem o apoio de autoridades, como o governador da Georgia, Nathan Deal, e o prefeito da cidade de Atlanta (sede da Coca-Cola), Kasim Reed, que participam do lançamento de uma série de ações criadas para engajar a população local, a exemplo de outras parcerias já firmadas em Chicago, Londres, entre outras localidades.

Exemplo para o Brasil

A iniciativa da Coca-Cola reflete uma antecipação ao projeto de lei 5.921/01, que há mais de dez anos tenta proibir a publicidade voltada para crianças até 12 anos de idade no Brasil. Hoje em tramitação na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados, o texto de autoria do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) aguarda um novo parecer do atual relator, o deputado Salvador Zimbaldi (PDT-SP), ainda sem previsão para ocorrer.

A postura da marca – que recentemente trocou ursos-polares e sorrisos pelo conceito “Be Ok” (ou “Fique bem”) em recente campanha lançada nos Estados Unidos – contrasta ainda com o posicionamento do governo de São Paulo, que em janeiro vetou o projeto de lei 193/08, que buscava impedir a veiculação de anúncios de alimentos e bebidas “pobres em nutrientes, com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio” no rádio e na TV, entre 6 e 21 horas, além de tentar proibir também o uso de personagens e celebridades infantis. Em março, foi a vez do PL 1.096/11, que buscava proibir a venda de alimentos acompanhados de brindes ou brinquedos em todo o Estado de São Paulo, ser barrado sob a alegação de “inconstitucionalidade e na falta de competência do Estado de legislar sobre a propaganda comercial”.

Órgãos de defesa do consumidor, como o Instituto Alana, se mobilizam cada vez mais para atrair o apoio à projetos de lei capazes de impor limites à publicidade infantil, enquanto representantes da indústria da comunicação, como Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), Associação Brasileira de Anunciantes (Aba) e Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) defendem a bandeira da liberdade de expressão e a responsabilidade na criação das mensagens para continuar desenvolvendo campanhas dirigidas às crianças.

 

Meio&Mensagem

Consumo de refrigerante em queda pelo 8º ano seguido nos EUA

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O volume de refrigerante consumido nos EUA está diminuindo, mas as vendas continuam em alta (o valor delas). Segundo notícia do Ad Age, em 2012 a queda foi de 1,2%, o que fez o volume consumido se equiparar aos números de 1996 e o consumo per capita que se tinha em 1987.

No entanto, as grandes marcas aumentaram seu preço, o que levou a um aumento de 1,8% nos resultados. O consumo de refrigerantes crescia 3% ao ano na década de 1990, mas começou a desacelerar em 1999 e desde 2005 está em queda.

A categoria, cujo valor estimado é de USD 77 bilhoes, continua sendo dominada pela Coca-Cola, que tem 17% do mercado. A Diet Coke vem em seguida, com 9,4%, e a Pepsi em 3º, com 8,9%.

Alimentos que repelem insetos de forma natural

Castanha do Pará é aliada contra insetos. (Foto: iStock)Conheça o poder das comidas que podem ajudar a proteger a pele de sua família dos mosquitos da forma mais natural possível

Há quem seja alérgico a repelentes vendidos em farmácia, e há quem simplesmente não deseje usá-los e prefira acabar com o problema dos mosquitos de forma mais natural. Não há problema: se planejando com antecedência, é possível garantir para toda a família uma pele livre de picadas no verão, e sem usar produtos químicos.

Segundo Fábio Bicalho, nutricionista clínico e funcional e supervisor em segurança de alimentos pelo Instituto de Hospitalidade, no Rio de Janeiro, há alimentos que, se incluídos frequentemente na dieta da família, podem funcionar como repelentes naturais para mosquitos e outros insetos.

“Alimentos ricos em vitaminas do complexo B, em especial B1, podem evitar mordidas de inseto”, diz o nutricionista. Entre as comidas mais recomendadas pelo especialista estão os vegetais verde-escuros, o arroz integral, a castanha do Pará, os ovos e os cereais integrais. Para fazerem efeito, é preciso incluir um ou mais desses ingredientes no prato todos os dias – de preferência em mais de uma refeição.

O planejamento das refeições também precisa ser feito com certa antecedência, já que, para as vitaminas realmente fazerem efeito no corpo, elas precisam de tempo. Por isso, o ideal é turbinar a dieta com esses alimentos pelo menos dez dias antes de uma viagem ao mato ou à praia, locais onde os mosquitos costumam ser mais abundantes em quantidade.

Quem não consegue ou não pode comer esses alimentos todos os dias conta ainda com uma ajuda farmacológica natural: os suplementos vitamínicos do complexo B. “Eles devem ser prescritos por nutricionista ou médico, que indicará a quantidade na receita”, explica Fábio Bicalho, que recomenda: tomá-los durante pelo menos dez dias já começa a criar a ação repelente.

Yahoo.com

SAÚDE: Viagra diminui flacidez e queima gorduras, diz jornal

aW1hZ2Vucy8xMzU4ODU1Nzc1MS5qcGc[1]Investigadores descobriram que o medicamento utilizado para o tratamento da disfunção eréctil (nos homens) converte células de gordura indesejável, e queima calorias em vez de armazená-las na cintura.

De acordo com Alexandre Pfeifer, que liderou um estudo publicado no Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology, o Viagra reduz o risco de doenças ligadas à obesidade.

Pfeifer e sua equipa analisaram o efeito do remédio em células de gordura de ratos, que se mostraram resistentes à obesidade mesmo quando alimentados com uma dieta rica em gordura. No ensaio que durou sete dias, o medicamento da Pfizer impediu que as células de “gordura branca” aumentassem.

Ainda assim, os efeitos do Viagra só podem ser  comprovados com estudos adicionais, ressalva a fonte. “Estamos em fase de pesquisa básica, e todos os estudos foram realizados exclusivamente em ratos”, acrescentou Pfeifer.

DROGA!! Brasil campeão do crack

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Estudos da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp revelam que o Brasil perde apenas para os Estados Unidos em números de usuários de cocaína em pó e crack: 2,8 milhões entre nós contra 4,1 milhões entre os americanos. Isoladamente, o Brasil é o maior mercado mundial de crack e o segundo maior de cocaína.

No ano passado, o Fundo Nacional Antidrogas usou apenas R$ 21,6 milhões dos R$ 332,5 milhões do orçamento para ações de prevenção, repressão, tratamento e reintegração de dependentes. Nos últimos nove anos, o Fundo tinha dotações autorizadas de R$ 590,6 milhões e foram aplicados apenas R$ 143,1 milhões desse total (24,2%).

SAÚDE: UTI é para quem tem salvação

Bela entrevista que recomendo a leitura…
Entrevista com o médico Ricardo Necchi

1358217287[1]MINUANO SAÚDE – Quem tem de ir para a UTI?
RICARDO NECCHI – Vou responder assim: quem deveria ir para a UTI. Pacientes graves que se beneficiam de cuidados intensivos. Vou trocar o termo médico para o popular. Pessoas que estão gravemente doentes, mas que podem se salvar. Este é o grande equívoco da sociedade, das pessoas que pressionam os médicos, as enfermeiras e assistentes, achando que fazem o melhor para os seus familiares e estão fazendo uma coisa completamente errada.

MS – E quando internar na UTI é errado?
NECCHI – Muitas vezes são pacientes que não vão se beneficiar de tratamento intensivo, são pacientes em fase final de câncer, estão com vários AVCs (acidente vascular cerebral) e acamados há muito tempo… Mas a família tem muita dificuldade em lidar com a morte. Isso é uma coisa muito séria… A humanização das UTIs é hoje uma das coisas mais discutidas. Nos congressos, o que mais se discute é ética e humanização dentro da UTI. Até onde a gente pode investir nos esforços com um paciente.

MS – Mas é difícil lidar com isso. As pessoas acreditam que ali vão estar bem.
NECCHI – Eu digo por experiência. Tenho pessoas conhecidas, de ótima relação, que até ficaram de mal comigo, porque eu disse: “olha, tua mãe (ou tua tia) não tem porque ficar no tratamento intensivo, ela tem que ficar com a família, ela não vai sobreviver. São pessoas que ficaram chocadas comigo. Existe um trabalho publicado de uma médica em Santa Catarina no qual ela afirma – é algo muito certo – que, antigamente, a criança assistia ao vovô morrer dentro de casa. Então, a morte era uma coisa mais próxima das pessoas. Depois, nós passamos para um segundo momento: as pessoas acham um absurdo morrer dentro de casa. A minha mãe morreu em casa, de câncer. Morreu cercada pela família. Hoje isso não existe.
As pessoas ligam para o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e trazem ao Pronto-Socorro os pacientes, infelizmente, morrendo. E perguntam assim para a gente: “vai mandar para morrer em casa?” Como se fosse uma coisa absurda.
Agora, estamos chegando a um terceiro momento. Os familiares não querem acompanhar a morte de seu familiar nem dentro do quarto do hospital. No futuro, nós vamos ter que fazer uma ala dentro do hospital em que as pessoas morrerão sozinhas, porque a família não quer mais acompanhar a morte de seu familiar.
Ela se sente frustrada de não poder fazer nada. Então, qual é o pensamento? “Vamos botar lá na UTI, vamos fazer tudo para ele se salvar”.

MS – Isso é uma espécie de alívio de consciência.
NECCHI – Não. Isso aí é um grande equívoco. Porque eu assisto à morte dessas pessoas na solidão. Longe dos seus familiares. A gente tenta, de alguma forma, conforta-las. Mas elas se sentem abandonadas lá dentro e isso apressa a morte. A melancolia da solidão da família é muito triste. E tem outro fato grave. Alguns colocam o familiar na UTI e depois não querem tirar. É uma “luta” para tirar. Mesmo que o médico diga “está bem, vai para um quarto do hospital”. Chegam ao absurdo de dizer: “ah, mas eu trabalho todo dia, quem vai ficar com ela?”
MS – Como é esse processo de humanização numa Unidade de Tratamento Intensivo?
NECCHI – É convencer a família de que o melhor tratamento é a presença ao lado. Sempre que isso for possível, é o melhor tratamento. Mas o que acham que é o melhor? Colocar dentro de uma UTI e ver o doente 15 minutos por dia?

MS – E isso não passa por uma conscientização? Uma equipe multidisciplinar que faça esse trabalho ou que vá além das paredes de um hospital?
NECCHI – É o que nós tentamos fazer. Temos uma equipe grande aqui. Com psicóloga, enfermeiras, técnicos, médicos. A gente tenta, explica o problema… e enfrenta a resistência enorme de levar para o quarto.

MS – Dentro do processo de humanização…
NECCHI – Voltando ao que a gente procura fazer dentro da unidade. Em primeiro lugar, tratamos todos os pacientes pelo nome. Isso é muito importante. O paciente não pode perder a identidade. E ele tem que ter noção se é dia, se é noite… De alguma forma precisa estar conectado com a realidade. Se perder essa conexão fica muito mais difícil de voltar. Incentivar a família a participar mais do tratamento e, logo que seja possível, tirar o paciente dali, para ficar mais tempo ao lado do familiar.

MS – Um doente que chega à UTI, ele encontra ali – na equipe – um médico especialista em terapia intensiva. Como é realizado o trabalho desse médico que se depara com tantos tipos de enfermidades e tão diferentes muitas vezes?
NECCHI – A especialidade de terapia intensiva é nova. Começou nos anos 80, quando foi transformada em especialidade. É oriunda das salas de recuperação dos blocos cirúrgicos. Os primeiros intensivistas foram os anestesistas. Eles observaram que alguns doentes graves que recebiam maiores cuidados sobreviviam mais que aqueles que, após a operação, iam para o quarto dormir. Assim foram criadas formas de monitorização… Esse foi o princípio da terapia intensiva. Hoje é uma especialidade médica muito ampla. O intensivista é um médico que arbitra o melhor para aquele paciente envolvendo vários profissionais especialistas. É um paciente que tem um cardiologista, um cirurgião,um “traumato”, um “neuro”… todos juntos tratando o mesmo caso. Então, por exemplo, o cirurgião quer aplicar algo que vai piorar os rins, aí o intensivista explica que “não é possível, porque pode ocorrer isso e tal”. O intensivista é o “cara” que tem a visão global do doente.

MS – E têm muitos momentos de tensão dado à gravidade de algumas patologias?

NECCHI – A terapia intensiva tem uma fisiopatologia de doenças drásticas que, embora seja completamente diferente, tudo desemboca numa mesma coisa, que se chama resposta inflamatória sistêmica, que é uma doença. Seja o politraumatizado ou o cara que está com uma infecção, ele desenvolve essa doença. Por algum motivo o doente começa a se defender de uma agressão. Aí muda completamente o metabolismo, as defesas, tudo. São produzidas novas proteínas ou, para combater a bactéria, ou fazer a cicatrização dos tecidos machucados.

MS – Trata-se de uma defesa desesperada do corpo para combater a agressão?

NECCHI – Que vai curar. É um mecanismo de cura. O que tu fazes dentro de uma UTI? Dá suporte hemodinâmico… suporte ventilatório, que é dar o oxigênio suficiente para o sangue, para que vá em todas as células do corpo para poder restabelecer. Dá suporte nutricional. Tem que dar comida para o doente para que possa fazer todo esse metabolismo. Porque um doente em doença grave com está, que sofre um impacto muito grave, demanda uma necessidade nutricional muito maior que outros doentes. Ele precisa de proteínas para se defender. Basicamente, a terapia intensiva é baseada nesse tripé: suporte hemodinâmico, nutricional e respiratório. É preciso dar tempo para o doente produzir essa resposta inflamatória sistêmica e se curar. Tempo é o que se dá. A gente utiliza métodos artificiais para manter o doente vivo para ele poder se curar.

MS – Como são os sentimentos dentro da unidade?

NECCHI – Muito “intensivos”, eles também o são. Mas tem coisas impagáveis. Faz muitos anos que trabalho nisso e sempre me emociono. Talvez o fato mais emocionante que me aconteceu é o de uma menina de Dom Pedrito. Ela sofreu um acidente de moto. Esteve um mês na UTI, com ventilação mecânica, entre a vida e a morte. Tinha 16 anos. Felizmente sobreviveu. E ficou muito bem. Às vezes, vejo-a quando vem a Bagé, vem me visitar. Essa menina me ligou na noite de Natal. Meia-noite. Ligou para agradecer por eu ter dado a ela a chance de viver de novo. Eu fiquei muito emocionado. Talvez seja o que mais me emocionou nos meus vários anos de profissão. E como este, que é um caso emblemático que conto, têm vários outros, de pessoas que me param na rua, que chegam na UTI para visitar, não a mim apenas, mas a todos, as enfermeiras… todos. São muitos pacientes que voltam para visitar. Isso é emocionante, gratificante.

A grande maioria dos pacientes internados sobrevive e dá alta

Fonte: http://www.jornalminuano.com.br

SAÚDE: comer tomate reduz risco de depressão pela metade

ImagemComer tomates apenas algumas vezes por semana pode reduzir pela metade as chances de sofrer depressão. É o que revela estudo realizado por pesquisadores da China e do Japão. Segundo a pesquisa, pessoas que ingeriram tomates de duas a seis vezes por semana foram 46% menos propensas a sintomas depressivos em comparação com pessoas que comiam a fruta menos de uma vez por semana.

Para os pesquisadores, outros alimentos saudáveis, como couve, cenouras, cebolas e abóboras têm pouco ou nenhum efeito sobre o bem-estar psicológico. Tomates são fonte particularmente rica de licopeno, antioxidante que lhes confere a cor vermelho escuro e têm sido associados com redução do risco de câncer de próstata e ataques cardíacos.

A pesquisa, publicada no Journal of Affective Disorders, analisou os registros de saúde mental e hábitos de dieta de cerca de mil homens e mulheres com 70 anos ou mais. Eles investigaram relatórios preliminares que mostraram que o licopeno também pode promover o bem-estar psicológico e a saúde física.

Os resultados mostraram que pessoas que comem tomates entre duas e seis vezes por semana são 46% menos passíveis de sofrer depressão. A pesquisa sugere ainda que comer tomate todos os dias reduz o risco de sintomas depressivos em 52%.

Os pesquisadores disseram que ainda não podem afirmam se o licopeno dos tomates afeta diretamente a mente, ou se simplesmente protege contra a depressão causada quando as pessoas desenvolvem doenças potencialmente fatais como o câncer.

Pedófilos condenados na poderão atuar na saúde e na educação

O objetivo é manter os pedófilos bem longe de áreas sensíveis como a saúde e a educação. Deveria ser estendido a todo o poder público.

divulgacao9322[1]Um projeto de lei do deputado Flávio Bolsonaro promete levar polêmica à Assembleia Legislativa do Estado do Rio. Ele propôs esta semana que ninguém seja nomeado para cargo público nas áreas de saúde e educação se tiver sido condenado, com sentença transitada em julgado, pela prática de qualquer modalidade de abuso sexual contra menor de idade, ainda que tenha cumprido a pena.

Segundo o artigo primeiro do projeto, “fica vedada a investidura em cargo público da administração pública direta, indireta, autarquias e fundações, nas áreas da Saúde e Educação, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, por candidato que tenha sido condenado, com sentença transitada em julgado, pela prática de qualquer modalidade de abuso sexual contra menor (pedofilia), ainda que cumprida a pena.”

O objetivo é manter os pedófilos bem longe de áreas sensíveis como a saúde e a educação. Deveria ser estendido a todo o poder público. A polêmica com certeza vai ficar por conta daqueles que não estão nem aí para alguma regra que impeça a nomeação de apaniguados.

Ancelomo Goes/OGlobo

Instalações de split system devem prever renovação de ar

Obrigatoriedade é determinada por norma

Ana Paula Basile Pinheiro

A questão da renovação de ar, que é exigida pela NBR 16401 e complementada por outras portarias municipais ou estaduais, como Corpo de Bombeiros e Prefeitura, tem por objetivo principal garantir a qualidade do ar interior nos ambientes condicionados. Isso é necessário, uma vez que os condicionadores tipo splits não promovem renovação do ar externo, apenas condicionam (filtram e resfriam) o ar que está num ambiente normalmente com suas portas e janelas fechadas.
“Devido a respiração dos ocupantes, há o consumo do oxigênio e liberação de gás carbônico, podendo deixar o ambiente inadequado, causando muitas vezes dor de cabeça, tontura e sensação de cansaço. Na maioria das instalações de splits com finalidade de conforto, como em dormitórios ou sala de estar, há a circulação de pessoas, abertura eventual de portas e as janelas não são estanques o que acaba proporcionando a renovação do ar. Esse tipo de utilização está fora da cobertura da NBR 16401 e das demais portarias, em função do número de ocupantes e do tipo de ambiente”, explica Mauro Apor, gerente geral de Ar Condicionado da LG.

Segundo ele quando os ambientes possuem uma ocupação naturalmente maior, como em restaurantes, bibliotecas, escritórios, cinema, shopping center, etc, a renovação do ar torna-se obrigatória. Num caso muito específico como, por exemplo, um CPD, onde praticamente não há ocupação por pessoas, a renovação de ar torna-se dispensada. Por outro lado, instalações hospitalares como numa UTI, a renovação de ar na porção de 100% é obrigatória, para evitar contaminação dos pacientes e médicos.

“A linha de condicionadores splits não contém nenhum dispositivo ou artifício que faça a renovação do ar para atender a NBR 16401, uma vez que o volume de ar de renovação necessário para enquadramento à norma varia em função do ambiente (e não em função do produto), é atribuição do projetista definir um sistema ideal para promover esta renovação de ar. Infelizmente constata-se que no Brasil poucas instalações seguem a norma neste quesito, seja por desconhecimento, seja por falta adequada de fiscalização, ou até mesmo porque a instalação de um sistema de renovação encarece a instalação como um todo. Sugerimos que seja sempre consultado um projetista que conheça o tema, e que de fato atenda integralmente as normas exigidas a fim de manter um ambiente agradável e saudável”, orienta Apor.

O engenheiro Claudio Porcelli, diretor comercial, e Marco Felippe, Gerente Comercial, ambos da Set-ar, acrescentam que segundo a norma NBR 16401, a exigência é a renovação em sistemas de ar condicionado para equipamentos com capacidades superiores a 10 kW, ou seja, em torno de 30.000btus. Para sistema de mini split de baixa capacidade, essa exigência não se aplica…. segue   http://www.engenhariaearquitetura.com.br/noticias/501/Instalacoes-de-split-system-devem-prever-renovacao-de-ar.aspx

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