Este é o primeiro livro sobre o compositor paraense Jayme Ovalle (1894-1955), personagem extraordinário do modernismo brasileiro. Sua obra musical, impregnada dos cantos amazônicos e do candomblé, tem no clássico Azulão (”Vai, azulão, azulão, companheiro…”), com letra de Manuel Bandeira, uma pequena jóia gravada até hoje por intérpretes de todo o mundo. Um folclore peculiar girava em torno da figura de Ovalle.
Excêntrico em seus modos, Jayme Ovalle (1894-1955) teve uma vida que merece ser eternizada.
Ciente disso, o jornalista e escritor Humberto Werneck se jogou na vida do compositor paraense e lança a biografia “O Santo Sujo – A vida de Jayme Ovalle”. O trabalho levou mais de 15 anos, mais de 50 entrevistas. O livro recupera sua vida familiar e amorosa, a boemia na Lapa e seu trabalho como servidor público da Alfândega, no Rio. A edição, ilustrada com 111 imagens, muitas delas inéditas, inclui discografia de suas músicas no Brasil e no mundo.
O tempo foi suficiente para retratar a vida do homem que ficou conhecido por “O místico” ou “O Santo da Ladeira”. Os apelidos decorrem de mitos em torno de sua existência.
Alguns diziam que Ovalle foi apaixonado por um manequim, por uma pomba ou se esbofeteava em frente a uma cruz em agradecimento a “mais uma noite de minha vida, bebendo, moderadamente, com soda e gelo, o meu uísque”.
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Tags: escritor Humberto Werneck, Jayme Ovalle, Literatura, livro, Musica, O Santo Sujo
Março 31, 2009 às pm:33 pm |
EU GOSTEI MUITO DO SEU COMENTARIO VENDE-SE UMA CASA EM FORMA DE CORAÇAÕ TRINTA BEIJOS DE ENTRADA QUARENTA A PRESTAÇAÕ BEIJOS TACHU[YSHHUJYDYXCX HUDKDYMIU IDHSFUD IUFIMNDJOFDDFJDHFDJDJFDJDOF]
Março 31, 2009 às pm:27 pm |
MUITO BOM O SEU COMENTARIO SOBRE MANUEL BANDEIRA eu gostei muito O SEU COMENTARIO É OTIMO MEUWS PARABENS POR VOCES * BEIJOS AMIGA