
O grupo francês Alstom, que fará a extensão do metrô paulistano por U$45 milhões, teria pago US$6,8 milhões em propinas para obter o contrato, diz hoje o respeitado jornal Wall Street Journal, diz a agência AP.
O grupo francês, segundo o WSJ, é investigado na França e na Suíça sobre suposto suborno de “vários milhões de dólares” em contratos na Ásia e América Latina, entre os anos de 1995 e 2003. A investigação na Europa aponta, ainda de acordo com o jornal, “pagamentos suspeitos de US$200 milhões em projetos no Brasil, Venezuela, Cingapura e Indonésia.
Um brasileiro representante de um político cujo nome não foi divulgado teria sido o mediador das negociações com a empresa. Há pagamentos suspeitos da empresa também “no projeto de uma hidrelétrica em Santa Catarina e em outros na Venezuela, Cingapura e Indonésia”,
A assessoria do grupo afirmou à AP que “tudo não passa de especulação e que não existe investigação judicial contra a empresa por corrupção”.
AP
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Junho 2, 2008 às am:34 am
A Alston corrompeu políticos em São Paulo, na construção do Metrô, linha amarela, e nós pagaremos essa obra além de pagar o dinheiro desviado. Quem deveria também ser julgado é a nossa Justiça que não toma o rumo certo da verdadeira Justiça, ou seja, colocando os responsáveis na cadeia, os que, de um modo ou de outro, atrasam o progresso de nosso país desviando vultosas verbas.
Julho 1, 2008 às pm:07 pm
como vcs tem a cara de pau de dar propinas num valor tão alto e em contra partida