O Brasil é o campeão mundial de assassinatos de homossexuais. A denúncia é do antropólogo e presidente do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott. De acordo com a associação, são mais de 100 casos por ano – o que, na média resulta em um homossexual ou travesti assassinado a cada três dias.
– Em 2007, foram 122. Vivemos um verdadeiro homocausto – afirma Mott, num trocadilho que busca associar as mortes dos homossexuais com o o holocausto. O México é o país com o segundo maior número de assassinatos anuais (35) seguido pelos Estados Unicos, que tem 25 casos, o quem proporcionalmente à população, significa muito menos. – Lá, são 100 milhões de habitantes a mais do que aqui – compara o antropólogo. Mott alerta sobre a necessidade de se erradicar esse tipo de crime no Brasil, “sob pena de passar à história como o país mais homofóbico do mundo”. Os dados da organização são coletados na internet e nos jornais. Por isso, o presidente do Grupo Gay acredita que os números podem ser ainda maiores. Segundo ele, não existem estatísticas oficiais sobre assassinados homossexuais, o que revela descaso das autoridades com esse segmento da população.
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JB
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O Brasil é o campeão mundial de assassinatos de homossexuais. A denúncia é do antropólogo e presidente do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott. De acordo com a associação, são mais de 100 casos por ano – o que, na média resulta em um homossexual ou travesti assassinado a cada três dias.