
A Casa do Brasil de Lisboa denunciou hoje, em comunicado à imprensa, a atuação de três agentes da PSP que “entraram no Consulado Geral do Brasil em Lisboa, território brasileiro, sem que tenham sido chamados e sem solicitarem permissão ao Cônsul-Geral.”
Depois de entrarem no Consulado, os policiais, “um dos quais armado com uma escopeta [shotgun], colocaram-se ostensivamente no corredor junto à porta da sala principal, numa operação de identificação das pessoas que saíam da dependência.”
O comunicado chama a atenção para o fato de o prédio ser um imóvel particular, onde o Consulado brasileiro é inquilino de dois andares.
Na hora da invasão estava no local Heliana Bibas, representante oficial da comunidade brasileira no Conselho Consultivo para os Assuntos da Imigração, órgão vinculado à Presidência do Conselho de Ministros, que protestou e pediu a intervenção do Cônsul-Geral. O Cônsul-Geral confirmou que o Consulado não pediu a presença da PSP.
Casa do Brasil emitiu nota à imprensa portuguesa onde “protesta contra esta ação de clara intimidação aos cidadãos brasileiros presentes no Consulado e espera que a PSP esclareça as razões da mesma, embora seja certo que a polícia portuguesa não pode entrar no Consulado ou na Embaixada, a não ser que tenha sido chamada pelas autoridades brasileiras competentes, o que não foi o caso.”
A Casa do Brasil pede também que as autoridades brasileiras protestem energicamente contra a invasão de seu território, lembrando que o Consulado é, também, a casa dos brasileiros em Lisboa.
Portugal Diário
Tags: Internacional, Policia
Março 21, 2008 às am:04 am |
atentado é o que essa senhora esta a fazer, se o objectivo da policia fosse intimidar os brasileiros, fazia-o durante a noite enquanto enquanto permanecem ao longo dos passeios nas imediações do consulado, sendo que muitos deles nem sequer estão legais em Portugal!
Se a pessoa que foi morta pertencesse a essa mulher que tanto protesta gostava de ver se ela protestava assim tanto.
essa srª deve querer é protagonismo e só devia dar graças por a policia portuguesa ter ido lá em protecção dos seus compatriotas